Más que amigos significado

Pensamentos interpolados...

2020.11.28 02:28 daily_changing Pensamentos interpolados...

Olá a todos, primeiramente quero dizer que eu sou uma pessoa fraca no que toca à expressão própria, e no que toca a "desabafos", por isso o que eu escrever pode ser confuso ou até incongruente por vezes e por isso peço já desculpa.
Isto irá ser sobre indecisões, questões sobre o futuro e a capacidade de mudar, ou não mudar.

Quero começar por dizer que estou num momento dificil da minha vida, não me sinto exatamente bem, nem comfortável, e isso afeta demasiado o meu dia-a-dia. Eu sempre achei que se soubesse o "porquê" de estar assim, que iria achar a "solução", infelizmente não é bem assim, e acho que nunca foi, no passado eu tratava o ato de achar o "porquê" como a "solução" em si, ou seja, se soubesse o problema então agora já estava bem, não fazia nada para mudar a situação, nem para a melhorar, ora então, o problema continuava, e começava a ficar maior e maior, até chegar a um momento onde eu já não o conseguia mais ignorar. E é isso que se passa, eu ignorei problemas, bastantes, esperando que eventualmente as coisas iriam ficar melhores, e ora bem, não ficaram, lógicamente. Eu estou bastante consciente onde a minha vida se encontra neste momento, e sendo "rude", está na merda. Está má. Está continuamente a descer e eu não a consigo parar. Eu gosto de usar esta frase :" Sinto-me num buraco, escuro e frio, com uma escada, e quanto mais eu a escalo, mais o buraco se escava a si próprio." Para mim isto quer dizer que apesar de a pessoa estar a subir a escada, não produz efeito, porque o buraco fica cada vez maior e maior.. o "normal" da minha vida está no topo do buraco, mas eu não consigo lá chegar.
Eu sempre me perguntei, há 3/4 anos, o que é que o futuro me reserva, o que é que está lá à minha espera, e tenho de dizer que nunca imaginei que fosse isto. Olhando para trás, para 3/4 anos atrás, eu "acho" que era feliz, tinha pessoas que gostava, gostava da escola, sentia-me optimista, motivado..e isso tudo mudou em principios de 2019 por uma razão que muitos podem chamar de "estúpida", "pequena", "inofensiva", mas para mim não foi nada disso. A pessoa com quem eu estava a namorar, deixou-me, e ok, normal, acontece várias vezes no mundo, as relações acabam. Correto, mas a mim afetou-me bastante, ao ponto de eu deixar a universidade, ao ponto de perder várias amizades. Eu não estava pronto, era demasiado imaturo, tomova por certa a relação e não a tentei melhorar, levando ao que aconteceu. Não me culpo inteiramente a mim, tal como no inicio fazia, mas culpo as falhas de comunicação, de motivação, dos dois na relação. O que eu culpo inteiramente em mim foi a minha eu ter sido tão fraco, tão imaturo, que mesmo após um ano ainda me afetava o fim da relação. Eu penso que isso foi um dos momentos que levou ao que se passa agora. Era o começo da universidade, tinha amigos, estava num curso interessante, e foi tudo por água abaixo porque fiquei deprimido, não saia de casa, não falava com ninguém. Custou-me bastante dizer aos meus pais que iria sair do curso porque não queria lá estar, eu sei que eles querem o meu bem, e que lhes custa pagar tudo, por isso fiquei muito magoado, a chegar ao ponto de me ressentir bastante.
Eu acho que todos temos algo neste mundo, um "propósito". Não digo um propósito mistico, de Deus, porque eu próprio não acredito, mas um propósito de vivermos a vida, gostarmos de viver, deixarmos a nossa marca. E todos deixamos a nossa marca, não importa se és um Einstein, um Marx, um Pitágoras, um Tesla..etc, todos iremos deixar algo, todos temos pessoas que querem saber de nós, se não agora, no futuro ou no passado, e nós de alguma forma tocámos essas pessoas, de uma forma ou outra, fazendo-as felizes, ou tristes, zangadas, com saudade... Todos nós merecemos viver, felizes, comfortáveis, e o nosso maior inimigo, por vezes, somos nós. Nós próprios cancelamos a nossa felicidade. Mas atenção, que eu não acho que querer ser feliz sempre, todos os momentos seja algo bom, ou realista também, por exemplo a tristeza, é algo essencial na vida, temos de ter o branco com o preto para realmente apreciarmos a vida, isto na minha opinião. Sentir-me triste não é algo exclusivamente mau.
O que eu quero dizer, sem deviar do assunto em si, é falar sobre : Será o peso da culpa e da ansiedade de uma mentira uma razão para evitar contar a mentira? - Eu minto, tal como todos as pessoas o fazem, mas a mentira que eu digo, leva-me para momentos maus. Eu sai do primeiro curso que frequentei, e entrei noutro, inicialmente feliz, inicialmente a pensar que algo iria ser diferente, e foi, no inicio mas após esta pandemia, e as aulas online começarem, eu parei de assistir às aulas, parei de fazer os trabalhos, e chumbei a bastantes cadeiras. Mesmo agora, minto e digo que estou no curso enquanto não vou a aula alguma. Porque é que eu faço isso? Porque eu verdadeiramente não gosto do curso, eu não quero estudar isto, mas não tenho a coragem de chegar aos meus pais e dizer isto, porque sinto medo, medo de me olharem com um olhar desapontado, triste, zangado. Eu sei que é dificil para eles pagarem a universidade, e eu dizer que não quero lá estar...seria mau. Seria melhor eu contar, sair do curso, tentar achar trabalho e ajudar e depois entrar em algo que gosto? Seria, claro. Mas falta-me a coragem, e não sei até onde consigo levar esta mentira. Algo que podem perguntar também, é o porque de eu ter ido para o curso no primeiro lugar. E bem, um pouco por "desespero" de entrar em algum, mas também porque a minha familia não possui o dinheiro para mudar de cidade, e eu entrar numa universidade dessa cidade, por isso estou um pouco restringido a uma só cidade. E claro, porque nao trabalhar um ano e tentar ir fazendo um "part-time" na cidade para onde for, e isso lembra-me de algo que a minha mãe me disse que foi "Não sabes fazer nada, vais trabalhar onde", quando lhe falei sobre trabalhar. E não estou zangado com ela, porque, de certa forma é verdade, o que é que eu realmente sei fazer? Claro que existem trabalhos fáceis iniciantes para começar, mas naquele tempo, levei a peito o que me foi dito, e fiquei quieto em casa. Eu queria estar a estudar outra coisa, mas penso que agora é "tarde demais" para realizar isso. Ainda vou a tempo? Claro, tenho 20 anos. Mas as mentiras, e os problemas estão a criar uma bola de neve demasiado grande que penso não conseguir parar, e quando ela explodir...
Se alguém leu até aqui, eu entendo que seja dificil de entender e ver o que eu quero passar, e explicar, e se houver interesse em "debater" ou esclarecer algo, os "pm's" estão abertos, mas ai está, para mim o que eu escrevo e digo na minha cabeça faz completo sentido, mas isso é porque eu sei todo o significado das minhas palavras, e tenho as memórias que se ligam a estas frases, e completam o sentido delas, o que vocês não possuem. Por isso que é sempre dificil eu falar e me explicar, porque irá sempre ser algo pessoal e intrapessoal, e trazer esses pensamentos para fora é dificil. Não sei se irei escrever algo mais no futuro, porque, apesar de aqui ter falado bastante, está muito espalhado o que quero dizer, apesar de não parecer, houve coisas que me doeram a escrever, porque me lembro do que passei no momento, e em letras, e frases, essa "melancolia" não é implicita.
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2020.11.25 09:05 Ryuukazi_01 Eu não tenho vontade de viver.

