Citas de aceite

Líquido que se extrae de la aceituna [Latín: oleum]. Para cocinar o en crudo, el aceite siempre es bueno y es un alimento esencial de nuestra dieta, aquí encuetras una amplia selección de frases, citas y aforismos sobre el aceite. Tengo una especie de técnica de raro con el calabacín. La corté en cubitos; sudar en aceite de oliva, añadir un poco de aceite a tiempo por lo que patatas fritas. Luego cubrir con agua hirviendo, no de valores, que realmente pone de manifiesto el sabor de los calabacines, añadir limón, tomillo, y servir con burrata y una flor de calabacín frito. Los frases sobre aceite más interesantes de autores de todo el mundo: una selección de citas divertidas, inspiradoras y motivadoras sobre aceite. Las mejores frases relacionadas con ACEITE ¡Ya está disponible la selección de las mejores frases y refranes de aceite para que las envies a tus seres queridos! ¡Y con imágenes listas para compartir! Resultado de búsqueda de figacitas de aceite. Recetas de Figacitas de manteca pero con aceite y muchas más recetas de figacitas de aceite Citas sobre aceite, aceitoso, etc. [] «El mal de la calumnia es semejante a la mancha de aceite, siempre deja huella».. Napoleón «Extraña propiedad del aceite, cómo sabe reconciliarse con las calidades de las cosas sin querer tener pleito con ellas.Con las frías es frío, con las cálidad es cálido; con las húmedas es húmedo, y con las secas es seco; con todas se acomoda». Frases, Citas y Refranes aceite para Facebook y Twitter. Deberías estudiar filosofía aunque no tuvieras más dinero que el que hace falta para comprar una lámpara y aceite, ni más tiempo del que va desde la medianoche hasta el canto de gallo.

Stannis Baratheon (Parte 6)

2020.08.10 04:47 altovaliriano Stannis Baratheon (Parte 6)

Se Martin gosta de histórias de corações em conflito consigo mesmo, Stannis Baratheon levou um coração em guerra consigo mesmo a seu próprio estandarte.
Muitas contradições são postas à prova para Stannis na sequência da derrota no Água Negra. Mas como a história de Stannis é toda sobre a dicotomia entre homem político e héroi mítico, suas contradições também podem ser reduzidas a duas motivações. Encarar que é um pretendente cujo “orgulho obstinado” se provou inútil ou assumir que é um salvador predestinado cuja derrota serviu a um propósito maior?
De volta a Pedra do Dragão, é natural pensarmos que Stannis gostaria de ouvir umas boas desculpas de Melisandre. Porém, a sacerdotisa sabe muito bem que ficar na defensiva seria uma péssima estratégia. Especialmente quando estava bem claro que o rei havia apenas dispensado porque Bryce Caron havia pertubado sua vaidade. Então, quando Davos estava ausente e os Florents dominavam o cenário de Pedra do Dragão, Melisandre aproveitou para dizer “eu te avisei” sem oposições.
[…] Se eu estivesse com vocês, sua batalha teria tido um final diferente. Mas Sua Graça estava rodeado de descrentes, e seu orgulho mostrou-se mais forte do que sua fé. A punição foi severa, mas aprendeu como erro.
(ASOS, Davos III)
Estivesse Davos por perto facilmente ele poderia apontar os custos em vidas humanas que a suposta lição tomou, inclusive de seus próprios filhos. Porém, a determinação que diversos dias no Rochedo do Rei Bacalhau (que tradução horrível…) construiu minguou conforme o Cavaleiro das Cebolas definhava nas masmorras de Pedra do Dragão.
Quando finalmente o rei e o cavaleiro se encontraram, a urgência de ambos havia passado. Stannis não está dando ouvidos a qualquer tipo de estratégia para tomar o Trono de Ferro a força porque sabe que seria apenas mais uma partida de um jogo que ter certeza que não ganhará.
Sor Axell gostaria de me levar a retomar a guerra – disse o Rei Stannis a Davos. – Os Lannister acham que estou acabado e derrotado, e os senhores meus vassalos abandonaram-me, quase todos. Até Lorde Estermont, pai de minha própria mãe, dobrou o joelho a Joffrey. Os poucos homens leais que me restam vão perdendo o ânimo. Desperdiçam seus dias bebendo e jogando e lambem as feridas como vira-latas enxotados.
(ASOS, Davos IV)
Mas Stannis não quer perder, por isso não age. Muitas opções lhe são apresentadas por seus conselheiros. Sua primeira Mão, Alester Florent propõe que aceite a derrota e Stannis fecha esta porta ao depô-lo e aprisioná-lo.
Que Lorde Stannis retiraria sua pretensão ao Trono de Ferro e se retrataria de tudo o que havia dito a respeito da bastardia de Joffrey, sob a condição de ser aceito de volta à paz do rei e confirmado como Senhor de Pedra do Dragão e Ponta Tempestade. Jurei fazer o mesmo, em troca da devolução da Fortaleza de Águas Claras e de todas as nossas terras. Pensei... Lorde Tywin compreenderia o bom senso de minha proposta. Ele ainda precisa lidar com os Stark e também com os homens de ferro. […] E Stannis deu-me seu selo, deu-me licença para governar. A Mão fala coma voz do rei.
Nisso, não. – Davos não era cortesão, e sequer tentou amaciar as palavras. – A rendição não existe em Stannis, enquanto souber que suas razões são justas. Da mesma forma que não pode desdizer as palavras contra Joffrey, quando as crê verdadeiras.
(ASOS, Davos III)
Seu candidato a segunda Mão, Axell Florent, pede que Stannis parta para a guerra, pois uma vitória curaria as feridas de uma derrota. Ele construiu um plano de ataque a Ilha da Garra com Salladhor Saan que teria o triplo benefício de ter alta chance de êxito, atingiria um traidor e permitiria a pilhagem de uma grande fortuna.
Enquanto eu entendo que Saan tinha a intenção de ganhar dinheiro com este plano, vejo em Sor Axell uma obsessão com punir traidores, muito parecida com a sanha justiceira que muitas pessoas veem em Stannis. O cavaleiro Florent parece ter menos empatia do que Stannis Baratheon, mas ainda assim é um simulacro do comportamento do rei.
Talvez por isso que Baratheon dava ouvidos ao plano de Axell. E talvez por isso Melisandre pede a Stannis que ouça Davos (“foi Melisandre quem me disse para mandar buscar você quando Sor Axell quis entregá-lo a R’hllor” – ASOS, Davos IV). Se Axell era uma projeção do rei, Melisandre mandou buscar Davos para salvar Stannis dele mesmo.
E é exatamente o que Davos faz. Quando Stannis pede ao cavaleiro das cebolas que opine sobre o plano de atacar a Ilha da Garra, Davos se expressa com brutal honestidade, a despeito da ameaça da Axell. E então vemos o quão Stannis e Axell são espelho um do outro:
[Sor Axell] – Nem todos os homens de Celtigar foram mortos na Água Negra. Centenas foram capturados como seu senhor e dobraram o joelho quando ele o fez.
Quando ele o fez – repetiu Davos. – Eram seus homens. Estavam juramentados a ele. Que alternativa foi dada a eles?
Todo homem tem alternativas. Podiam ter se recusado. Alguns se recusaram e morreram por isso. Mas morreram honestos e leais.
Alguns homens são mais fortes do que outros. – Era uma resposta fraca, e Davos sabia disso. Stannis Baratheon era um homem com determinação de ferro, que nem compreendia nem perdoava a fraqueza nos outros. Estou perdendo, pensou, desesperando-se.
É dever de todos os homens permanecerem leais ao seu legítimo rei, mesmo se o senhor que servem se revela falso – declarou Stannis num tom que não admitia discussões.
(ASOS, Davos IV)
Percebam que Stannis não está agora discutindo a lealdade de Lorde Celtigar, mas a de seus subalternos. É comum que homens que nasceram dentro dos privilégios da nobreza imaginem que os homens são livres para escolher onde depositar sua aliança. Este tipo de pensamento ignora que a independência do vassalo no contexto feudal é sinônimo de rebelião. Assim, cabe a Davos, então, puxar o tapete de Stannis.
Um desvario desesperado dominou Davos, uma temeridade próxima da loucura.
Tal como o senhor permaneceu leal ao Rei Aerys quando seu irmão convocou os vassalos? – deixou escapar.
(ASOS, Davos IV)
A forma como Davos expõe a hipocrisia do rei é brilhante. Entretanto, não é menos magnífica a reação de Stannis à crítica. Afinal, quando Eddard expõs a covardia do plano para assassinar Daenerys, Robert removeu o amigo do cargo, furioso. Stannis, ao contrário, faz Davos sua nova Mão, pedindo explicitamente apenas “aquilo que sempre me deu. Honestidade. Lealdade. Serviço.
O filho do meio de Steffon Baratheon vive querendo se distanciar da sombra de seu irmão mais velho. Entretanto, quando o assunto é a capacidade de fazer e manter aliados, este abismo é tratado como uma espécie de deficiência, mesmo para o próprio Stannis.
A voz do rei estava carregada de fúria. – Meu irmão tinha um dom para inspirar lealdade. Até nos adversários. Em Solarestival ganhou três batalhas num só dia, e trouxe Lorde Grandison e Lorde Cafferen para Ponta Tempestade como prisioneiros. […] Eu teria atirado Grandison e Cafferen numa masmorra, mas ele transformou-os em amigos. […]. Meu irmão fez com que o amassem, mas, ao que parece, eu só inspiro traição. Até no meu próprio sangue e família. Irmão, avô, primos, tio da esposa…
(ASOS, Davos IV)
E, de fato, logo antes da fazer Davos sua nova Mão, Stannis novamente recitando uma ode à falta de misericórdia que ele chama de “justiça”.
Um rei – concordou Davos. – Um rei significa a paz.
Eu trarei justiça a Westeros. Algo que Sor Axell compreende tão mal quanto compreende a guerra. A Ilha da Garra não me traria nada... e seria uma coisa maligna, como você disse. Celtigar tem de pagar o preço da traição pessoalmente. E quando eu subir ao trono, pagará. Cada homem colherá o que semeou, do mais alto dos senhores ao mais baixo rato de sarjeta. E alguns perderão mais do que as pontas dos dedos, garanto. Fizeram o meu reino sangrar, e não me esqueço disso.
(ASOS, Davos IV)
Entretanto, esse discurso cai logo no capítulo seguinte. Diante da perspectiva de os nortenhos e os homens de ferro terem perdido os reis por meio dos quais executaram rebeliões contra os Lannisters, o Rei do Coração Flamejante, tal qual havia feito com os Senhores da Tempestade, prontamente pensa em oferecer indultos totais para quem se bandeie para sua causa.
O lobo não deixa herdeiros, a lula gigante deixa muitos. Os leões vão devorá-los, a menos que... Saan, vou precisar de seus navios mais rápidos para levar enviados às Ilhas de Ferro e a Porto Branco. Oferecerei indultos. – O modo como cerrou os dentes mostrou o pouco que gostava da palavra. – Indultos totais, para todos aqueles que se arrependerem da traição e jurarem lealdade ao seu legítimo rei. Têm de compreender...
Não compreenderão. – A voz de Melisandre era suave. – Lamento, Vossa Graça. […] Vi nas chamas.
(ASOS, Davos V)
Esta é mais uma demonstração de como Stannis está completamente distante da figura que Varys e Mindinho pintavam dele em A Guerra dos Trono. Além de evidenciar que a visão que Donal Noye tem de Stannis (“Stannis é de ferro puro, negro, duro e forte, é verdade, mas quebradiço, como acontece com o ferro. Quebrará antes de dobrar” – ACOK, Jon I) é de alguma forma equivocada. Na cabeça do ferreiro, o rei ainda é aquele rapaz de 20 anos de idade que ele viu guardando Ponta Tempestade para o irmão. Noye não esteve com Stannis nos últimos 16 anos para verificar que tipo de homem Stannis se tornou.
Na verdade, quando o ferreiro da Patrulha elogia Robert Baratheon, estamos literalmente testemunhando Noye fazendo apologia cuja inabilidade para governar é notória. Portanto, podemos perguntar: Donal Noye tem cacife para fazer a avaliação que fez?
Por fim, uma vez resolvido que o rei não irá seguir a via de Alester (rendição) nem a sugestão de Axell e Salladhor (pilhagem e punição dos traidores), resta apenas a via de Melisandre. Contra esta, todos os argumentos de Davos são inúteis, pois Stannis não consegue culpar Melisandre pelo que ocorreu na Batalha do Agua Negre tanto quanto Davos não consegue culpar Stannis. Davos deve o que tem a Stannis, assim como Stannis deve o que teve a Melisandre.
Segundo A Mais Precisa Linha do Tempo, passaram-se aproximadamente 35 dias entre a Batalha e a chegada de Davos a Pedra do Dragão. Não sabemos o que ocorreu neste ínterim, mas podemos imaginar que Melisandre passou a costurar novas narrativas para manter Stannis crendo em seu poder.
Sabemos que Stannis estava confinado com Melisandre, sem comer, e havia rumores que eles desciam até o coração do Monte Dragão para observar as chamas a partir dos poços do vulcão (ASOS, Davos II). Em A Fúria dos Reis, a história de que Stannis seria a reencarnação de Azor Ahai não servia a outro propósito senão para justificar a presença de sacerdotisa ao lado do rei. Em A Tormenta de Espadas, porém, somos apresentados ao fato de que este herói mítico das histórias do Mar de Jade estava destinado a “acordar dragões da pedra”.
Pela primeira vez Melisandre cita a figura do Grande Outro e de modo específico sobre a grande guerra contra a escuridão que está por vir. Entretanto, de forma inédita Melisandre une o arco de Azor Ahai com a necessidade de conquista política de Westeros:
A areia corre agora mais depressa pela ampulheta, e o tempo do homem sobre a terra está quase no fim. Temos de agir com ousadia, senão toda a esperança estará perdida. Westeros tem de se unir sob seu único rei verdadeiro, o príncipe que foi prometido, Senhor de Pedra do Dragão e escolhido de R’hllor.
(ASOS, Davos IV)
Portanto, aparentemente Melisandre vem alimentando Stannis com esta narrativa. Ela sabe que Cressen olhava para Stannis como um ser humano comum, enquanto Davos o vê como um rei (ASOS, Davos III). Porém, mesmo dentro da idolatria de Davos, não há espaço para a faceta mística que Melisandre atribui a Baratheon. Com isso, GRRM nos mostra claramente que há um cabo-de-guerra entre a scardotisa e o cavaleiro, cada um nutrindo no rei uma faceta diferente.
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Falarei mais na próxima parte.
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2019.06.28 03:01 suave42 Me robaron en Soriana

Buenas noches, vengo a contarles una anécdota que me sucedió hace algunas horas en el supermercado Soriana, regularmente mi mujer y yo recurrimos a hacer despensa en Soriana, ya que es lo que nos queda cerca de la casa (está cruzando la avenida). Yo ya me había percatado de que en algunos productos, al momento de pasarlos en la caja subían 3-4 pesos en el precio.
Pero el día de hoy fue un tanto diferente, mi mujer y yo llevábamos el dinero contado para hacer la despensa, por lo que saqué mi celular y fui contando artículo por artículo, al llegar a caja resulta que el total estaba 40 pesos por encima de lo que yo había contemplado (sé que a veces en las frutas y verduras puede aumentar un poco el precio, pero ¿40 pesos?).
Fuimos a reclamar al área de atención al cliente, al poco rato llegó el "supervisor" (la verdad no sé qué es lo que supervisa), le informamos de lo que sucedía, al parecer el asunto era la lechuga, que ellos tenían un cartel que mencionaba "lechuga romana a $3.80" pero resulta que no, la que tenía la cartulina no era, la cartulina correspondía a la que estaba a un lado, a lo que yo personalmente quité la cartulina de ese lugar y la pegué sobre la susodicha lechuga "romana" (ya que para Soriana la lechuga romana es para lo que comúnmente conocemos como lechuga iceberg), pero no sólo eso, el atún tenía una supuesta promoción 3x2, que abajo de las latas de atún jumbo tanto en aceite como en agua sólo había un cartel refiriendo al enlatado en aceite con el precio de $35, al no encontrar ninguna cartulina referente al atún jumbo en agua procedí a añadir $70 a mi lista, que al final terminaron convirtiéndose en $75, que el supervisor en su momento nos dijo que en efecto el atún estaba al precio de $35, pero con la promoción quedaba cada uno en ~$23, pero al chico en atención al cliente al momento de hacer la devolución le arrojaba un precio de $25!!!!
Ya hablé con mi mujer sobre ir a la PROFECO, pero la verdad es que no es de mucha ayuda, te ponen todo un proceso burocrático y según tengo entendido hacen una cita cara a cara con el encargado de la empresa a denunciar.
La verdad es que todo el sistema está hecho para que este tipo de empresas puedan seguir robando a sus clientes de forma tan minúscula que uno ni siquiera se da cuenta, pero oye, si le robas 30 pesos a 1000 personas en un día ya es un ingreso de $30,000 robados en un sólo día, ahora pongámonos a hacer cuentas de todo lo que sacan a nivel nacional a través de estos micro-robos.
A lo que quiero llegar con toda esta historia es: NO COMPREN EN SORIANA, les ahorrará bastante dinero, mejor vayan a otro supermercado, total, lo que se gasten en taxi es lo que te roban en Soriana de 2-3 pesos por artículo.
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2017.07.05 16:52 felipostero Reflexiones en torno al tema kurdo al hilo del articulo “YPG-YPJ. ¿Revolucionarias o peones del sistema?” de Marcel Cartier del sitio “Rojava Azadi Madrid” x Iñaki Urrestarazu