Oi, tudo bem?
Enquanto estou escrevendo isso, estou calmo agora. Mas notei que muitas vezes eu tenho medo de mim mesmo, em ter algumas recaídas de falta de vontade. Sim, falta de vontade. Não sei bem como iniciar o assunto… Então, sendo direto? Eu não tenho vontade de viver. Não sei como explicar bem em motivos, mas é como se nada fizesse sentido. Nada tem significado, nada tem um porquê, nada tem nada. E isso faz com que o esforço seja muito maior que as possíveis recompensas. E o que acontece se o esforço for muito maior do que a recompensa? Exato. Não há vontade. E é isso o que acontece comigo. Como eu não tenho significado em nada (ou seja, recompensa), tudo para mim é um pesar enorme, com a qual eu faço as coisas por fazer. Das mais básicas às mais complexas. Por isso pergunto tantos por quês (nada tem porquê para mim), por isso sou tão indeciso (sem significado, nada faz diferença), e por isso acabo tendo algumas crises de identidade (no final, eu me sinto culpado por ser assim. Porque eu não quero ser assim!).
Pra não perder a linha, vou começar assim; de trás pra frente. É por isso que sai de todas as redes sociais (Whatsapp, Facebook, Twitter, Instagram). Eu já nao postava nada, nadinha. Mas satisfazia as psssoas, e assim ninguém perguntava porque não tinha. Mas era como se os aplicativos fossem a minha caixa de pandora; Onde todos os meus monstros ganhavam vida – social, pessoal, profissional. Quando eu abro algum aplicativo, e vejo as pessoas felizes, realizadas, e etc... Eu me sinto um completo desajustado. Perguntas ficam se debatendo na minha cabeça, como: “Por que sou assim? Por que não posso ser como todo mundo? Qual meu problema? Será que sou amaldiçoado? Deus me odeia? Por que faria isso comigo?” E é então que vem a culpa: “Eu não quero ser assim... Eu me odeio... Odeio minha vida... Odeio minha aparência, minha mente, odeio quem eu sou. Tudo que eu quero e ser ou pessoa”. E bem, esse é o início de toda a crise de existência, e, porque eu sai de todas as redes socias. Elas me fazem mal. E sempre me lembram do que eu NÃO sou; mas deveria ser: Bonito, com vários amigos, vários planos de vida, e o mais importante; Feliz.
Também é por isso que não procuro relacionamentos. Quem, em sã consciência, iria se interessar por alguém assim? Depois de tudo que listei, acho que dispensa explicações. Mas ficar ao lado de alguém sem objetivos, sem ânimo. Um “de fora”, como se não fosse daqui (o que me lembra da minha vontade de ir embora – metaforicamente ou literalmente –, só quero sair por ai, rasgar meus documentos, e recomeçar tudo. Mesmo que signifique morrer (Sim, já pensei em suicídio. Mas nada muito sério. Afinal, se já está uma merda, que diferença vai fazer?). Mas voltando ao assunto. É como as pessoas costumam dizer: “Como que você espera gostar de alguém, se tu não gostar de si mesmo antes?”
Enfim, é isso. Não sei porque sou assim. Só sou. Desde criança, me lembro de nunca ter gostado de aglomerações (aniversários, gincanas, festas, etc...). Se ia um palhaço na escolinha, eu era o único que não achava graça. Se tinha festa junina eu odiava. Meu aniversário, até hoje não gosto. Mas nunca liguei muito também. Sempre considerei ser algo de criança. Crianças normalmente são tímidas as vezes.
Porém acho que o que seria um simples traço de personalidade, se agravou com uma má sorte da vida. Desde os meus 10 anos, ate os meus 14 anos, todo ano alguém morria. Primeiro, a minha avó materna de câncer. No ano seguinte, não morreu, mas minha mãe teve câncer, e passou o ano inteiro em hospitais. Mas no próximo, meu avô paterno, de câncer. No próximo, minha avó paterna, de câncer. No próximo, meu avô materno, pela idade. E no ano seguinte, pra finalizar, meus pais se divorciaram.
Esses 4~5 anos pegaram justamente a minha adolescência, então justamente, eu nao tive uma. Por conta de tantas pessoas sempre doentes, quem cuidava era minha mãe. Sempre indo em hospitais pra tomar conta. E meu pai trabalhava o dia todo pra nos sustentar. A questão é que eu ficava na casa de um amigo. E isso me fez sentir, o que seria ter tido uma família normal.
Eu sempre dormia na casa dele. Portanto, íamos sempre à igreja no domingo de manhã. Fazíamos churrascos. Íamos ao clube. Viajavamos para parentes deles, e etc. Lá tinha TV a cabo, então o pai dele assistia filme com a gente, jogos de futebol, e séries. Ele tinha um video-game, e vários vizinhos. Então jogávamos após a escola, chamávamos todos da rua, para fazer campeonatos. Jogávamos bola na rua, e outras brincadeiras. Eles foi o irmão que eu nunca tive; E a eles foram a família que eu nunca tive.
Várias vezes eu me pegava chamando a mãe dele de mãe, por engano. Ou pai dele de pai. Todas as vezes que eu voltava pra casa, era como "voltar pra realidade". Nós somos relativamente pobres. Não passamos fome, nem nada. Mas também não temos pra gastar. Então nunca tive TV a cabo, vídeo-game, e viagens apenas em datas comemorativas (tipo casamento de parente). Meus vizinhos eram todos idosos. E meu irmão de sangue tem o dobro da minha idade (Logo sempre morou fora e nunca conversava comigo). Minha mãe estava sempre trabalhando, ou cuidando dos enfermos da família. E meu pai trabalhado 12 horas por dia, todos os dias. Logo nunca pôde estar tão presente (Como pra ver filmes, jogar algo, me levar para esportes, ou simplesmente para conversar). E toda família tão ocupada assim... quem dera se se juntassem para churrascos ou igreja.
Com o passar da adolescência, minha auto-imagem também não foi das melhores. Eu tenho muitos pelos. Nada de anormal, apenas coisa de homem. Mas a moda hoje nao é essa nem de perto. E começou cedo em mim. Eu era obrigado a ir de blusa e calça na escola, mesmo apesar do imenso calor, para que nao chamasse a atenção. Eu nunca fui zuado, coisa de bullyin e tals. Mas porque nunca deixei nem sequer que notassem. Isso fazia com que eu nunca participasse de jogos de interclasse, pra nao ir de shorts. E nem que fosse ao clube (que era o prêmio), pra não tirar a camisa. Sempre usei cabelo grande. Mas para esconder a orelha (hoje já fiz cirurgia). E sempre usei aparelho nos dentes. Espinhas? Óbvio. Roupas e tenis? As velhas ganhadas de primos e irmão mais velho.
E essa é a questão: Eu cresci sozinho, em uma família humilde, sem grandes instruções de como se virar na vida. Minha mãe nao terminou o fundamental, e meu pai o colegial com supletivo. Logo, educação financeira, trabalho, universidade, intercâmbio, leituras... São coisas abstratas nas cabeças deles. Como que passariam algo para mim?
Hoje eu vejo o pessoal mais jovem saindo pra festas, tendo namoradas, famílias legais, e sempre estudando; Isso me gera uma mega sensação de uma vida que fora arrancada de mim. Mas que eu poderia tentar ainda... Porém estou sempre com um senso de urgência, que o tempo está passando, e tenho que fazer planos, estudar, juntar dinheiro, investir... Outrora ninguém me ensinará ou fara por mim. Mas ao mesmo tempo... não sei se quero.
Depois de muito reflexão, e juntando as peças para entender o porque das coisas que deram errado na minha vida, consegui tirar lissões muito valiosas. Hoje, já não me importo mais com muitas dessas coisas. Porém, hoje é isso: justamente, já não me importo mais. Não tenho uma religião. Não tenho uma família. Não tenho amigos. Não tenho vontade de nada. Não ligo pra mais nada. Parece que a energia que eu tinha na juventude se foi, e hoje estou cansado apesar de ainda novo [20]. E agora, não sei o que eu faço. O que vai me motivar? O que vai me fazer acordar de manhã e levantar da cama? O que vai me fazer querer viver?
Enfim, é isso. Se lá quem for você que leu isso, espero que esteja bem, e feliz. O Natal está chegando, então de valor aos seus bens, como família, estudos, juventude, e etc. Mas não se mate caso não às tenha, e seja gentil com as pessoas que podem não ter – a vida delas já é dura demais, e um pouco de gentileza pode fazer bem a elas. Bem, eu gostaria de finalizar com alguma citação ou um lição, como um presente valioso a que se tirar de todo esse drama que é a vida; Mas nao tenho. Mas, com muito amor e carinho, lhe desejo toda sorte do mundo!
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2020.11.23 12:52 LIS1050010 João Palhinha - entrevista ao jornal Record

João Palhinha tem sido um dos elementos em destaque no excelente arranque de temporada do Sporting CP. Em entrevista ao jornal Record, o médio formado em Alvalade falou sobre o bom momento dos leões, abordou a possível saída do Clube no último mercado de transferências e confessou o sonho de ser campeão pelo Sporting CP.
Bom arranque de temporada e mudanças no meio-campo
O míster adapta o jogo às características de cada um, apesar de ter na cabeça a ideia de jogo que quer. Sabe que me tem a mim e ao João Mário, ele mais ofensivo e eu mais defensivo. Posso falar também do Matheus [Nunes] e do ‘Dani’ Bragança. Neste meio-campo todos temos características diferentes uns dos outros. Pede-me que roube o maior número possível de bolas e que esteja preocupado com os equilíbrios, para evitarmos surpresas. Na parte defensiva tenho um papel mais influente do que o meu outro colega do meio, mas isso não significa que sirva exclusivamente para defender. Um jogador quanto mais completo for, melhor, e mais dinheiro ganhará. Estou cada vez mais completo, sim. Tenho muito a evoluir, faz parte do processo de aprendizagem. Todas as semanas o míster pede-nos coisas novas e tenta aperfeiçoar o modelo de jogo que implementou. Aos poucos vão olhando de maneira diferente, com mais respeito, e os resultados têm influência. O respeito ganha-se dentro de campo, independentemente da idade de cada um. Sinto termos todas as condições para surpreender. Obviamente, temos de ir com muita calma e passo a passo. Sabemos que estamos invictos no campeonato, mas algum dia vamos deixar de o ser. Isso é inevitável. E quando isso acontecer as pessoas têm de estar preparados e não meter as coisas num 8 ou 80, mas sim arranjar um meio-termo, com a consciência de que as coisas, correndo como estão a correr, vão a bom porto. Focamo-nos muito em nós, no nosso trabalho. Está tudo no início, não há campeões neste momento. É normal todo o ruído que se tem feito porque estamos a fazer bem o nosso trabalho. Quando se ganham jogos como temos ganho, com esforço e sacrifício, é normal que as pessoas na televisão comentem e que os jornalistas façam capas a valorizar o nosso trabalho. É bom, mas quando houver um jogo em que percamos temos de estar preparados para isso. “Presidente tem vivido momentos complicados” O Presidente tem vivido momentos complicados, difíceis, no clube. É preciso ter um grande estofo para aguentar tudo isto que tem acontecido, porque o Sporting passou por momentos muitos difíceis, talvez os mais difíceis da história do clube. Quando falei de o público ir ao estádio, acho que temos de remar todos para o mesmo lado, independentemente de gostarmos do Joaquim ou do Manel. Temos todos de estar juntos para as coisas correrem bem. O clube que estiver dividido é difícil as coisas saírem bem e é inevitável que a equipa sinta isso. 
Ausência de público nas bancadas
Qualquer jogador, profissional ou não, gosta de jogar com público, qualquer que seja a situação, gostando-se daquele ou do outro. Estando sempre a apoiar o clube do nosso coração temos de respeitar tudo e todos. Por isso, quando o público voltar aos estádios sei que isso não será impeditivo para deixarmos de fazer bem o nosso trabalho. Falo por mim, que gosto muito mais de jogar com um estádio cheio do que um vazio, que mais parece que estamos a fazer um treino em estilo de jogo. Espero que não falte muito para que o público volte aos estádios. 
Luta pela titularidade no meio-campo
São dois jogadores que me surpreenderam. O Matheus e o ‘Dani’ evoluíram muito. Todos os que partilham o meio-campo podem perfeitamente jogar. Se formos bem a ver, temos jogado os quatro, é bom para todos. 
Momento de forma de Pedro Gonçalves
O Pote está muito bem, não é preciso mexer [risos]. Felizmente as coisas estão-lhe a correr bem. É um jogador que no Famalicão jogava mais no meio-campo e que teve de mudar um bocadinho o chip para o sistema do Rúben, mas adaptou-se muito bem. Esperemos que continue assim. 
Chegada de João Mário
O ‘Jomi’ tem muita qualidade, toda a gente lhe reconhece isso. Em 2016, quando saiu do Sporting CP foi por valores astronómicos [40 milhões de euros, mais 5 milhões por objetivos, para o Inter]. Só isso demonstra bem o valor dele, que é inquestionável. Sinto-me um privilegiado por poder partilhar o meio-campo com ele. 
Aposta na formação
Ainda há pouco tempo comentei isso com o míster Emanuel Ferro. Fiquei surpreendido com a juventude, não o esperava. Por privar e treinar com eles, tenho uma noção diferente das coisas do que se tivesse de fora. Todos os miúdos que estão no plantel têm qualidade para lá estar, e vão aparecer mais. 
Atuação dos leões no mercado de transferências
Temos muito bom balneário, com união. A estrutura arranjou um misto de experiência e juventude. Acho que as pessoas olhavam para a nossa equipa como miúdos e tudo, mas acabamos por ser um misto das duas coisas. 
Sonho de ser campeão pelo Sporting CP
Tenho esse sonho, mas não é algo com que viva completamente obcecado. Fazendo-se as coisas com calma, trabalho e responsabilidade tem tudo para chegar a bom porto. Temos de estar sempre com a cabeça fria. Se já estivermos a pensar em maio, as coisas não vão correr bem. Queremos fazer o nosso caminho passo a passo. 
Começo de época a treinar sozinho
Deu-se muito eco a esse momento. O míster Rúben Amorim sempre me disse que contava comigo. Estava a treinar à parte dadas as coisas que estavam prestes a acontecer, e que depois acabaram por não acontecer. Quero aproveitar este momento para dizer que o míster Rúben Amorim ou a estrutura nunca me colocaram a treinar à parte com más condições, nada disso. A única justificação que se pode dar é essa. O míster sempre me disse que, caso não fosse vendido, era mais um jogador para ajudar a equipa. “Sempre me transpareceram a imagem de que contavam comigo” Sempre me transpareceram a imagem de que contavam comigo, ainda antes da pré-época começar. Por já ter trabalhado com o Rúben em Braga tinha essa confiança com ele para falarmos. Ele é um treinador que tem sempre à vontade para conversar com o jogador. Foi um fator que me agradou e tenho todo o gosto em dizer que é um grande treinador. Aliás, sinto-me lisonjeado por ter a confiança que tenho com ele. 
Elogios de Rúben Amorim
É sempre bom sermos elogiados, dá-me mais motivação. Eu e o Rúben temos essa confiança. Nesse caso elogiou-me, mas se tiver de me criticar, critica. É um meio-termo que arranjámos e que é muito favorável no processo de crescimento de qualquer jogador. 
Sistema de jogo dos leões
Falando um pouco do sistema de jogo, é uma tática inovadora para o campeonato português. Se não me engano, antes não havia nenhuma equipa que jogasse assim. E hoje já vemos certas equipas do campeonato a adaptaram-se nesta tática. Não estava à espera de que me adaptasse tão bem e fez-me evoluir. Por vezes estamos habituados a certo tipo de características e rotinas e isso obriga-nos a mudar o ‘chip’. Apesar de ser um jogador de equilíbrios, tenho a liberdade para chegar mais perto das zonas de finalização. “Ouço muita gente a falar da experiência e dos cursos dos treinadores” Ouço muita gente a falar da experiência e dos cursos dos treinadores… Falo do Rúben, como podia falar do míster Abel [Ferreira] ou de outros treinadores que apanhei, porque as pessoas falaram muito da questão do curso dele e de não ter experiência. E teve a carreira de futebolista que teve, o que equivale a não sei quantos anos de curso tendo em conta as vivências que teve ao longo da carreira. Não quero menosprezar os ensinamentos que se aprendem nos cursos, porque têm sempre a sua importância, mas acho que a real experiência aprende-se dentro de campo. Ele fala connosco de situações de jogo e é essa aprendizagem que nos faz evoluir, se no futuro quisermos ser treinadores. 
Futuro após término da carreira
Gostaria de seguir a carreira de treinador quando acabasse a de futebolista. Espero ainda estar longe disso, mas são coisas em que pensamos, dado que isto não é para sempre. Temos de ir idealizando um plano B. “Não é para qualquer um ser capitão do Sporting CP” Se o for, é com grande orgulho e extrema motivação, dados os anos da formação que conto. Tenho contrato com o Sporting há muitos anos. Não é para qualquer um ser capitão do Sporting, é uma grande responsabilidade. Se acontecesse era mais um momento de felicidade que teria na minha carreira. Varia de jogador para jogador. Temos tido sempre bons capitães. “Estive 15 dias trancado na Academia” Estive 15 dias trancado na Academia e com todo o tipo de condições, não nos faltou nada. Levavam-nos comida ao quarto e treinava, ainda que me tivesse ressentido do vírus. Quando achamos que somos fortes, é a prova de que ninguém é imune e todos os cuidados são poucos. Todos têm de respeitar as regras. O clube soube gerir essa situação muito bem, devido ao planeamento da equipa técnica e da estrutura. Lembro-me de que estávamos na Academia oito ou nove jogadores e outros elementos. Estava um grupo montado. Seguindo as indicações das entidades de saúde, então certamente as coisas vão correr bem. 
Possível saída na última janela do mercado de transferências
Naquela altura houve coisas que se falaram e que estiveram prestes a acontecer, mas depois acabaram por não acontecer. E se não aconteceu, é porque não tinha de acontecer. Na minha vida sempre pensei assim: se as coisas naquele momento não aconteceram, então é porque há algo melhor para conquistar. Numa entrevista que dei à Sporting TV tive a oportunidade de dizer que se tivesse saído do Sporting em 2018, dado que pouco joguei… Da mesma forma que se tivesse saído quando acabei a 2ª época no Sp. Braga, iria sempre ficar aquele vazio dentro de mim, por o Sporting ter sido um dos meus clubes de formação e ser o clube do meu coração. Ir para o estrangeiro e não ter conquistado o meu espaço ou ter demonstrado o meu valor num dos clubes que me formou seria um pouco… Iria ficar um vazio dentro de mim. “Campeonato inglês era aquele que mais me agradaria” Dadas as minhas características e pelo reconhecimento que dou a todos as ligas europeias, o campeonato inglês era aquele que mais me agradaria e onde mais me vejo a jogar. Obviamente que tenho esse sonho e objetivo, porque todos reconhecemos o valor da liga inglesa, como de outras, mas não vivo obcecado com isso. Quero é fazer um bom trabalho no Sporting, evoluir como jogador, fazer o máximo de jogos possível pelo clube. Quanto ao resto, é deixar as coisas acontecerem. “Neste momento, não é fácil ir à Seleção” As coisas vão acontecendo naturalmente. Espero estar perto! Reconheço que estão grandes jogadores na minha posição, neste momento não é fácil ir à Seleção Nacional. E não só pelo meio-campo, mas também pela defesa, ataque, guarda-redes… Temos muita qualidade. Alimento esse sonho todos os dias e trabalho para isso, é um dos principais objetivos e sonhos da minha carreira. Já tive a oportunidade de representar Portugal nas camadas jovens. Um dos maiores motivos de orgulho que um jogador pode ter é representar o seu país. Espero por isso que um dia possa chegar à Seleção Nacional e que não falte muito. Acho que encaixava bem, poderia dar coisas diferentes à Seleção. O Rúben, William e Danilo têm características diferentes. Não vivo obcecado com isso. Imagino-me muito a ouvir o hino com o estádio cheio de portugueses. É uma das imagens mais bonitas que me podem vir à cabeça. 
Regresso a Sacavém
As sensações são as melhores. Será um dos jogos mais especiais da minha carreira. Voltar a esta casa, que me acolheu quando tinha 14 anos, tem um grande significado. Estarei sempre agradecido por tudo que aqui vivi. Fiz amizades que ainda levo comigo. Não tinha visto o sorteio, estava a dar uma volta com um amigo. Recebi uma mensagem do meu pai, com a imagem do sorteio. Até lhe perguntei: ‘Estás a gozar ou a falar a sério?’. Pensei que era montagem (risos). Depois ele disse-me que era a sério. O Sporting tem uma dimensão totalmente diferente do Sacavenense, mas respeito terá de haver sempre. Queremos evitar surpresas. No campo são 11 contra 11 e as camisolas não podem pesar. Temos de encarar este jogo como se fosse da Liga dos Campeões. 
Chegada ao Sporting CP
Nem toda a gente sabe, mas vim aqui com o meu pai a um treino de captações, nos iniciados de 1º ano, e não me aceitaram. Saí daqui a chorar, a dizer que queria desistir. As rejeições nessa altura eram algumas e via o sonho adiar-se. Achava que não havia volta a dar. O meu pai e a minha mãe tiveram um papel muito importante nessas fases, porque me puxaram para cima. No ano a seguir voltei, fiquei e fiz o meu trajeto em crescendo. É uma história bonita que aqui deixei. Foi em 2012, em juniores, na primeira metade da época. Jogámos aqui contra o Sporting CP, cujo treinador era o míster Abel Ferreira, e perdemos por 2-1. Fiz um grande jogo e, no final, o míster Abel veio direto a mim e perguntou-me: ‘Queres vir para o Sporting em janeiro?’. Fiquei, tipo… Lembro-me que o meu coração começou a palpitar muito rápido. Já no passado tinham existido abordagens que não se concretizaram, julguei que fosse mais uma. Mas respondi: ‘Quero, míster’. Depois as coisas aconteceram naturalmente e em janeiro assinei contrato profissional com o Sporting. Para isso ter sido possível tenho de salientar o papel de duas pessoas: o míster Abel Ferreira e o sr. Aurélio Pereira. 
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2020.11.14 22:16 cuadrosmodernos Cuadros Estilo Nórdico