Reflexiones en torno al tema kurdo al hilo de los últimos acontecimientos y del articulo “YPG-YPJ. ¿Revolucionarias o peones del sistema?” de Marcel Cartier del sitio “Rojava Azadi Madrid”. https://rojavaazadimadrid.wordpress.com/2017/05/21/ypg-ypj-revolucionarias-o-peones-del-sistema/amp/
El autor del artículo se muestra sorprendido y confundido ante lo que llama la “paradoja” de la cooperación militar entre el movimiento de liberación kurdo y los EEUU. No entiende esta supuesta “cooperación táctica militar” con los EEUU, pero la “explicación” que encuentra al final, no se sostiene por ninguna parte:
1) La supuesta “necesidad de supervivencia” de los kurdos.
2) El carácter pretendidamente táctico de la alianza con los EEUU, que al parecer no pondría en cuestión los objetivos estratégicos de los kurdos del PYD/YPG (su confederalismo democrático, soberanía…). Al parecer la alianza “táctica” se desharía sin más una vez logrados los objetivos de los kurdos…
3) La existencia de precedentes de “alianzas” aparentemente paradójicas como la aceptación por Lenin en 1917 de la utilización de un tren blindado del estado imperialista alemán para volver a Rusia (a este argumento, habría que añadir otro semejante, que aunque no lo utiliza el autor del artículo sí lo ha utilizado otra gente y es que la alianza de los kurdos con los EEUU se puede asemejar a la de la URSS que se alió con las potencias de Occidente para enfrentarse al nazismo en la 2ª Guerra Mundial…)
Esta “explicación” de la alianza va acompañada de una serie de citas de líderes kurdos denigrando a sus críticos como la que utiliza Dilar Dirk: “…La apologia del anti-imperialismo incondicional, desconectada de la verdadera existencia humana y de las realidades concretas, es un lujo que sólo aquellos alejados del trauma de la guerra pueden permitirse…” O comentarios que añade el autor de su cosecha propia como “Es increíblemente fácil –y vergonzoso en cierto modo- sentarse en la comodidad de nuestros hogares y criticar la naturaleza claudicante de un movimiento por “colaborar” con el imperialismo cuando la vida de tantos está en la cuerda floja” (?) o cuando dice “La revolución de salón y la solidaridad supeditada tan solo a lecciones de pureza no tienen sentido en el mundo real. Mirar a la región –y el mundo- como un simple tablero de ajedrez puede llevar fácilmente a adoptar la política de “el enemigo de mi enemigo es mi amigo”, lo que es erróneo, vago y puede llevar a apoyar a movimientos extremadamente reaccionarios …”. En fin, demagogia pura y dura.
Trataremos de hacer en torno al tema una serie de consideraciones.
1) Una pregunta que clama al cielo es ¿Qué pintan los kurdos en Raqqa cuando no pertenece al Kurdistan? Una pregunta por cierto que la obvia completamente el autor del artículo. La ofensiva de los kurdos (el FDS) en Raqqa con el apoyo de la aviación de EEUU, armamento de EEUU, sus comandos y servicio de inteligencia y otras fuerzas aliadas (británicas especialmente), muestra en realidad a las claras el verdadero juego de los EEUU con los kurdos y en el norte de Siria. Se ha dicho que en su día hubo un compromiso de los kurdos con los sirios de que no entrarían en Raqqa sin la participación del Ejercito sirio, es decir si no era en colaboración con el Ejército sirio. Pero eso no está siendo así.
Es evidente que los kurdos están haciendo el juego de los EEUU, que es el de impedir que los territorios ocupados por el ISIS sean recuperados por las fuerzas sirias, por el Ejército sirio, tratando por el contrario de que sean reocupados por fuerzas controladas por los EEUU, sean por los mercenarios del ESL, por Al Qaeda/Al Nusra o como en el caso del norte de Siria, por los kurdos o el FDS. El mismo autor del articulo reconoce que los kurdos son conscientes de que una vez tomada Raqqa van a ser desplazados de su gestión y control, para dar lugar a “otras fuerzas”, es decir a mercenarios del ESL o incluso de Al Qaeda. Es lo que sucedió también en Mambij. Los kurdos fueron decisivos en la expulsión del ISIS de esta localidad, pero luego fueron apartados del control y gestión de la ciudad por los EEUU.
Hay que ser conscientes que el ISIS es una creación de los EEUU y sus aliados, un auténtico Frankestein diseñado -al igual que Al Qaeda y otras franquicias mercenarias-, para plasmar el Plan de Remodelación del Oriente Medio ampliado y Norte de Africa. Este plan coincide con el de los mapas del teniente coronel retirado del Ejercito de EEUU, Ralph Peters, http://www.armedforcesjournal.com/peters-blood-borders-map/, elaborado en 2006
y el de Robin Wright, elaborado en 2013, http://www.nytimes.com/2013/09/29/opinion/sunday/imagining-a-remapped-middle-east.html?pagewanted=all&_r=0. En concreto en el caso de Siria e Irak significa el desmembrarlos en una zona suni –el Sunistan- que comprende la zona suní de Irak –las provincias de Ninive y Al-Anbar básicamente- y la zona suni de Siria que comprendería Alepo, Raqqa, Der Ezzor, Palmira…es decir gran parte de Siria, en una zona chií iraki –el Chiistan- , desde Bagdad todo el sureste del pais-, una zona que llaman Alauistan –que sería la de la costa Siria, en torno a Damasco, Latakia…- y por otra parte la zona kurda del norte de Siria y norte de Irak. El ISIS se implanto desde el inicio en la zona suni, en el Sunistan de Siria e Irak. La pretendida coalición anti ISIS, lo que está haciendo es “empujar” y “hacer mover” al ISIS, para que vaya siendo sustituido en su caso por mercenarios del ESL, de Al Qaeda o por kurdos, de manera que a poder ser no pase nunca a manos del Ejército sirio y se consolide el desmembramiento de Siria e Irak.
El FDS (Fuerzas Democráticas Sirias), es un invento creado a instancias de los EEUU, una alianza siniestra y antinatura entre kurdos y sirios –antiAssad y mercenarios-, en realidad una coartada para justificar la creación de un territorio kurdo-sirio, en el norte de Siria, que se extienda mas allá de lo que ha sido históricamente el Kurdistán, y que se adentre en territorio sirio todo lo que militarmente puedan hacerlo en guerra contra el Ejercito sirio. Y ello para convertirlo en un protectorado norteamericano-israelí, que contribuya al desmembramiento de Siria, y que suponga una cuña del poder sionista-imperialista en el norte de Siria e Irak, en medio del Oriente Medio y en contra de Siria e Irak.
El Kurdistan reaccionario de Barzani, siempre en alianza con el sionismo y el imperialismo norteamericano, y aunque parezca paradójico, intimo aliado y amigo de la Turquía de Erdogan, podría ser parte de ese protectorado kurdo-sirio. El reciente planteamiento de la celebración de un Referendum de autodeterminación en fechas próximas, en Septiembre 2017, en el Kurdistan irakí, apunta ya a una primera fase de la creación del Protectorado sionista-norteamericano, creando una balcanización de la zona, desmembrando Irak y en camino de desmembrar también Siria, en aplicación del Plan de Remodelación del Oriente Medio, de los mapas de Peters y Robin Wright y para mayor gloria del imperialismo, donde los kurdos serán sus manipuladas marionetas.
Al gravísimo hecho de que los kurdos del YPG están haciendo el juego a los EEUU, se añade el agravante de que los kurdos han pactado con el ISIS el que terroristas suyos puedan romper el cerco a Raqqa a través de corredores preparados al efecto –naturalmente no ya solo con el beneplácito de los EEUU sino siguiendo sus directrices, porque de otra forma esto no sería posible-. Pero no es solo que se les permita fugar a miembros del ISIS, es que de hecho se está enviando a estos terroristas a reforzar la lucha del ISIS contra el Ejercito sirio en Der Ezzor y otras zonas en disputa, con la intención de debilitar al Ejercito sirio y de frenar su avance.
La aviación rusa, consciente de la jugada, ha estado bombardeando a los terroristas del ISIS que se iban “escapando” del cerco de Raqqa, para tratar de contener esta fuga/refuerzo del ISIS contra el Ejercito sirio, y forzar a que los kurdos asuman la lucha contra el ISIS con todas las consecuencias y que no hagan de colaboradores –una vez más- de las estrategias de EEUU. En vista de ello, el Ejército norteamericano trasladó hace no muchos días, en junio de 2017, en varios helicópteros suyos, a dirigentes del ISIS a la zona de Palmira, liberándolos del cerco, salvando sus vidas y reforzando la guerra contra el Ejercito sirio. Entre los dirigentes rescatados parece que había cuadros de ejércitos occidentales incrustados en el ISIS –esto es lo habitual por otra parte, porque importantes cuadros del ISIS, son cuadros impuestos por las potencias occidentales patrocinadoras del grupo terrorista-.
Otros agravante más de los hechos, es que cuando las tropas del Ejercito sirio quisieron entrar a rescatar al piloto del avión sirio derribado recientemente por el Ejercito norteamericano y que se encontraba en la zona controlada por el FDS, se negaron a facilitarles el paso por lo que se derivó un enfrentamiento militar entre el FDS y las tropas sirias. Y otro hecho que sería más grave todavía si se confirma, es que las fuerzas del FDS traten de frenar el avance de las tropas sirias por la zona fronteriza con Irak, en la parte de Al Tanf.
Y no acaba ahí la historia. Ilham Ahmed, portavoz de las Fuerzas democráticas Sirias (FDS), dio una entrevista al diario de Arabia Saudi 'al-Riyadh', en la que hizo hincapié en el potencial de Arabia Saudí para una Siria “libre de enfrentamientos confesionales y tensiones étnicas” (¡!) señalando que es posible una cooperación entre Arabia Saudí y las FDS. A ello añadió que el socio más importante para combatir el ISIS es EEUU ¡cuando son los creadores del ISIS y los que lo alimentan, arman y financian!
Por su parte, Saleh Muslim Mohamed, el co-presidente del PYD (Partido de Union Democrática), la rama política de las brigadas kurdas del YPG e YPJ, en declaraciones al mismo diario 'al-Riyadh', dijo que las FDS dirigidas por los kurdos no colaborarán con el Ejercito Arabe Sirio (EAS) ni con las Unidades de Movilización Popular de Irak (UMP) en combatir contra el grupo terrorista Estado Islámico y que no permitirán a Irán crear un corredor en torno a los territorios controlados por las FDS.
2) Por otra parte, cuando los kurdos estaban tratando de unir los territorios fronterizos bajo su control, el de Efrin (lindante con Azaz) y el de Kobane (lindante con Jarabulus), separados por una franja ocupada por el ISIS, mediante la expulsión de estos, intervino el Ejército turco, para impedirlo. Así el Ejercito turco entró en esta parte de Siria seguido o acompañado de mercenarios del ESL, enfrentándose supuestamente al ISIS, el cual se retiró sospechosamente sin oponer prácticamente ninguna resistencia, de manera que en breve espacio de tiempo se impusieron en este territorio, enarbolando banderas turcas y del ESL. Sucedió además que los EEUU apoyaron con respaldo aéreo esta intervención turca dirigida no contra el ISIS como proclamaron, sino contra los kurdos del YPG. Los turcos de Erdogan les exigieron a los kurdos que habían de retirarse al Este del Eufrates, exigencia confirmada por los EEUU, hasta el punto de exigir a los kurdos que habían de obedecer la exigencia si querían seguir beneficiándose del apoyo militar estadounidense.
Y dicho y hecho. No hubo prácticamente ninguna oposición de los kurdos a las tropas turcas, a pesar de la traición manifiesta de los EEUU a sus aliados los kurdos. Eran también los tiempos convulsos que siguieron al intento de asesinato de Erdogan y del golpe de Estado frustrado del 15 de julio de 2016, en el que se vio con bastante claridad la mano negra de los EEUU. Posiblemente con la intención de sacudirse toda posible sombra de sospecha de su implicación en el golpe, y tras la visita precipitada del entonces Vicepresidente de los EEUU, Joe Biden, a Ankara para echar aceite sobre la situación y no perder la imprescindible alianza de Turquia, los EEUU quisieron hacer concesiones a Turquía en el tema fronterizo, en perjuicio de su otro aliado, los kurdos, a los que dejaron caer en ese momento, mostrando claramente las “garantías” de cualquier alianza con los EEUU. Los kurdos a partir de ahí han preferido obedecer a los EEUU, no enfrentarse a los turcos en la zona entre Efrin y Kobane y seguir avanzando hacia Raqqa por ejemplo. Ahora que los turcos han apostado tropas y armamento pesado en las cercanías de Efrin y que según Erdogan pretenden lanzar una ofensiva en esta parte controlada por los kurdos, estos han hecho declaraciones en el sentido de que se van a enfrentar a los turcos si tratan de introducirse en Efrin. Habrá que ver si finalmente entran los turcos en esa zona, lo que hacen los kurdos. Si8 no lo hicieron cuando la ofensiva hacia Al Bab, entre Efrin y Kobane, es dudoso que lo hagan ahora.
3) Tratar de justificar una supuesta “cooperación táctica militar” con los EEUU como una alianza sin mayores implicaciones, que se puede romper cuando se quiera y que no va a hipotecar el futuro no ya de Siria y el Oriente Medio, sino tampoco el de los Kurdos, es absolutamente insostenible y absurdo. Y tratar de asimilarla a ententes puntuales de los bolcheviques con los nazis en la II Guerra Mundial o a la alianza de la URSS con las fuerzas occidentales, es tratar de comparar lo incomparable. La alianza de la URSS con las potencias occidentales en contra de los nazis, era la alianza de potencias independientes, comparables en capacidad y potencia, desde distintos territorios, lo cual no tiene nada que ver con la relación de absoluta sumisión y dependencia de los kurdos de la YPG con los EEUU.
Como sucede con la OTAN, EEUU no va a permitir a ningún aliado/subordinado que se le separe, que rompa unilateralmente la alianza, sin que se abalance con toda su gigantesca potencia a destruirlo si no puede impedirlo. Los EEUU tiene a los kurdos agarrados por el cuello y bien agarrados, como se demuestra sin ir más lejos con la ofensiva contra Raqqa, que no tiene nada que ver con Kurdistan. Y tanto más cuanto que los EEUU tienen varias bases militares en su territorio, a las que se añade la base aérea de Tabqa que acaban de ceder los kurdos a EEUU, y lo que es peor, cuanto que acaban de firmar un acuerdo por nada menos que 10 años entre los kurdos y EEUU, en el que se establece que las fuerzas militares kurdas son parte de las fuerzas militares estadounidenses y que los kurdos se comprometen a respetar las bases norteamericanas en su territorio. La presencia de banderas norteamericanas junto con las del YPG en todos los cuarteles, edificios, puestos etc, no harían más que confirmar lo dicho.
Esto no es una simple alianza coyuntural o táctica, es que los EEUU tienen a los kurdos absolutamente amarrados y controlados, y si la resultante es un territorio separado de Siria, será un auténtico Protectorado norteamericano, más bien norteamericano-israeli. Será una plataforma desde donde seguir operando y controlando todo lo que se mueva en el Oriente Medio, y sobre todo a los tan odiados componentes del llamado Eje de la Resistencia, en concordancia con el Plan británico-estadounidense de Remodelación del Oriente Medio y Norte de Africa, es decir de desactivación, desmembramiento y liquidación de los países de esta gran región, con derrocamiento y de sus gobiernos y destrucción de sus Estados para asentar el dominio sin oposición ni competencias del imperialismo norteamericano. Y en concordancia también con los planes de creación del Gran Israel, de debilitamiento y destrucción de los estados vecinos de Israel, para la consolidación como potencia hegemónica en la zona del lugarteniente de EEUU, que es Israel. Esto supone desde luego que habrán desaparecido todas las veleidades de una supuesta “Confederación Democrática” de tipo asambleario y socialista como defendía el YPG antes de su ruptura con el PKK y de la traición del co-presidente del YPG Saleh Muslim con respecto a Ocalan y su estrategia antiimperialista.
4) La alianza con el imperialismo no es justificable de ninguna manera y en ninguna circunstancia. El imperialismo es el peor enemigo de las clases trabajadoras y de los pueblos, representa el poder supremo del capitalismo, su máxima jerarquía. Un pueblo jamás de los jamases podrá ser libre y soberano en alianza con el imperialismo. El imperialismo es absolutamente incompatible con la soberanía de los pueblos y de las clases trabajadoras. Pensar como pueden pensar los kurdos de la órbita del YPG que su alianza con los EEUU es táctica y que podrán prescindir de ella, es un gran engaño, una gran falacia, un gravísimo error. Su estrategia conduce irremisiblemente a convertirse en lacayos de los EEUU, a ser totalmente colonizados por ellos.
Y no solamente la alianza del YPG con los EEUU no va a conducir a la soberanía del pueblo kurdo, sino que además los está convirtiendo en cómplices, en mercenarios de facto de la política perversa de los EEUU que trata de destruir los países del Oriente Medio que están en su punto de mira, que son díscolos, que no se someten a los dictados yanquis, que cuestionan el poder de Israel, como son Siria, Irak, Palestina, Libano, Irán, Yemén… y de cuyas riquezas y recursos se quieren apropiar. Es decir, están haciendo de ejecutores y de instrumentos de los Planes de Remodelación del Oriente Medio, al igual que son el ISIS, Al Qaeda y el terrorismo islámico controlados por el imperialismo.
Por otra parte, cuando esa política de Remodelación del Oriente Medio busca fraccionar y romper los Estados para debilitarlos, creando para ello contradicciones y sectarismos entre corrientes religiosas, entre sunitas y chiitas, entre musulmanes, cristianos y otras religiones, y entre distintas etnias o culturas, apostar por la independencia y la separación en estas condiciones y en estos países, no es en absoluto la política más adecuada. Es la que más favorece al imperialismo y la que sitúa en mayor debilidad y fragilidad a esos mismos pueblos, cuando lo que urge es su unidad, garantía de su fuerza, dentro del respeto mutuo. De hecho, ni el PKK ha defendido la independencia ni tampoco lo ha hecho el PYD/YPG de Siria, ni tampoco el Partido Democrático de Kurdistan (PDK) de Barzani.
Son los EEUU quienes están forzando la disgregación de Siria y de Irak, impulsando el terrorismo islámico para crear un Sunistan que rompa Siria e Irak, que disgregue sunitas de chiitas, aislando al máximo a lo que consideran el "feudo" de Assad –lo que llaman Alauistan-, a quien a la vez tratan de derrocar. Asimismo fuerzan la disgregación impulsando la independencia de un territorio en el norte de Siria e Irak, que ni siquiera coincide con el Kurdistán y que comprende también a otros territorios sirios, lo que se ha venido llamando el pseudo-Kurdistan, base del acuerdo propuesto por el que era ministro francés de Asuntos Exteriores Alain Juppé a Erdogan para involucrar a Turquia en la guerra de agresión a Siria.
La reciente propuesta de celebración del Referendum de Autodeterminación por Barzani, para el Kurdistan de Irak, parece que va en la misma línea de creación de ese pseudoKurdistan, colonia del imperialismo. Hay que recordar que dentro de la larga historia de colaboración del Kurdistan iraki de Barzani con el imperialismo, se encuentra la participación de éste en la ofensiva del ISIS de junio 2014 de forma coordinada y en la presencia en la reunión preparatoria de la misma denunciada por el PKK, y celebrada en Aman el 1º de junio de 2014, con la asistencia también de diversos grupos terroristas y bajo los auspicios de EEUU, Arabia Saudita, Qatar, Israel y Turquía (http://www.voltairenet.org/article184658.html)
5) La idea de crear un pseudo-Kurdistan en el norte de Siria y de Irak, desgajado de la dinámica kurda del PKK de Turquía y que pudiera ser “solución” al “problema kurdo” de Erdogan en tanto que “zona de acogida” a donde poder expulsar los kurdos de Turquía, fue la idea-gancho que utilizó el ministro de Exteriores de Francia Alain Juppé para intentar involucrar a Turquía en la guerra contra Siria y Libia. Era una propuesta que implicaba el que ese pseudo-Kurdistan estuviera dirigido por el colaboracionista, proimperialista y prosionista Barzani del Kurdistan irakí, nada que ver con el PKK. Esta propuesta a Turquía fue acompañada de la promesa de hacer lo posible porque Turquía pudiera entrar en la UE. Y muy probablemente por promesas norteamericanas de convertir a la Turquia de Erdogan en elemento patrocinador y central en el acceso generalizado al poder de los Hermanos Musulmanes previsto en los Planes de Remodelación del Oriente Medio y Norte de Africa, lo cual convertiría a Turquia en una potencia regional importante.
El cebo lanzado a Erdogan tenía que ser muy atractivo para romper la política de “cero enemigos” que estaba practicando Turquia en los años previos, para romper con las buenas relaciones comerciales con Libia y para desmantelar el proyecto de creación de mercado conjunto entre Siria, Iran, Libia, Turquia e Iran que estaba poniéndose en marcha. El cebo lanzado por Juppé funcionó, hasta el punto de convertir a Turquía en uno de los principales patrocinadores de las guerras contra Libia y Siria. El acuerdo entre Francia y Turquia fue firmado por Juppé y su homólogo turco de exteriores Davutoglu. El plan de Juppé se integra en los Planes de Remodelacion del Oriente Medio diseñados por EEUU y los británicos y coincide con los mapas del Oriente Medio remodelado publicados por el coronel Ralph Peters en 2006 y por la periodista Robin Wright, algo más tarde, en 2013.
A partir de ahí Turquía se convirtió en un gigantesco espacio de retaguardia, de zona de paso, de entrenamiento y de apoyo logístico de decenas de miles de mercenarios terroristas de todas clases para su intervención en Siria, incluyendo a Al Qaeda y al ISIS, para quienes el apoyo de Erdogan ha sido fundamental. Y con ello ha sido constante la preocupación de Erdogan de crear en el norte de Siria una zona fuera de control del Gobierno y el Ejercito sirios, que pudiera convertirse en el territorio tampón y colchón de sus fronteras y en válvula de escape de su problema con los kurdos. Paralelamente a ello, Erdogan ha mantenido en todo momento cordiales relaciones con el Kurdistan de Barzani, que nunca ha representado un peligro para Turquía y que se ha convertido en cómplice útil y activo y en intermediario en el gigantesco negocio montado en torno al petróleo robado por el ISIS en Siria y distribuido luego por Turquia a Europa, Israel y resto del mundo.
A pesar de las tensiones que ha podido haber entre el Gobierno sirio y los kurdos, lo cierto es que Siria ha sido país de acogida para muchos miles de kurdos que huían de la represión turca incluido el propio líder del PKK Ocalan y durante muchos años, hasta que por las graves amenazas militares del tándem Turquía-Israel contra Siria si no expulsaba a Ocalan, Siria le invitó a salir [pero no lo entregó a Turquía] dadas las amenazas vertidas contra su país. De hecho posiblemente la mayor parte de la población kurda de Siria es procedente de Turquía.
Durante las primeras fases de la guerra contra Siria, los kurdos no han sufrido el acoso ni la intervención del Ejército sirio, han podido disponer de gran autonomía de movimientos, y han organizado sus propias estructuras civiles y militares de autodefensa contra las diversas variantes terroristas islámicas de Al Qaeda y el ISIS. El PYD/YPG ha seguido durante mucho tiempo la línea del PKK de Ocalan, ha compartido su antiimperialismo y su visión solidaria de la lucha de los kurdos de los diferentes Estados, discrepado igualmente de la política prosionista del Kurdistan de Barzani, y evolucionado paralelamente a la propia evolución del PKK y de Ocalan del marxismo-leninismo a las posiciones más libertarias del tipo del Confederalismo democrático.
Sin embargo en el entorno de la batalla de Kobane mantenida por los kurdos contra el ISIS, se produce una ruptura por parte de un sector del PYD/YPG, capitaneado por el co-presidente Saleh Muslim, con la línea antiimperialista del PKK y aceptando el concepto de un Kurdistan insolidario con los kurdos de Turquia, desprendido y distanciado de la lucha de Siria contra el imperialismo invasor norteamericano y occidental, aliado ahora con el imperialismo norteamericano dejándose caer en sus brazos y creyendo como un novato en sus falaces promesas de independencia a cambio de armamento y apoyo aéreo, pero al muy alto precio de una sumisión política total y de hacer el juego de su estrategia de destrucción de Siria, Irak y el Oriente Medio y de imposición de sus intereses en la región.
Al mismo tiempo adopta una política de confraternización y entendimiento con el Kurdistan proimperialista de la camarilla de Barzani. Este cambio del PYD/YPG se produce tras unos encuentros en Paris a finales de 2014 de Saleh Muslim con el presidente francés Hollande y Erdogan, quienes le venden la idea de un Kurdistan independiente del que sería su presidente para lograr lo cual tiene que romper con el PKK, con Siria y sus aliados, y confiarse plenamente a los EEUU y potencias occidentales, que le van a proporcionar armas y apoyo, obviando toda la brutal estrategia de destrucción que va implícita. Los primeros resultados concretos serán el apoyo aéreo de los EEUU a los kurdos en Kobane al final de la batalla y la creación de las FDS, con otros grupos sirios antiAssad y proimperialistas, coartada para utilizarlos como carne de cañón para extenderse por el norte de Siria, en las zonas kurdas y más allá, arrebatando terreno a Siria y empujando al ISIS –supuesto enemigo pero aliado de hecho de los EEUU- a las líneas de frente abiertas con el Ejército sirio.
En el desarrollo de los enfrentamientos se han manifestado unas ciertas diferencias de criterios con respecto al tema de los kurdos entre los norteamericanos y sus aliados turcos. Para los turcos lo prioritario era el crear una zona fronteriza con componentes kurdas –pero no solo kurdas, también turkmenas- colindante con Turquía donde poder expulsar los kurdos de Turquía y que supusieran de hecho una zona de influencia y de expansión de Turquía, siguiendo la estela del Imperio Otomano y siempre de la mano de gobiernos conservadores, islamistas y anticomunistas, del estilo del Gobierno autónomo kurdo de Irak de la línea Barzani. Así que de la misma manera que ha confiado en Barzani ha desconfiado del PYD/YPG que los sigue considerando emparentados al PKK, y se ha auto-ofrecido para colaborar en la liberación de Mosul y de Raqqa en lugar de los kurdos, considerándolas ciudades de cultura turca al igual que Alepo. Su colaboración naturalmente la entendía como la via de poder estar presente en la administración y gestión política de estas ciudades y territorios del norte de Siria, kurdos y no kurdos.
Sin embargo EEUU, sin descartar la participación turca en la gestión de los territorios reconquistados al ISIS, confía más en la capacidad militar de los kurdos que en la de mercenarios de la cuerda de Turquía, cree importante que la componente kurda de las fuerzas sea mayoritaria de cara a crear un protectorado básicamente kurdo en el norte de Siria e Irak, y confía en que pueda deshacer con facilidad los antiguos ideales del PYD/YPG, a través del condicionamiento de sus apoyos militares, de la presencia y mantenimiento de sus bases militares y de sus propias tropas.
6) La supuesta justificación de la alianza de los kurdos del YPG con EEUU basada en las necesidades de supervivencia de los kurdos es otra falacia. La alianza de los kurdos con EEUU, como lo venimos diciendo, no es una alianza táctica sino estratégica, una alianza muy difícil de romper y con muy fuertes ataduras. Más que una alianza es una relación de dependencia total en base al apoyo militar, a la presencia de bases y tropas norteamericanas, que no puede conducir más que a un Protectorado y que hace el juego de la estrategia del imperialismo con respecto a Siria, Irak y el conjunto del Medio Oriente.
Los kurdos tendrían el apoyo de Siria y de Rusia en la lucha contra el ISIS y el terrorismo islámico –que son además obra del imperialismo norteamericano, no lo olvidemos, y que sigue siendo alimentado y potenciado por ellos- y de hecho lo han tenido. El propio autor del artículo reconoce que los rusos han propuesto recientemente una Constitución para Siria basada parcialmente en el federalismo y en el carácter multiétnico del país, que ha apoyado la participación del YPG en las rondas de negociación de Ginebra a lo que se han opuesto rotundamente los EEUU, que la primera oficina en el extranjero del PYD en el extranjero fue abierta en Moscú en febrero de 2016 y que ha sido el Estado ruso quien ha facilitado las conversaciones entre el gobierno sirio y el PYD sobre lo que supondría un acuerdo de paz entre ellos.
Rusia ha establecido una base militar en Efrin para entrenar a las fuerzas kurdas y del FDS y para defenderse de posibles ataques turcos. Y también Rusia se ofreció a apoyar a los kurdos para luchar contra el ISIS en los frentes del este, cosa a la que se negaron por boca de los EEUU, que es quien en realidad impuso su rechazo. Se les ofreció a los kurdos la participación en el centro de mando conjunto que habían establecido Siria, Irak, Rusia e Iran contra el terrorismo y el imperialismo. También ha habido colaboraciones directas entre el Ejercito sirio y el kurdo en Alepo y región de Alepo, y en la zona de Manbij, donde los sirios cortaron el acceso de los turcos a la anunciada campaña de ataque a Manbij y de acercamiento a Raqqa, cosa que tuvo su contrapartida por parte de los kurdos cediéndoles la gestión de amplios territorios en torno a Manbij. Las fuerzas sirias quisieron por otra parte ir en apoyo de los kurdos en la batalla de Kobane, pero no pudieron porque tenían las vías cortadas por el ISIS y no disponían del apoyo ruso del que pudieron disponer más tarde.
En el peor de los casos los kurdos hubieran podido disponer del apoyo ruso y es impensable que no se produjera una colaboración con el Ejército sirio en la lucha contra el ISIS y Al Qaeda incluyendo apoyo armamentístico. La salida siempre está en la colaboración de ambos ejércitos, del sirio y del kurdo, y de buscar acuerdos que respeten la soberanía de los kurdos y la imprescindible unidad contra el terrorismo y sobre todo contra el imperialismo que lo sustenta. Esperemos que los kurdos puedan rectificar su errónea y nefasta estrategia de alianza con el imperialismo, aunque desgraciadamente quizá sea un poco tarde para ello.
La Haine
Texto completo en: http://www.lahaine.org/reflexiones-en-torno-al-tema
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2016.11.24 02:06 Amsport Revisar el aceite