Cuadros Estilo Nórdico
DECORÁ TU LIVING CON CUADROS NORDICOS
Arte Abstracto renovado, este año llegó una corriente de arte abstracto en formas geométricas y dibujos de arte digital. Líneas simples y elementos abstractos están dominando la tendencia del diseño.
El arte minimalista continúa pisando fuerte, y ahora estamos presenciando la popularidad de esta tendencia, el art line, un diseño que consiste puramente en dibujos definidos pero simples, en combinación con el arte abstracto que a través de elementos gráficos da lugar a hermosas formas.
¿Por qué el art line, con sus líneas simples, se ha convertido en una forma de arte tan popular? Las líneas perfectamente dibujadas condensan el motivo solo a los contornos y validan la expresión menos es más. El arte abstracto nos permite pensar con libertad y creatividad: el color y la forma desempeñan un papel mucho más importante que lo que el motivo mismo transmite.
cuadros nórdicos
Personaliza tu hogar con estas formas de arte a través de su simpleza; crear un ambiente inspirador está al alcance de todos.
El arte abstracto es un arte que hace mirar dos veces, que te hace pensar y te lleva más allá de lo visual. Nuestra selección curada de láminas abstractas marca tendencia y al mismo tiempo sigue siendo una de las opciones más clásica.

cuadros abstractos
Estas impresiones no son solo manchas de pintura en un lienzo, son expresiones de amor realizadas por artistas de todo el mundo. Cada artista tiene su propia práctica y estilo distintivo y único, lo que significa que tenemos láminas que se adaptan a casi todos los gustos. Pero no te preocupes, no necesitas ser un erudito en Historia del Arte para tener estas hermosas obras de arte abstracto, son muy accesibles. Y cuando tus amigos te pregunten sobre el significado del cuadro que elegiste, solo deciles: ¡Significa que tengo buen gusto!
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2020.11.14 22:03 cuadros-decorativos El arte de decorar con cuadros abstractos

El arte de decorar con cuadros abstractos
EL ARTE DE DECORAR CON CUADROS ABSTRACTOS
Arte Abstracto renovado, este año llegó una corriente de arte abstracto en formas geométricas y dibujos de arte digital. Líneas simples y elementos abstractos están dominando la tendencia del diseño.
Cuadros Abstractos
El arte minimalista continúa pisando fuerte, y ahora estamos presenciando la popularidad de esta tendencia, los cuadros decorativos art line, un diseño que consiste puramente en dibujos definidos pero simples, en combinación con el arte abstracto que a través de elementos gráficos da lugar a hermosas formas.
¿Por qué el art line, con sus líneas simples, se ha convertido en una forma de arte tan popular? Las líneas perfectamente dibujadas condensan el motivo solo a los contornos y validan la expresión menos es más. El arte abstracto nos permite pensar con libertad y creatividad: el color y la forma desempeñan un papel mucho más importante que lo que el motivo mismo transmite.

Cuadros Abstractos
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2020.11.09 20:32 ElninoJesus Esta es mi filosofía de vida, ¿cuál es la tuya?

EL SENTIDO PARCIAL DE LA EXISTENCIA
En esta intencional breve redacción quiero dejar por escrito mi primer manifiesto metafísico, pues considero que puedo ya aportar algo o aclarar las ideas de alguien. Seguro que mucha gente piense al igual que yo, ojalá que en todos los sentidos sea así, la verdad es que no muchos disponen a hablar de estos temas. En fin, trataré esto con varios apartados:
-¿Qué son la vida y la muerte?
-¿Qué es la felicidad?
-¿Cuál es la finalidad del todo?
VIDA Y MUERTE
¿Somos conscientes de ello? Seguramente no, aún viéndolo día a día, estamos inmunizados ante tal acontecimiento. Como todo, la costumbre vulgariza, ya que somos seres de hábitos y tendemos a tachar lo irrelevante. La muerte es sentida en la televisión y escuchada por rumores de tus vecinos, pero nadie revuela atormentado por su inevitable destino. Es natural no prestarle atención, estamos ocupados en mantener nuestra condición más que en planear el qué pasará.
¿Compraste ayer el coche que tanto te costó?¿Terminaste de pagar la eterna hipoteca? Quizás dediques tu vida a conocer, ya seas un estudiante, un doctor, un filósofo, un curioso… Pero las acciones y el tiempo nos consumen como las ramas de una fogata, aún viendo que todo es en vano. En serio, si no valoras tu finalidad, ¿de qué sirve vivir? Nos preocupamos del trabajo, del qué dirán, del qué haré mañana, ¿pero para qué? Tanto el conocimiento como lo material se desintegra junto con nuestra consciencia, y ahí estamos muchos, como zombis, cojeando en linea recta. Quizás sea la falta de reflexión, quizás sea la aceptación, o incluso la negación.
Con esto te concluyo; todo se perderá, incluida tu inteligencia, tus recuerdos, osea, todo tu ser. Trata de replantearte esto y continúa leyendo si quieres. Bueno, y ¿qué es la vida?. Más bien qué no es la vida… La vida lo es todo, no puedes definir algo que irónicamente te define a tí. Es por esto que, en mi opinión, cuando nos lo preguntamos inducimos al error. Es como si nos encierran en una habitación sin puertas ni ventanas. ¿En qué país estoy?¿Qué calle es?¿Estoy bajo tierra?. Para definir algo necesitas una variable, un objeto que distinguir. ¿Cómo vas a distinguir tu consciencia?
¿Y la muerte qué es?. Yo creo que la muerte no es ningún estado de trascendencia, más bien un estado de ausencia momentánea. Sí, momentánea, la muerte es solo un salto del “más allá” a otra vida. Aclaremos, ¿antes de nacer estabas muerto?. Lo lógico es afirmarlo, tu cuerpo estaba tan desintegrado como lo estará una vez descompuesto. Si lo anterior a tu vida y lo futuro es dominado por un basto vacío, ¿qué te dió la vida?. No es seguro pero creo que son las mismas leyes del universo.
Piénsalo, nada es casualidad, todo está predispuesto a ocurrir, todo son leyes que el universo sigue a raja tabla. Pues la vida no es la excepción, al fin y al cabo somos materia que ha escalonado diversos estratos de complejidad molecular. Me parece por tanto obvio que la consciencia también forma parte del universo, no sé si materialmente, pero estoy seguro de que se rige de alguna norma. Así que es muy probable que volvamos a nacer espiritualmente, ya que estará preestablecido por alguna ley universal.
Ah, ¿y tú quién eres?. Intenta responder esta pregunta más allá de tu personalidad. Osea, a lo mejor te llamas Juan o Helena, pero más allá de eso no hay una segunda respuesta. Eres lo que la vida quiso que fueras, independientemente de tus elecciones. Pero la pregunta es, ¿por qué eres alguien concreto?. Podrías ser tu amigo o un desconocido, o no sé, incluso quizás un perro. ¿Cuáles son las normas que deciden depositar tu consciencia en un ser concreto?¿Azar?. Cuando viajes en coche o en tren acuérdate de esto y observa a esos cientos de personas que pasan ante tí, imagina todas esas experiencias, todas esas vidas paralelas a la tuya, pero que sin embargo son muy parecidas.
Son tantas las personas… Miles de millones, billones de tardes paseando bajo la lluvia, billones de madres arropando a sus hijos, billones de buenos recuerdos al igual que aquellas sordas calamidades. Antes no éramos ni un puñado de millones, y ahora hemos duplicado exponencialmente la población, esto significa que en un mismo trayecto temporal la gente ha ido naciendo y muriendo en masa.
Esto nos puede sugerir que las consciencias se crean y se destruyen, porque por ejemplo, cuando hubo 3 personas en la Tierra, al aparecer otras 5 ya serían en total 8, por lo que al coincidir la creación de estas consciencias en un misma línea temporal, ocurre que las almas no se reciclan, ¿no?, se crean. Si esto pasa, puede ser que nuestra consciencia no sea nada importante, y esté destinada a ser destruida, osea, a la muerte en su sentido más crudo.
Pero hay más opciones, lo dicho anteriormente ocurrirá si el alma tiene una relación temporal. Quiero decir, si el alma es material o existe en el plano temporal del universo, se verá obligado a seguir el ritmo del tiempo, por lo que será necesario crear y destruir vidas, ¿sí?. Como se intuye, la otra opción es que el alma se encuentre en otro plano de la existencia, entonces al no seguir el tiempo, este puede nacer, vivir, morir y retroceder en el tiempo para reciclarse. Nos reencarnaríamos en TODAS las foramas de vida posibles del universo. Por esta lógica, tú eres yo y yo soy tú, solo que estamos pasando por procesos distintos de la existencia. A lo mejor yo seré tú después de mi muerte, o a lo mejor ya fui tú antes de nacer.
Esta última opción es la más segura, porque me parece muy improbable que la muerte sea definitiva para el alma, ya que no podría experimentar el presente. Pues el principio de algo se complementa con el fin, no hay de otra. Vuelve a leer este párrafo muy detenidamente y hazme saber si no estás de acuerdo.
Ahora procederé con el significado real de la felicidad, una vez ya dejado de manifiesto estos principios que me parecen básicos para explicar la respuesta definitiva; la finalidad.
LA FELICIDAD
Es esencial dejar claro esto, y me gustaría tumbar una creencia muy extendida por la gente relacionada con la felicidad. Pues me parece que esta palabra se ha prostituido completamente por el placer. La felicidad no es sinónimo de hedonísmo, ni mucho menos, la sociedad ha enfocado el rumbo de sus vidas a sobrevalorar la satisfacción de un mecanismo biológico, que no es más que una herramiente evolutiva. El cuerpo humano creó el dolor para escapar de aquello que lo amenaza, y el placer no es más que una escusa para escapar del dolor. Es una forma de que hagamos lo que nuestra naturaleza quiere, mantenernos.
Vale, esto extrapolado a la realidad no tiene nada que ver. El mundo esconde un paradigama de blancos y negros que no somos capaces de detectar. Esto está ligado con nuestra biología, y por tanto nos aleja de la verdad, eso en primer lugar. Luego, la felicidad no es placer no solo porque nos aleja de la realidad, sino también porque no sabemos manejar nuestros sentimientos. Vemos como la sociedad, cada vez más accesible a los placeres más básicos, pierde la cordura por intentar alcanzar placeres cada vez más intensos. Lo vemos en drogas, lujuría, adicciones, etc.
La felicidad es un matiz de dolor y placer en todo caso. Es por esto que mi sinónimo ideal de felicidad es este; desafío. Contrastar el placer con sufrimiento es esencial para no sobrepasar el exceso de la recompensa. El desafío es el antibiótico ideal, porque nos fuerza a un tensión que se compensará con los placeres más básicos de la vida. Así que ahora mismo estamos avanzando a una sociedad de falsa satisfacción, dominado por una compulsividad que roza la locura: el consumo, la ansiedad de la orgía.
Concluyo con que la verdadera felicidad es el progreso, las necesidades biológicas pasan al segundo plano una vez son satisfechas. Eduquemos a la gente y a nosotros mismos para que no se contagie este hedonismo indirecto que propaga la sociedad actual.
LA FINALIDAD
Una vez valorado el posible destino de nuestra alma y desmentida la felicidad como finalidad, es momento de concluir porque estamos aquí y las consecuencias de lo dicho. Pero todo se resume en una simple y única alternativa; dejar un mundo mejor.
Nuestra vida es efímera, pero nuestro mundo lo es todavía menos. Como dije, nuestro tiempo es limitado al igual que todo lo que hagamos, no sirve de absolutamente nada tildar nuestro progreso personal como el todo. Porque entonces lo mismo es morir mañana que dentro de un año, que aunque a efectos subjetivos no es así, a efectos prácticos sí. Aunque disfrutemos la vida a tope, a efectos prácticos no habremos dejado ningún progreso destinado, estaremos igual de muertos como lo estuvimos en vida.
Podemos ver la realidad como un videojuego que pasarse, las vidas del personaje son las destinadas al progreso, y el planeta Tierra es como la partida en la que guardar el progreso. Si morimos, todo lo que hayamos dejado detrás es fundamental para escalar la finalidad. ¿Cuál es la finalidad? No se sabe, al menos yo no tengo una teoría, pero si una paradoja. El caso es que, dejando un mundo mejor podemos encontrar dos escenarios: el hedonismo definitivo o la “trascendencia”. El primero se debe a que, por leyes universales, sea imposible encontrar una respuesta y no nos quede otra más que vivir anclados en la realidad, así que ganaría el estilo de vida hedonista. Pero si por casualidad sí que hay una “transcendencia” o una misión o algo, será fruto del avance social, y esto no es más que la consecuencia de dejar un mundo mejor.
No hace falta inventar la cura contra el cáncer, tampoco ser un gran político o una gran persona, cada acción cotidiana contribuye a ello. Es cierto que cuanto más empeño pongamos y cuanto más decidamos mejorar nuestro entorno, mejor, pero podemos empezar por lo mínimo. Ya sea cuidar a un familiar, ayudar al vecino con una tarea o darle algo de comer a un pobre. No sé, simplemente luchemos por mejorar las cosas, no únicamente por nosotros.

PD.: Muchas gracias por leer y no olvides opinar :D! Aquí dejo mi blog por si os interesa: https://undiariocritico.blogspot.com/ Un saludo!
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2020.11.09 20:28 ElninoJesus Este es el porqué de mi filosofía de vida, ¿la tuya cuál es?