http://amsport.es/cambio-de-aceite/ Se ha de hacer periódicamente el cambio de aceite y filtros. Cambiarlo de manera regular garantiza un mejor rendimiento y una mayor vida útil del motor. Recuerda que conviene que cambies el aceite cada cierto tiempo. Antiguamente se realizaba en función del año de la fabricación del vehículo:
Cada 7.500-15.000 kilómetros si el coche fue fabricado con anterioridad al año 2000. Cada 15.000-30.000 kilómetros si el coche fue fabricado después del año 2000. Hoy en día se realiza dependiendo del tipo de aceite a utilizar. Según las características del lubricante puede cambiar estos tiempo y ampliarte a un mayor kilometraje.
Minerales : 15W40 y 20W50 de 5.000 a 9.000 KM Semisintéticos: 10W40 de 10.000 a 12.000 KM Sintéticos: 5W40 de 15.000 a 20.000 KM Longlife: 0W30 y 5W30 de 20.000 a 30.000 KM No hay que olvidarse tampoco de los filtros, tenemos que mantener el filtro de aceite en buen estado para que el rendimiento de nuestro vehículo no se resienta. Para esto manejamos las mismas cifras que para el cambio de aceite.
Recuerda cambiar tu aceite y filtros con la periodicidad adecuada , en AMSPORT utilizamos aceites y filtros de primeras marcas y calidad; como filtros Bosch, y aceite Petronas, Castrol y Repsol, para mantener el motor limpio y asegurarte un perfecto funcionamiento
Pide tu cita para el cambio de aceite y filtros
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2016.06.02 15:32 Rookiekitchen Pesto tortellini with grilled chicken and onion-white wine sauce - Tortellinis de pesto con pollo a la plancha y salsa de cebolla y vino blanco