EL SENTIDO PARCIAL DE LA EXISTENCIA
En esta intencional breve redacción quiero dejar por escrito mi primer manifiesto metafísico, pues considero que puedo ya aportar algo o aclarar las ideas de alguien. Seguro que mucha gente piense al igual que yo, ojalá que en todos los sentidos sea así, la verdad es que no muchos disponen a hablar de estos temas. En fin, trataré esto con varios apartados:
-¿Qué son la vida y la muerte?
-¿Qué es la felicidad?
-¿Cuál es la finalidad del todo?
VIDA Y MUERTE
¿Somos conscientes de ello? Seguramente no, aún viéndolo día a día, estamos inmunizados ante tal acontecimiento. Como todo, la costumbre vulgariza, ya que somos seres de hábitos y tendemos a tachar lo irrelevante. La muerte es sentida en la televisión y escuchada por rumores de tus vecinos, pero nadie revuela atormentado por su inevitable destino. Es natural no prestarle atención, estamos ocupados en mantener nuestra condición más que en planear el qué pasará.
¿Compraste ayer el coche que tanto te costó?¿Terminaste de pagar la eterna hipoteca? Quizás dediques tu vida a conocer, ya seas un estudiante, un doctor, un filósofo, un curioso… Pero las acciones y el tiempo nos consumen como las ramas de una fogata, aún viendo que todo es en vano. En serio, si no valoras tu finalidad, ¿de qué sirve vivir? Nos preocupamos del trabajo, del qué dirán, del qué haré mañana, ¿pero para qué? Tanto el conocimiento como lo material se desintegra junto con nuestra consciencia, y ahí estamos muchos, como zombis, cojeando en linea recta. Quizás sea la falta de reflexión, quizás sea la aceptación, o incluso la negación.
Con esto te concluyo; todo se perderá, incluida tu inteligencia, tus recuerdos, osea, todo tu ser. Trata de replantearte esto y continúa leyendo si quieres. Bueno, y ¿qué es la vida?. Más bien qué no es la vida… La vida lo es todo, no puedes definir algo que irónicamente te define a tí. Es por esto que, en mi opinión, cuando nos lo preguntamos inducimos al error. Es como si nos encierran en una habitación sin puertas ni ventanas. ¿En qué país estoy?¿Qué calle es?¿Estoy bajo tierra?. Para definir algo necesitas una variable, un objeto que distinguir. ¿Cómo vas a distinguir tu consciencia?
¿Y la muerte qué es?. Yo creo que la muerte no es ningún estado de trascendencia, más bien un estado de ausencia momentánea. Sí, momentánea, la muerte es solo un salto del “más allá” a otra vida. Aclaremos, ¿antes de nacer estabas muerto?. Lo lógico es afirmarlo, tu cuerpo estaba tan desintegrado como lo estará una vez descompuesto. Si lo anterior a tu vida y lo futuro es dominado por un basto vacío, ¿qué te dió la vida?. No es seguro pero creo que son las mismas leyes del universo.
Piénsalo, nada es casualidad, todo está predispuesto a ocurrir, todo son leyes que el universo sigue a raja tabla. Pues la vida no es la excepción, al fin y al cabo somos materia que ha escalonado diversos estratos de complejidad molecular. Me parece por tanto obvio que la consciencia también forma parte del universo, no sé si materialmente, pero estoy seguro de que se rige de alguna norma. Así que es muy probable que volvamos a nacer espiritualmente, ya que estará preestablecido por alguna ley universal.
Ah, ¿y tú quién eres?. Intenta responder esta pregunta más allá de tu personalidad. Osea, a lo mejor te llamas Juan o Helena, pero más allá de eso no hay una segunda respuesta. Eres lo que la vida quiso que fueras, independientemente de tus elecciones. Pero la pregunta es, ¿por qué eres alguien concreto?. Podrías ser tu amigo o un desconocido, o no sé, incluso quizás un perro. ¿Cuáles son las normas que deciden depositar tu consciencia en un ser concreto?¿Azar?. Cuando viajes en coche o en tren acuérdate de esto y observa a esos cientos de personas que pasan ante tí, imagina todas esas experiencias, todas esas vidas paralelas a la tuya, pero que sin embargo son muy parecidas.
Son tantas las personas… Miles de millones, billones de tardes paseando bajo la lluvia, billones de madres arropando a sus hijos, billones de buenos recuerdos al igual que aquellas sordas calamidades. Antes no éramos ni un puñado de millones, y ahora hemos duplicado exponencialmente la población, esto significa que en un mismo trayecto temporal la gente ha ido naciendo y muriendo en masa.
Esto nos puede sugerir que las consciencias se crean y se destruyen, porque por ejemplo, cuando hubo 3 personas en la Tierra, al aparecer otras 5 ya serían en total 8, por lo que al coincidir la creación de estas consciencias en un misma línea temporal, ocurre que las almas no se reciclan, ¿no?, se crean. Si esto pasa, puede ser que nuestra consciencia no sea nada importante, y esté destinada a ser destruida, osea, a la muerte en su sentido más crudo.
Pero hay más opciones, lo dicho anteriormente ocurrirá si el alma tiene una relación temporal. Quiero decir, si el alma es material o existe en el plano temporal del universo, se verá obligado a seguir el ritmo del tiempo, por lo que será necesario crear y destruir vidas, ¿sí?. Como se intuye, la otra opción es que el alma se encuentre en otro plano de la existencia, entonces al no seguir el tiempo, este puede nacer, vivir, morir y retroceder en el tiempo para reciclarse. Nos reencarnaríamos en TODAS las foramas de vida posibles del universo. Por esta lógica, tú eres yo y yo soy tú, solo que estamos pasando por procesos distintos de la existencia. A lo mejor yo seré tú después de mi muerte, o a lo mejor ya fui tú antes de nacer.
Esta última opción es la más segura, porque me parece muy improbable que la muerte sea definitiva para el alma, ya que no podría experimentar el presente. Pues el principio de algo se complementa con el fin, no hay de otra. Vuelve a leer este párrafo muy detenidamente y hazme saber si no estás de acuerdo.
Ahora procederé con el significado real de la felicidad, una vez ya dejado de manifiesto estos principios que me parecen básicos para explicar la respuesta definitiva; la finalidad.
LA FELICIDAD
Es esencial dejar claro esto, y me gustaría tumbar una creencia muy extendida por la gente relacionada con la felicidad. Pues me parece que esta palabra se ha prostituido completamente por el placer. La felicidad no es sinónimo de hedonísmo, ni mucho menos, la sociedad ha enfocado el rumbo de sus vidas a sobrevalorar la satisfacción de un mecanismo biológico, que no es más que una herramiente evolutiva. El cuerpo humano creó el dolor para escapar de aquello que lo amenaza, y el placer no es más que una escusa para escapar del dolor. Es una forma de que hagamos lo que nuestra naturaleza quiere, mantenernos.
Vale, esto extrapolado a la realidad no tiene nada que ver. El mundo esconde un paradigama de blancos y negros que no somos capaces de detectar. Esto está ligado con nuestra biología, y por tanto nos aleja de la verdad, eso en primer lugar. Luego, la felicidad no es placer no solo porque nos aleja de la realidad, sino también porque no sabemos manejar nuestros sentimientos. Vemos como la sociedad, cada vez más accesible a los placeres más básicos, pierde la cordura por intentar alcanzar placeres cada vez más intensos. Lo vemos en drogas, lujuría, adicciones, etc.
La felicidad es un matiz de dolor y placer en todo caso. Es por esto que mi sinónimo ideal de felicidad es este; desafío. Contrastar el placer con sufrimiento es esencial para no sobrepasar el exceso de la recompensa. El desafío es el antibiótico ideal, porque nos fuerza a un tensión que se compensará con los placeres más básicos de la vida. Así que ahora mismo estamos avanzando a una sociedad de falsa satisfacción, dominado por una compulsividad que roza la locura: el consumo, la ansiedad de la orgía.
Concluyo con que la verdadera felicidad es el progreso, las necesidades biológicas pasan al segundo plano una vez son satisfechas. Eduquemos a la gente y a nosotros mismos para que no se contagie este hedonismo indirecto que propaga la sociedad actual.
LA FINALIDAD
Una vez valorado el posible destino de nuestra alma y desmentida la felicidad como finalidad, es momento de concluir porque estamos aquí y las consecuencias de lo dicho. Pero todo se resume en una simple y única alternativa; dejar un mundo mejor.
Nuestra vida es efímera, pero nuestro mundo lo es todavía menos. Como dije, nuestro tiempo es limitado al igual que todo lo que hagamos, no sirve de absolutamente nada tildar nuestro progreso personal como el todo. Porque entonces lo mismo es morir mañana que dentro de un año, que aunque a efectos subjetivos no es así, a efectos prácticos sí. Aunque disfrutemos la vida a tope, a efectos prácticos no habremos dejado ningún progreso destinado, estaremos igual de muertos como lo estuvimos en vida.
Podemos ver la realidad como un videojuego que pasarse, las vidas del personaje son las destinadas al progreso, y el planeta Tierra es como la partida en la que guardar el progreso. Si morimos, todo lo que hayamos dejado detrás es fundamental para escalar la finalidad. ¿Cuál es la finalidad? No se sabe, al menos yo no tengo una teoría, pero si una paradoja. El caso es que, dejando un mundo mejor podemos encontrar dos escenarios: el hedonismo definitivo o la “trascendencia”. El primero se debe a que, por leyes universales, sea imposible encontrar una respuesta y no nos quede otra más que vivir anclados en la realidad, así que ganaría el estilo de vida hedonista. Pero si por casualidad sí que hay una “transcendencia” o una misión o algo, será fruto del avance social, y esto no es más que la consecuencia de dejar un mundo mejor.
No hace falta inventar la cura contra el cáncer, tampoco ser un gran político o una gran persona, cada acción cotidiana contribuye a ello. Es cierto que cuanto más empeño pongamos y cuanto más decidamos mejorar nuestro entorno, mejor, pero podemos empezar por lo mínimo. Ya sea cuidar a un familiar, ayudar al vecino con una tarea o darle algo de comer a un pobre. No sé, simplemente luchemos por mejorar las cosas, no únicamente por nosotros.

-PD.: Aquí dejo mi blog: https://undiariocritico.blogspot.com/ por si os interesa. Y muchísimas gracias por leer! Un saludo y no olvides opinar :D
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2020.11.08 12:06 iam_j16 No le encuentro sentido a mi vida

tengo 21 años, nunca en mi vida he tenido novia, ni he besado a nadie, no he visto a mis únicos amigos en meses, estoy desempleado, cada vez me siento peor. Tengo miedo de morir solo, de que mi vida no tenga significado y que no pueda hacer nada de provecho con ella. A veces siento que sería mejor terminar con todo de una vez por todas, hasta ahora he podido controlar esa sensación, pero cada vez la veo más y más factible, no quiero sentirme así, de verdad quiero hacer algo con mi vida, pero las mas de las veces termino no haciendo nada, solo me recuesto en mi cama todo el día, usando mi celular o mi laptop, que debo hacer? cómo puedo tener una verdadera motivación para hacer las cosas? cómo puedo dejar de sentirme como un inútil? por favor, si alguien tiene algún consejo que pueda darme, lo agradecería mucho, y si no tienen un consejo, al menos podrían contarme como se sienten ustedes, me hace sentirme mejor el no sentirme solo
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2020.11.07 21:04 lunchmeat317 Streak 70: Salud Mental

¡Qué casualidad! He estado pensando en este tema durante este semana. Me he dado cuenta de que no estoy muy contento en este momento, y quiero cambiar unas cosas. Ya he escrito un poco de pensamientos en este subreddit; quiero cambiar unas cosas durante los cinco años que viene.
Vivo solo en una ciudad y tengo pocos amigos. La mayoría de mis relaciones son conocimientos o colegas, entonces usualmente no tengo muchas personas con quién para hablar de pensamientos y sentimientos. Tampoco tengo familia aquí, pues vivo en Seattle y mi madre vive in Florida, además, la relación con mi madre es un poco rara. (Tengo 34, pero mi madre no me ve así, entonces, aún no me trata como adulto. ¡Qué fastidio!) Entonces, aunque no hubiera la distancia social, yo me sentiría sólo.
Creo que lo más importante hoy en día es tener una meta; hay que tener proyectos y pasatiempos para pasar el tiempo. Sin embargo, a veces me siento un poco triste, o sea, desanimado, porque no tengo muchas personas cerca de mí. Trato de concentrarme en unas cosas, como por ejemplo la música, el español, el ajedrez y otras cosas así, pero a menudo me siento como si todo fuera vacía, o sea, sin significado. No sé.
Tengo que quejarme un poco, porque en este año, quería tomar la prueba de SIELE. Resulta que no puedo hacerlo en este año o en el próximo año por la pandemia; la universidad en la que tome la prueba está cerrado, y no sé cuándo va a abrir de nuevo. Supongo que tengo que esperar hasta el fin de la cuarentena.
Estoy tratando de animarme y seguir en camino, pero a veces no quiero hacer nada más que acostarme y dormir hasta el fin de todo. Empieza ahora el invierno en mi cuidad; en vez del sol y los cielos azules, vamos a tener la lluvia y los cielos grises por seis meses o algo así. Creo que el invierno va a ser muy duro para mí en los meses que vienen.
Pues, ni modo. Quejarme no cambia nada, todavía estoy solo sin animo. Pero voy a seguir en camino y ya, no hay nada más que hacer. Gracias por leer.
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2020.11.02 21:34 DanteNathanael De la medicina a la psicología.

Debido a que he estado un poco muy desganado con todo, estuve hablando con una grandiosa amiga de esto, y tuve la idea de escribir acerca de lo que planeaba hacer con las cosas que planeaba hacer, es decir, en qué posible consecuencia pudieran tener las intenciones que tengo en cuanto a las varias áreas que conforman lo que es mi vida: artístico, educativo, económico, social y personal. En este largo escrito—que en un momento aclaro el porqué—solamente trataré con el aspecto educativo, pero en sí ninguna de estas "delimitadas áreas" son tan delimitadas en sí, pues están íntimamente conectadas entre ellas, pero aún así, aunque se roce repentinamente con lo personal, lo social y lo artístico, su énfasis principal es lo educativo, en el sentido de que trato de explorar si realmente estoy seguro de lo que estoy haciendo, de todo lo que tengo que estudiar y pasar a través de, no solamente para lograr mi intención designada, pero también para llegar preparado a ella cuando la oportunidad se presente.
Así que hable de esto. Estuve pensando un poco y algunos fragmentos de lecturas brotaron en mi cabeza, pero fue cuando abrí YT que un video de Alan Watts leyendo un fragmento de Carl Jung me fue recomendado. Iba a poner música para empezar a hacer otras cosas, pero este video llamó mucho mi atención, así que sin pedos lo abrí. . . . Y bueno, este es el fragmento que Watts leyó:
Es fácil para el médico mostrar comprensión a este respecto, dirás. Pero la gente olvida que incluso los médicos tienen escrúpulos morales y que ciertas confesiones de pacientes son difíciles de tragar incluso para un médico. Sin embargo, el paciente no se siente aceptado a menos que también se acepte lo peor que hay en él. Nadie puede lograr esto con meras palabras; viene solo a través de la reflexión y de la actitud del médico hacia sí mismo y su propio lado oscuro. Si el médico quiere guiar a otro, o incluso acompañarlo un paso del camino, debe sentir con la psique de esa persona. Nunca lo siente cuando emite un juicio. Ya sea que exprese sus juicios en palabras o se los guarde para sí mismo, no hace la menor diferencia. Adoptar la posición contraria y estar de acuerdo con el paciente de improviso tampoco sirve de nada, pues lo aleja tanto como la condena. El sentimiento viene solo a través de una objetividad sin prejuicios. Esto suena casi como un precepto científico, y podría confundirse con una actitud mental puramente intelectual y abstracta. Pero lo que quiero decir es algo bastante diferente. Es una cualidad humana, una especie de profundo respeto por los hechos, por el hombre que los sufre y por el enigma de la vida de ese hombre. La persona verdaderamente religiosa tiene esta actitud. Sabe que Dios ha hecho que sucedan todo tipo de cosas extrañas e inconcebibles y busca de las formas más curiosas entrar en el corazón de un hombre. Por tanto, siente en todo la presencia invisible de la voluntad divina. Esto es lo que quiero decir con "objetividad sin prejuicios". Es un logro moral del médico, que no debe dejarse repelir por la enfermedad y la corrupción. No podemos cambiar nada a menos que lo aceptemos. La condenación no libera, oprime. Y yo soy el opresor de la persona a la que condeno, no su amigo y compañero de sufrimiento. No quiero decir en lo más mínimo que nunca debamos emitir juicios cuando deseamos ayudar y mejorar. Pero si el médico desea ayudar a un ser humano, debe poder aceptarlo tal como es. Y puede hacer esto en realidad solo cuando ya se ha visto y aceptado a sí mismo como es.
Quizás esto suene muy simple, pero las cosas simples son siempre las más difíciles. En la vida real se requiere que el arte más grande sea simple, por lo que la aceptación de uno mismo es la esencia del problema moral y la prueba de fuego de toda nuestra perspectiva de la vida. Que dé de comer al mendigo, que perdone un insulto, que ame a mi enemigo en el nombre de Cristo, todas estas son indudablemente grandes virtudes. Lo que hago al más pequeño, hermanos míos, eso se lo hago a Cristo. Pero, ¿y si descubriera que el más pequeño de todos, el más pobre de todos los mendigos, el más descarado de todos los transgresores—sí—el mismísimo demonio, que estos están dentro de mí, y que yo mismo necesito la limosna de mi propio bondad, que yo mismo soy el enemigo al que hay que amar? ¿Qué entonces? Entonces, por regla general, se invierte toda la verdad del cristianismo: entonces no se habla más de amor y longanimidad; le decimos al hermano dentro de nosotros “Raca”, y nos condenamos y nos rabiamos a nosotros mismos. Lo escondemos del mundo, negamos haber conocido a este más pequeño entre los humildes en nosotros mismos, y si hubiera sido Dios mismo quien se acercó a nosotros en esta forma despreciable, lo habríamos negado mil veces antes de que un solo gallo cantara.
[ . . . ]
La curación puede llamarse un problema religioso. En el ámbito de las relaciones sociales o nacionales, el estado de sufrimiento puede ser una guerra civil, y este estado debe ser curado por la virtud cristiana del perdón y el amor a los enemigos. Lo que recomendamos, con la convicción de buenos cristianos, como aplicable a situaciones externas, también debemos aplicarlo internamente en el tratamiento de la neurosis. Por eso el hombre moderno ha escuchado bastante sobre la culpa y el pecado. Está bastante acosado por su propia mala conciencia, y más bien quiere saber cómo se reconciliará con su propia naturaleza, cómo amar al enemigo en su propio corazón y llamar al lobo su hermano.
El hombre moderno no quiere saber de qué manera puede imitar a Cristo, sino de qué manera puede vivir su propia vida individual, por pobre y poco interesante que sea. Debido a que toda forma de imitación le parece insensible y estéril, se rebela contra la fuerza de la tradición que lo mantendría en caminos trillados. Todos esos caminos, para él, conducen en la dirección equivocada. Puede que no lo sepa, pero se comporta como si su propia vida individual fuera la voluntad especial de Dios, que debe cumplirse a toda costa. Ésta es la fuente de su egoísmo, que es uno de los males más tangibles del estado neurótico. Pero la persona que le dice que es demasiado egoísta ya ha perdido la confianza, y con razón, porque esa persona lo ha empujado aún más hacia su neurosis.
Si deseo efectuar una cura para mis pacientes, me veo obligado a reconocer el profundo significado de su egoísmo, sería ciego, de hecho, si no lo reconociera como una verdadera voluntad de Dios. Incluso debo ayudar al paciente a prevalecer en su egoísmo; si tiene éxito en esto, se aleja de otras personas. Él los ahuyenta y vuelven en sí mismos como deberían, porque buscaban despojarlo de su "egoísmo sagrado”. Debe dejarse esto con él, porque es su poder más fuerte y saludable; es, como he dicho, una verdadera voluntad de Dios, que a veces lo lleva a un aislamiento total. Por miserable que pueda ser este estado, también le resulta muy útil, ya que sólo de esta manera puede llegar a conocerse a sí mismo y aprender qué tesoro invaluable es el amor de sus semejantes. Además, es sólo en el estado de completo abandono y soledad que experimentamos los poderes útiles de nuestra propia naturaleza.
Cuando uno ha visto varias veces este desarrollo en acción, ya no puede negar que lo que era malo se ha convertido en bien, y que lo que parecía bueno ha mantenido vivas las fuerzas del mal. El archidemonio del egoísmo nos lleva por el camino real hacia esa reunión que exige la experiencia religiosa. Lo que observamos aquí es una ley fundamental de la "enantiodromía" o conversión en lo contrario; y es esto lo que hace posible el reencuentro de las mitades en guerra de la personalidad y, por lo tanto, pone fin a la guerra civil.
—Jung C. G. (1958). Psychotherapists or the Clergy, in Psychology and Religion: West and East (The Collected Works of C. G. Jung, Volume 11). §§ 519-520, 523-526. 2nd ed. Edition. (1975). New Jersey: Princeton University Press. [Traducido en Google Translate y revisado por mi.]
Lo que todo esto quiere decir puedo retratarlo en un pequeño resumen acerca de como de querer trabajar en el ámbito de la medicina corporal, pase a querer trabajar en la medicina mental.
A muchos les he contado esa historia acerca de cómo cuando estaba saliendo de la primaria, con mi mamá llevándome a casa, vi a una pareja peleándose en el metro, haciendo una impresión muy fuerte en mí y plantando la intención de "ser el mejor novio que pudiera ser." Bueno, mis ex-parejas pueden decir que tan tremendamente falle en ello, pero en mí defensa no tengo defensa, si no una simple confesión de que no sabía qué mierda era lo que estaba haciendo, lo que era ser "el mejor novio que pudiera," porque para empezar ni sabía quién demonios era, mucho menos de las capacidades que tenía.
Porque claro, es un logro, pero bien encaminados, todos pueden llegar a ser detallistas, atentos y expresivos, pero, en sí, ¿por qué no lo somos? ¿qué es lo que nos hace, digamos, querer una relación estable, y estar detrás de una o varias personas que realmente solo son dulces visuales, que las o los vemos y solo con eso nos imaginamos algo juntos, llenando los blancos desconocidos con nuestros propios espacios ciegos, proyectando aquello que no es más que potencial nuestro en alguien más? Así, ¿por qué tantas personas, aún sabiendo que todas aquellas cosas que llaman cínicamente placeres, los consumen y/o practican? ¿por qué no vamos al doctor? ¿por qué no nos damos lo mejor a nosotros y actuamos a veces tan egoísta y obstinadamente?
Y ahí está la situación, todos en algún punto, con el entrenamiento debido, uniendo las solitarias luces rojas que se prenden en el cuerpo, vómitos, afecciones histológicas, dolores, inflamaciones, etcétera, podríamos llegar a saber qué es lo que pasa. Pero una cosa muy diferentes es entender porqué, el porqué de las causas, el porqué de las consecuencias y su efecto psicológico sobre el individuo en cuanto a su relación con la aflicción de la cual sufre y de todas sus razones. Porque hay y habrá excelentes personas profesionales que puedan saber esto, que puedan curar enfermedades con sus medicinas y tratamientos, ser una luz medica en un mundo de entropía de salud. Pero, ¿quién realmente mira incluso a los mismos médicos? ¿quién mira dentro de la medicina y ve una aliada y no un único camino al cuerpo y sus misterios? ¿quién puede calmar y ayudar tanto el cuerpo como a la mente, al tanto de su intimacía? Bueno, también hay muchas personas en este ámbito, pero no por ello no significa que ya no quiera ser parte de ellas. Al contrario, quisiera pertenecer a ellas aún más, pues habrá una cierta comunidad. No espero que todos sean perfectos, así como yo no lo soy. Hell, de hecho, no espero nada más que encontrar personas reales con inclinaciones similares, pues el esperar es no aceptar la realidad, escapar a un reino de falsa positividad que realza las sombras detrás, quienes dejadas lo suficientemente tiempo sin atención, por generación de inconsciencia, por ser ignorantes a la Vida que se genera, opera, crece y vive en ellas, eventualmente toman la consciencia por la espalda de sorpresa y giran todo de cabeza, cambiando el rumbo hacía la dirección contraria y posiblemente destruyendo la empresa entera—el no aceptar la realidad es no hacer lo mejor con ella, es robarse a uno de la capacidad total que se pudiera tener para operar sobre ella, y aún más, para posiblemente lograr generar un cambio colectivo—pues cuando se opera sobre la realidad, se opera sobre lo universal, por más personal que aparente ser la obra, aunque duela, aunque aparente ser algo solitario, siempre brindará frutos verdaderos, alejados del escapismo, de las ilusiones interiores.
Así que, con ello, creo que estoy verdaderamente en un camino que adoro, porque es algo real, algo que afecta a todos por igual, sea cual sea la profesión, la edad, el sexo, la nacionalidad, &c. Así como también algo que me está ayudando a mí mismo, para cumplir, entre muchas otras cosas, una sanación y orientación eficaces y sinceras para aquellas intenciones que guardo en mi corazón, entre ellas, aquella que se generó saliendo de la primaria.
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2020.11.01 18:10 Destined_2_Fail ¿Qué es lo más raro que han soñado?