​Pretty cool and simple pasta recipe...as always. Great option for a date, 10 times cheaper than an italian restaurant...it's awesome!
INGREDIENTS
2 Chicken Breasts 1/2 Onion 1/4 Cup of Olive Oil 1/4 Cup of Flour 2 Cups if Water 1 Cup of White Wine 1 Pack of Tortellinis 1 Chicken Broth cube Salt Pepper Basil
​STEP BY STEP
  1. Chop the onion.
  2. Add the olive oil to a pot.
  3. Saute the onion until brown.
  4. Add the white wine and let the alcohol evaporate for 3-4 minutes.
  5. Add the water and the chicken broth cube.
  6. Add the flour and stir well.
  7. Add salt and pepper and simmer for 7-8 minutes.
  8. With a blender process the sauce.
  9. Cut the chicken in cubes. ​10. Add salt, pepper and basil to it.
  10. Add some olive oil to a pan and grill the chicken.
  11. Cook the pasta in a big pot with water, a but of olive oil and salt.
  12. Drain the pasta. ​14. Put everything together in a bowl.
  13. Oven for a couple of minutes at 350° Isn't it delicious? You won't regret trying this one. As always, a good red wine goes well with this meal, if you are drinking white wine make sure is chilled.
ESPAÑOL
Receta de pasta chula y fácil...como siempre. Gran opción para una cita, 10 veces más barato que un restaurante italiano...¡es la ostia!
INGREDIENTES
2 Pechugas de Pollo 1/2 Cebolla 1/4 de taza de Aceite de Oliva 1/4 de taza de harina 2 tazas de agua 1 taza de vino blanco 1 paquete de tortellinis 1 pastilla de caldo de pollo Sal Pimienta Albahaca
​PASO A PASO
  1. Trocea la cebolla.
  2. Pon el aceite en un cazo.
  3. Dora la cebolla hasta que esté marroncita.
  4. Echa el vino blanco y deja evaporar el alcohol unos 3-4 minutos.
  5. Añade el agua y la pastilla de caldo.
  6. Añade la harina y revuelve bien.
  7. Echa sal y pimienta y cocina a fuego lento entre 7-8 minutos.
  8. En una picadora o licuadora procesa la salsa.
  9. Corta el pollo en cubitos.
  10. Echa sal, pimienta y albahaca al pollo.
  11. En una sartén echa un poco de aceite y dora bien el pollo.
  12. Cocina la pasta en agua con aceite y sal. ​13. Escurre la pasta.
  13. Ponlo todo junto en una fuente.
  14. Calienta en el horno un par de minutos a 170°C.
¿No está buenísimo? No te arrepentirás de probar este plato. Como siempre, un buen vino tinto va muy bien con esta receta. Si bebes vino blanco asegúrate de que esté frío.
youtube: rookie kitchen
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2016.05.18 03:51 Rookiekitchen Spinach Tortellini with shrimp and gorgonzola - Tortellini de espinaca con gambas y gorgonzola

This a very simple recipe and very tasty! I love to combine pasta with different ingredients and this one came out to be pretty awesome. It's not heavy although the gorgonzola gives it a very strong flavor. It goes well with a red wine but a very cold white wine (I recommend an Albariño) could be an amazing match. Try it with your next date he/she is going to love it.
INGREDIENTS 1 Pack of spinach tortellini 10-12 Large Shrimp 1 Cup of Gorgonzola 1 Garlic Clove Salt Pepper 1/4 Cup of White Wine
STEP BY STEP 1. Cook the pasta in boiling water with olive oil and salt. 2. Drain it and place it on a bowl. 3. Chop the garlic. 4. In a pan add some olive oil and saute the garlic. 5. Add the shrimp and cook it well. 6. Add some white wine. 7. Add the shrimp and the gorgonzola to the pasta. 8. Add salt and pepper 9. Mix well and enjoy!
How was it? Awesome? Amazing? I hope you like it!
ESPAÑOL
Esta receta es muy fácil y muy sabrosa. Me encanta combinar diferentes ingredientes con la pasta y esta receta ha salido cojonuda. No es nada pesada aunque el gorgonzola le da un sabor muy fuerte. Va muy bien con vino tinto aunque un buen vino blanco bien frío (recomiendo un Albariño) puede quedar muy bien. Pruébala con tu próxima cita, a él o ella seguro que le encanta.
​INGREDIENTES 1 Paquete de tortellinis de espinacas 10-12 Gambas grandes 1 Taza de gorgonzola desmenuzado 1 Diente de ajo Sal Pimienta 1/4 Vaso de vino blanco
PASO A PASO 1. Cuece la pasta en agua hirviendo con aceite de oliva y sal. 2. Escúrrela y ponla en un bol. 3. Trocea el ajo. 4. En una sartén pon un poco de aceite y dora el ajo. 5. Echa las gambas y dóralas bien. 6. Añade el vino blanco. 7. Añade las gambas y el gorgonzola a los tortellini. 8. Echa sal y pimienta. 9. Mezcla bien y a disfrutar.
¿Qué tal estuvo? ¿Cojonuda? ¿Genial? Espero que os guste.
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2016.05.09 01:31 Rookiekitchen Red pepper stuffed with beef, shiitake and spinach - Pimiento rojo con ternera, shiitake y espinacas

This recipe is great, awesome flavor. It's simple, not fast, but very easy to prepare. Great for dinner, so you may want to give it a try if you have a date to impress. INGREDIENTS 2 Red Peppers 1/2 Ground Beef 6-8 Shiitake Mushrooms 1 Handful of Spinach 1/4 Onion 2 Garlic Cloves 1 Cup White Wine 1 Beef Broth Cube Salt Pepper 3 Ts Olive oil 2 Ts Italian Seasoning
STEP BY STEP 1. Take out the top of the pepper and clean the seeds. 2. Chop the onion. 3. Chop the garlic. 4. Chop the spinach. 5. Chop the mushrooms. 6. Mix everything in a bowl and add salt, pepper and the italian seasoning. 7. In a pan add olive oil and cook the stuffing. 8. When almost done, add the white wine and the beef broth cube. Simmer for 5 minutes. 9. Fill the peppers and close them with their top. 10. Put the peppers in an oven dish with the rest of the stuffing. 11. Put it in the oven at 400' for 35 minutes.
Yummy wasn't it? Great match with a Rioja or Ribera del Duero red wines. I hope you like it!
​ESPAÑOL
Esta receta es buenísima, sabor cojonudo. Es fácil, no es rápida, pero es fácil de preparar. Genial para la cena, así que igual deberías pensar en usarla en una cita que quieras impresionar.
INGREDIENTES 2 Pimientos Rojos 250g de carne picada 6-8 Setas Shiitake 1 Puñado de espinacas 1/4 de Cebolla 2 Dientes de ajo 1 Taza de Vino blanco 1 Pastilla de caldo de carne Salt Pepper 3 Cucharadas de Aceite de Oliva 2 Cucharadas de Especias Italianas
PASO A PASO 1. Quita la parte del rabito al pimiento y limpia las semillas. 2. Trocea la cebolla. 3. Trocea el ajo. 4. Trocea las espinacas. 5. Trocea las setas. 6. Añádelo todo en un bol y echa sal, pimienta y las especias. 7. En una sartén echa aceite y dora bien el relleno. 8. Cuando esté casi a punto, echa el vino blanco y la pastilla de caldo. Cocina a fuego lento 5 minutos. 9. Rellena los pimientos y tápalos con su rabito. 10. Pon los pimientos en una fuente de horno con el resto del relleno. 11. Mételo en el horno a 200ºC durante 35 minutos.
¡Riquísimo! ¿Verdad? Pega muy bien con vinos de Rioja y Ribera del Duero. ¡Espero que os guste!
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2016.04.14 17:39 Rookiekitchen Marsala meatballs - Albóndigas Marsala

I love marsala sauce, it is really easy to prepare and it tastes awesome. This one may take a little while to prepare, but you won't regret it. It matches perfect with red wine if you decide to impress a date with this delicious meal.
INGREDIENTS 1lb Ground Beef 1 Egg Salt Pepper Basil Parsley Oregano 1 garlic clove 1/2 onion 3 Portabello mushrooms 1 Cup of Marsala wine 1 Cup of water 1/4 Cup of flour 1 Beef Broth Cube 3 Ts Olive oil (meatballs) 2 Ts Olive oil (sauce)
STEP BY STEP 1. Add salt, pepper, basil, parsley and oregano to the ground beef. Mix well. 2. Add the egg and knead well. 3. Start making the meatballs. 4. Batter them in flour. ​5. Add olive oil to a pan and fry the meatballs. 6. In a pot saute the onion until brown. 7. Add the garlic and the mushrooms. Cook until tender. 8. Pass the meatballs to the pot. 9. Add the marsala and let the alcohol evaporate. 10. Add the water and the beef broth. 11. Add the flour and stir well. 12. Add salt and pepper and simmer for 20 minutes.
Use some rice or some potatoes as a side, you will love it! A good Rioja or Ribera del Duero can make the difference when eating this awesome meatballs. I hope you like it!
ESPAÑOL
Me encanta la salsa marsala, es muy fácil de preparar y está buenísima. Esta receta puede que te lleve un poco de tiempo, pero no te arrepentirás. Pega muy bien con vino tinto si decides impresionar a una cita con este delicioso plato.
INGREDIENTES 1/2 Kg Carne Picada 1 huevo Sal Pimienta Albahaca Perejil Orégano 1 diente de ajo 1/2 cebolla 3 setas portabello 1 taza de vino marsala 1 taza de agua 1/4 de taza de harina 1 pastilla de caldo de ternera 3 cucharadas de aceite de oliva (albóndigas) 2 cucharadas de aceite (salsa)
PASO A PASO 1. Añade sal, pimienta, albahaca, perejil y orégano a la carne. Mezcla bien. 2. Añade el huevo. Amasa bien. 3. Empieza a hacer las albóndigas. 4. Rebózalas en harina. 5. Fríe las albóndigas en una sartén con un poco de aceite de oliva. 6. Dora la cebolla con aceite en una olla. 7. Añade el ajo y las setas. Cocina hasta que estén tiernas. 8. Pasa las albóndigas a la olla. 9. Echa el vino marsala y deja evaporar el alcohol. 10. Echa el agua y la pastilla de caldo. 11. Echa la harina. Revuelve bien. 12. Añade sal y pimienta. Deja cocinar a fuego lento durante 20 minutos.
Usa arroz o patatas como acompañamiento , ¡te encantará! Un buen Rioja o Ribera del Duero puede marcar la diferencia cuando comas este manjar. Espero que os guste.
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2016.04.10 15:09 Rookiekitchen Mini cheese ravioli with grilled chicken and curry sauce - Mini ravioli de queso con pollo a la plancha y salsa curry

Time to show off with this cool recipe guys! It is incredibly easy and you will impress whoever you want with it. This combination is perfect for a date and it won't disappoint you.
INGREDIENTS 1 Chicken Breast 1/2 Onion 2 Ts Curry Powder 2 Cups of Water 1/4 Cup of Flour 1 Chicken Broth Cube Salt Pepper 2 Ts Olive oil for the curry 1 Ts Olive oil for the chicken 1 Pack of Mini Cheese Ravioli
STEP BY STEP 1. Chop the onion. 2. Add olive oil to a pan and saute the onion until brown. 3. Add the water and the curry powder. Stir well. 4. Add the flour. Keep stiring. 5. Add the chicken broth. 6. Process the sauce in a blender. 7. Cut the chicken and grill it in a pan with olive oil. 8. Cook the pasta with a bit of olive oil and salt. 9. Put everything together and enjoy! So? How was it? You won't regret using this meal with that special person. It's fancy and yummy. I hope you like it!
ESPAÑOL
¡Hora de fardar con esta receta guapísima chavales! Es increíblemente fácil e impresionaréis a cualquiera con ella. Esta combinación es perfecta para una cita y no te decepcionará.
INGREDIENTES 1 Pechuga de Pollo 1/2 Cebolla 2 Cucharadas de Curry 2 Tazas de agua 1/4 Taza de harina 1 pastilla de caldo de pollo Sal Pimienta 2 Cucharadas de Aceite para el curry. 1 Cucharada de Aceite ee oliva para el pollo.
PASO A PASO 1. Trocea la cebolla. 2. Dora bien la cebolla hasta que esté bien dorada. 3. Añade el agua y el curry en polvo. Revuelve. 4. Añade la harina. Sigue revolviendo. 5. Añade el caldo de pollo. 6. Pasa la salsa por la licuadora o pasapuré. 7. Trocea el pollo y dóralo con aceite de oliva. 8. Cuece la pasta con algo de aceite de oliva y sal. 9. Ponlo todo junto y disfruta.
¿Y bien? ¿Cómo estaba? No te arrepentirás de usar este plato con esa persona especial. Es fina y sabrosa. Espero que os guste.
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2016.04.07 16:07 Rookiekitchen Mahi Mahi with lime-parsley sauce - Mahi Mahi (Dorado) en salsa de limón y perejil

Very fast and easy fish recipe that you will add to your diet. You can accompany Mahi Mahi with rice or veggies to make it a full lunch or dinner. It's healthy and delicious, perfect for a date too!
INGREDIENTS 2 Mahi Mahi filets 2 limes 1 garlic Parsley Salt Pepper 2 Ts Olive oil 1 Ts water
STEP BY STEP 1. Add salt and pepper to the filets. 2. In a blender add the oil, the water, the lime juice, a bit of salt, pepper and parsley. Save the sauce for later. 3. In a pan add olive oil and fry some chopped garlic for a little bit. 4. Fry the fish with the garlic for 3 minutes on each side. 5. Add the sauce and cook 5 more minutes in medium heat.
And that simple this wonderful recipe is. Awesome with an Albariño white wine. Hope you like it!
ESPAÑOL
Receta fácil y rápida que añadirás a tu dieta. Puedes acompañar el Mahi Mahi con arroz o verdura para convertirlo en un plato completo para comer o cenar. Es sano y delicioso, ¡perfecto para una cita!
INGREDIENTES 2 filetes de Mahi Mahi (dorado) 2 limas 1 ajo Perejil Sal Pimienta 2 cucharadas de aceite de oliva 1 cucharada de agua
PASO A PASO 1. Añade sal y pimienta al pescado. 2. En una picadora añade aceite, agua, el zumo de lima, un poco de sal, pimienta y perejil. Guarda la salsa para luego. 3. En una sartén dora un poco de ajo picado. 4. Fríe los filetes de pescado con el ajo 3 minutos por cada parte. 5. Añade la salsa y cocina unos 5 minutos a fuego medio.
Y así de fácil es esta maravillosa receta. Increíble con un vino blanco Albariño. Espero que os guste
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2016.03.24 04:00 Rookiekitchen BEEF STEAK WITH MUSHROOMS AND GARLIC - CHULETÓN DE TERNERA CON CHAMPIÑONES AL AJILLO

Steak is awesome! This recipe is so easy, so fast and also healthy...you are going to love it. You can impress a date with this one too, choose the right wine, turn the lights down low...and enjoy this romantic recipe.
INGREDIENTS 1 Beef Steak 10 Bella Mushrooms 2 Garlics Salt Pepper 1Ts Olive oil
STEP BY STEP 1. Cut the mushrooms in slices. 2. Chop thr garlic. 3. Add salt and pepper to the steak. 4. Add the olive oil to the pan and cook everything together until the meat is cooked the way you like it.
Is that easy! You won't need to spend a long time in the kitchen to prepare this one. Eat it fast while the food is hot, much better.
​ESPAÑOL
¡​El chuletón es la ost*a! Esta receta es tan fácil, tan rápida y también sana...te va a encantar. Puedes impresionar a una cita también con esta receta, elige un buen vino, baja las luces...y disfruta de esta receta romántica.
INGREDIENTES 1 Chuletón de ternera 10 champiñones 2 Ajos Sal Pimienta 1 Cucharada de Aceite de Oliva
PASO A PASO 1. Corta los champiñones en rodajas. 2. Trocea el ajo. 3. Echa sal y pimienta al chuletón. 4. Echa aceite en la sartén y cocina todo junto hasta que la carne esté en el punto que te gusta.
¡Es así de fácil! No necesitarás pasar mucho tiempo en la cocina para hacer este plato. Cómelo caliente, mucho mejor.
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2016.02.19 01:36 Rookiekitchen CHICKEN TORTELLINI WITH GRILLED CHICKEN AND PROVOLONE SAUCE - TORTELLINIS DE POLLO CON POLLO A LA PLANCHA Y SALSA DE QUESO PROVOLONE

http://rookiekitchen.weebly.com/pasta/chicken-tortellini-with-grilled-chicken-and-provolone-sauce-tortellinis-de-pollo-con-pollo-a-la-plancha-y-salsa-de-provolone-akachick-and-chicks-aliaspollo-y-mas-pollo
Another pasta variation! Great option for a date, of course. It's not heavy at all and very easy to prepare!
INGREDIENTS Chicken Tortellini 1/2 lb Provolone cheese 2 Tablespoons of olive oil 1/4 cup of white wine 1 Chicken breast 1/4 Onion Pepper Salt Oregano
STEP BY STEP 1. Cut the chicken in little pieces and grill it with a little bit of olive oil. 2. In a small pot add the olive oil and some onion, cook until brown. 3. Add the wine. 4. Start adding the cheese in little pieces, stir continuously. 5. Add a little bit of water if you want the sauce lighter. 6. Add the chicken to the pot. Don'g stop stiring. 7. Add salt, pepper and oregano. Keep stiring for 5 minutes. 8. Cook the pasta as indicated on the package. 9. Drain the pasta and put it in a bowl. 10. Add the sauce with the chicken and mix well. 11. Oven 10 minutes or microwave 4 minutes.
Done! I hope you enjoy it and gives you luck with your date.
ESPAÑOL
Otra variante de pasta. Genial para una cita, por supuesto. No es nada pesada y es muy fácil de preparar.
INGREDIENTES Tortellinis de pollo 200 gr Queso provolone 2 cucharadas grandes de aceite de oliva 1 chorro de vino blanco 1 pechuga de pollo 1/4 de cebolla Sal Pimienta Orégano
PASO A PASO 1. Corta el pollo en trozos y dóralo en la plancha con un poquín de aceite. 2. En un cazo añade el aceite de oliva y dora la cebolla. 3. Añade el vino blanco. 4. Empieza a añadir el queso a poquitos y no pares de revolver. 5. Añade un poco de agua si quieres la salsa más ligera. 6. Añade el pollo al cazo y no pares de revolver. 7. Añade sal, pimienta y orégano. Sigue revolviendo unos 5 minutos. 8. Cocina la pasta como diga el paquete. 9. Escúrrela y ponla en una fuente. 10. Añade la salsa con el pollo y mezcla bien. 11. Hornea unos 10 minutos o 4 de microondas.
¡Listo! Espero que te dé suerte con tu cita.
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2016.02.12 13:17 nictum Vitoria exhibe lo mejor de su gastronomía en la feria Gustoko

La mejor y más variada representación de la gastronomía alavesa estará presente en la primera edición de la feria “Gustoko” en el BEC de Barakaldo desde hoy hasta el domingo.
Esta cita, donde predomina el contenido gastronómico, contará con un espacio dedicado a todas las marcas pertenecientes al Club Euskadi Gastronomika, una iniciativa de Basquetour de la que forma parte la capital alavesa.
Vitoria promocionará los principales recursos turísticos de la ciudad y toda la oferta específica en materia de turismo enogastronómico, al igual que los principales eventos que tienen sede a lo largo del año. La presencia de la capital de Euskadi se verá complementada con la Ruta del Vino de Rioja Alavesa y otros recursos del territorio.
“Una de las grandes bazas de la oferta turística de Vitoria está en la calidad de nuestra hostelería y, gracias al Club Euskadi Gastronomika y las más de treinta empresas gasteiztarras integradas en él, tenemos una nueva oportunidad de presentar la excelencia de nuestros productos y el buen hacer de nuestros cocineros. El fomento del turismo enogastronómico a través de ferias como ésta es uno de los objetivos estratégicos del equipo de gobierno”, ha señalado la concejala de Turismo, Nerea Melgosa.
Un total de 235 expositores en Gustoko ofrecen sus productos de alimentación artesanales, biológicos y de calidad, salmón salvaje de Alaska, ostras, pescados y mariscos del Cantábrico, aceites, ibéricos, cárnicos, condimentos y aderezos, productos de la huerta y de la granja, panes, repostería, cervezas artesanales, vinos. No falta un amplio programa de actividades con catas libres para profesionales y otra de catas de txakoli de las 3 denominaciones de origen
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2014.12.06 13:43 jesusmariano propuestas plan estr. bloque II

1 PLAN ESTRATÉGICO – PROPUESTAS. BLOQUE II: DIMENSIÓN FÍSICA Y MEDIOAMBIENTAL. La temática del encuentro gira en torno a tres ejes: - Viviendas e infraestructuras - Patrimonio y embellecimiento - Desarrollo sostenible y entorno físico. La mesa la componen tres señoritas o señoras. Virginia (especialista en temas medioambientales), la actual arquitecta y otra persona de la que desconozco nombre y funciones. Señalo en cursiva nuestras opiniones y/o propuestas. La reunión empieza de forma un poco caótica. Tocando temas dispersos e interviniendo técnicos que llevan el debate a un intercambio de opiniones que se salen del orden previsto. Propongo que se reestructure y ordene este debate y así se acepta. Así mismo señalo que por el hecho de escuchar una opinión o propuesta no debe considerarse que es asumida y apoyada por los presentes, ya que ninguna se somete a votación o debate. Las componentes de la mesa dicen que se toma nota solo a efectos de recogida de estas propuestas pero nunca de forma vinculante. En cuanto al tema de viviendas se propone la rehabilitación de viviendas sociales para mejorar la eficiencia energética y confortabilidad mejorando los envolventes para un mejor aislamiento. A raíz de esta exposición se plantea también la necesidad de rehabilitar viviendas en estado ruinoso que cuentan con algún tipo de protección especial en el PGOUM por estar catalogadas como de interés arquitectónico tradicional. Se comenta promocionar la construcción de viviendas sostenibles mediante una normativa local sobre técnicas relativas a la forma de construir y a la mejora de la eficiencia energética de los edificios públicos municipales. Una propuesta apuesta por la implantación de energías renovables para autoconsumo, a lo que argumentamos que esta iniciativa se ve frustrada por la normativa estatal. Promocionar y acondicionar alojamientos para temporeros de las campañas agrícolas (¿?). En cuanto a obras e infraestructuras se comenta la construcción de viales de circunvalación por la zona oeste (Genil) y sur (puente de la Alegría y polígonos industriales), y la terminación de la escollera que evite las inundaciones, aunque estas actuaciones, por su coste, no son asumibles a corto plazo. Se propone la creación de un parque infantil y de ocio cubierto para utilizar todo el año. Completamos esta propuesta con la nuestra sobre “espacios de ocio”. 2 Espacios de ocio. Crear un espacio cubierto y al aire libre dotado de pérgolas, “setas”, iluminación, fuentes, bancos, papeleras, arbolado diseminado y zonas de escenarios o anfiteatros. Este espacio serviría de zona de ocio para los jóvenes, paseo, mercadillos, eventos, actuaciones musicales y/o teatrales o espacios de reuniones para el ciudadano, protegidos de las inclemencias del tiempo atmosférico, proporcionando sombra y refugio ante la lluvia u otros inconvenientes y adaptado a personas con discapacidad y/o limitaciones motrices. La rehabilitación urbana del paseo Alfonso XII, que al parecer consistiría en pavimentar todo el Paseo, a lo que nos opusimos argumentando que perdería su aspecto tradicional y que sería un foco de calor difícil de amortiguar en verano. Proponemos, en cambio, que se planten árboles de sombra en su eje longitudinal y la regeneración del Paseo del Genil y Alameda del Suizo con repoblaciones participativas de especies autóctonas propias del margen de los ríos. El apoyo fue mayoritario. Creación de un nuevo recinto ferial en las afueras del casco urbano (no se concreta donde pero sí se alude a la “zona industrial”). Construcción de la Pasarela peatonal en la A431 que uniría Belén con el Baldío. Completar una red de carril bici desde los polígonos al Baldío, mediante esta pasarela. Creación y recuperación de vías públicas del término municipal. Aquí proponemos la apertura de algunos caminos públicos que están vallados por particulares. Completar las infraestructuras del Polideportivo pavimentando zonas del entorno (campo de la entrada), construcción de un Pabellón cubierto con más vestuarios y oferta de restauración más adecuada y nuevas instalaciones deportivas. No vemos esta propuesta adecuada ni necesaria. Ampliación del Centro de Salud y mejora de los servicios recuperando los perdidos como la Cirugía Mayor Ambulatoria, a la espera de la construcción del CHARE por la Junta. Rehabilitación de construcciones de origen industrial o agrícola en desuso. Aquí se nombra la harinera, ante lo que nos manifestamos en contra ya que la adquisición o inversiones en más edificios debería depender del uso y demanda de estas instalaciones y no es el caso, mientras existan recursos de este tipo infrautilizados. Construcción de una subestación eléctrica en la zona industrial ya que el suministro y distribución es deficitario e impide el desarrollo urbano e industrial. Rehabilitación y restauración de elementos patrimoniales del conjunto histórico artístico y su entorno. En este punto se proponen actuaciones como la rehabilitación del edificio del juzgado para instalar Escuela de Gastronomía y un restaurante que dé servicios a la nueva Plaza de Andalucía (¿otra concesión?). Transformación de las instalaciones de correos en sede de la Policía Local. Intervención en la muralla almohade como itinerario cultural. En este punto manifestamos la incongruencia de las obras actuales con los elementos que, se 3 supone, deberían integrarse en un entorno de la cultura andalusí como la vegetación y los puntos de agua (fuentes, canales), así como la abundancia y el colorido preferentemente gris de la pavimentación. Intervención en el conjunto del Palacio de los Portocarrero (no hay concreción). Adecuación del eje Plaza de Andalucía – Paseo Alfonso XIII (pavimento, mobiliario, toldos,…). No se hace ninguna mención a las obras de Sta. Clara. Sobre la promoción y puesta en valor de los recursos naturales para uso público se menciona la adecuación de la finca La Palmosa y su entorno creando un circuito de Mountain Bike (MTB), repoblación forestal, y adecuación turística de senderos turísticos y ciclistas. En cuanto al Parque Periurbano de Los Cabezos también se cita una adaptación para una escuela municipal de ciclismo de montaña y facilitar, mediante convenios con los propietarios, la adecuación de circuitos ciclistas por fincas colindantes y su conexión con el carril bici urbano. Por nuestra parte añadimos a este punto la señalización de senderos geológico- botánicos, la edición de guías, material didáctico, programa de actividades parra escolares e itinerarios por la zona y la reconversión de la zona de albergue como centro de interpretación del monte mediterráneo y Aula de Naturaleza (lo que en su momento fue) y el control de tratamiento de la flora (podas, talas, cortafuegos,…) tal como está legislado para esta figura de protección. En cuanto a la ampliación y mejora de la eficiencia de las zonas verdes, y estando de acuerdo con este punto, añadimos los puntos de nuestra propuesta sobre calidad ambiental: 1. Red de vías arbolas. Plantación de arbolado de hoja caduca, rápido crecimiento y bajo requerimiento hídrico en travesía desde la antigua algodonera a avenida Aulio Cornelio. 2. Reconversión de solares abandonados en parques, plaza y zona verdes. 3. Plantación de red de arbolado caduco y de sombra en plaza de la alcazaba y colocación de bancos, fuentes y estanques. 4. Rehabilitación de los jardines Reina Victoria y plantación de arbolado en el centro del Paseo Alfonso XIII. 5. Plantación de árboles en plazas públicas. 6. Poda inferior de arboleda instalada en acerado (naranjos) hasta 2 metros. 7. Repoblación y reintroducción de especies autóctonas en las riberas del Genil (Alameda del Suizo). 8. Recuperación de caminos y vías públicas en los accesos y las márgenes de los ríos. 9. Servicio de vigilancia de zonas verdes. En cuanto a la conservación del sistema de pagos de huerta, se trata de mejorar las condiciones existentes se propone la adecuación y rehabilitación de viviendas tradicionales (añadimos que sólo las que sigan un uso agrícola y no de segundas residencias o chalets). Actuaciones en vías de comunicación, zonas de carga, suministro eléctrico, alcantarillado, estabilización de caminos frente a inundaciones, contenedores de RSU y rutas de senderismo y cicloturismo. Finalmente se recogen distintos programas y planes que, si bien existen, hay que actualizar. Se hace referencia a un Plan de movilidad sostenible, que ya existe y habría que evaluar antes de emprender otro nuevo. Optimizar el sistema de gestión de residuos mejorando la disponibilidad del Punto Limpio, su señalización, tratamiento de residuos industriales y peligrosos(que se almacenan si medidas de seguridad), estimular el tratamiento y 4 mercado de subproductos como el aceite usado, neumáticos, pulpa, envases, etc. Renovación de la Agenda 21 Local y su seguimiento y control ciudadano. Actualización del Plan de Optimización Energética, fomento de la I+D+I en el ámbito de la economía baja en carbono estableciendo medidas de mitigación del cambio climático, creación de un espacio de inteligencia ambiental y desarrollo urbano sostenible (control de variables). Infraestructuras logísticas con naves de almacenamiento y distribución de mercancías, báscula de pesaje, medidas de seguridad, etc. Proyecto Planeta Azul (integración de personal con discapacidades en la recuperación y reciclaje de residuos textiles). Otras propuestas · Prospección de pozos de agua para regadío de zonas verdes, polideportivo, baldeo, etc. · Control e identificación de mascotas y animales domésticos para evitar maltratos y abandonos. · Recogida de animales abandonados y apoyo a asociaciones con este objetivo. · Instalación y reposición de papeleras. 29 de noviembre de 2014 Jesús Vaquero
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