Hola amigos de reddit, el día de hoy voy a contarles lo que acabo de soñar, no creo en los significados de los sueños ni nada de eso, solo se me hizo curioso, pero se acepta cualquier opinión. En base a esto me surgió la duda de ¿qué es lo más raro que han soñado?
Bueno aquí va el mio, no es una historia, realmente soñé esto y apenas me desperté empecé a redactarlo, no soy escritor ni nada, así que si hay algún error por favor disculpen, no publico mucho aquí, pero bueno.
ADVERTENCIA DE MUCHO TEXTO
No recuerdo como empezaba el sueño, recuerdo simplemente que iba con un grupo de personas, todos eran desconocidos, llegamos a una mansión donde vivían personas adineradas, logramos entrar y decidimos separarnos por parejas, a mi me tocó ir con otro chico que no conocía de nada, inicialmente no sabía que íbamos a hacer o para qué habíamos entrado, así que solo seguía al otro tipo, cuando estabamos subiendo una escalera nos cruzamos de frente con un hombre y una mujer de los que vivían allí, eran algo mayores, entre los 60 o 70 años, aquí empieza lo raro ya que sin pensarlo empezamos a atacarlos a ambos, fue una escena bastante gráfica, hubo mucha sangre, recuerdo que la mujer murió pero el hombre aún lleno de sangre y con la cara desfigurada se puso de pie y empezó a perseguirnos, en ese momento ya no lo atacabamos sino que estabamos huyendo de él, seguimos subiendo y subiendo pisos de la mansión y en cada piso encontrabamos escenas de crimen iguales, eran parejas asesinadas violentamente, la única diferencia es que estos cuerpos ya estaban cubiertos y el área estaba acordonada, lo cual significaba que la policia ya había llegado, nosotros seguíamos tratando de ocultarnos, ya no solo del tipo que no pudimos matar sino de la policia también, entonces nos separamos sin decir nada, yo entré a un cuarto y desde una ventana vi un auto que se me hizo familiar por lo tanto decidí bajar y tratar de llegar al auto, bajé sin problema alguno, nada de policias ni el tipo, tampoco volví a ver a ninguno del grupo que entramos a la mansión. Salí simplemente por donde había entrado y allí cerca al auto me estaba esperando gente que actuaban como si me conocieran de siempre, como si fueran familia, yo hice lo mismo, los traté igual y cuando nos íbamos a subir al auto para irnos, en la parte trasera del auto estaba el tipo que habiamos dejado medio muerto, pero estaba allí sentado, me vio, no dijo nada, me senté, el auto arrancó, no recuerdo que pasó después de eso y luego me desperté...
Me desperté en el mismo auto pero en un lugar completamente distinto, yo iba en la parte trasera y creo que mi papá iba conduciendo, no había nadie más allí, estaba algo confundido y sorprendido y pensé "que sueño tan raro, tengo que escribirlo en reddit" no sé que pasó después ya que mi gato entró a mi habitación y esta vez me despertó en la vida real. Eso fue todo amigos, gracias por leer si es que llegaron hasta aquí :)
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2020.10.12 17:08 LoquenDiego Creepypastas Nocturnas

Cuarentena, una palabra que no hubiera pensado decir, una palabra que hace unos años no le hubiera prestado la atención, no pensaría que me afectaría tanto tiempo en mi vida, he estado encerrado en casa desde aquel día de marzo donde prácticamente salir, es un delito y te pueden matar por ello, lo sé suena raro. Yo era un simple adolescente que vivía su vida día a día, estaba en mi último año de la preparatoria, pero como puedes deducir todo se fue a la mierda. No es por nada pero, a veces siento que el destino nos esperó para jodernos en esta parte de nuestras vidas. Como sea. El hecho de no salir me generaba varios conflictos conmigo mismo, no sabía que carajos hacer para poder des estresarme de las clases virtuales, no tengo consola de videojuegos, no porque no me gusten, sino más bien porque para serles honesto yo mismo me doy cuenta que no suelo jugar tantos videojuegos, o al menos no los suficientes como para querer gastar alrededor de 400 dólares en una consola de videojuegos. Los días pasaban y nada nuevo, no aprendo nada en mis clases en línea, en serio que no se puede enseñar muy bien, estoy pensando en entrar en alguna ingeniería en la universidad, pero para serles totalmente sincero, no creo que esto mejore pronto, debo de confesar que la escuela virtual no es tan efectiva como uno esperaría, siempre ocurre algo, o somos nosotros o es algún chistoso que se quiere meter a la clase sólo para jodernos a todos, odio todo esto, si tan solo pudiera regresar al 2019. Este año es una reverenda mierda. A veces me gusta oír el sonido de la naturaleza, admirar lo bella que puede ser, pero también lo aterradora que puede resultar para mí, para otras personas. Por lo general ignoro todo lo que ocurre a mi alrededor, no quiero saber más sobre otras personas ignorantes y estúpidas que piensan que todo es mentira, que antenas de telefonía generan radiación, en fin, vivir en un país como este a veces te hace sentir impotente al pensar que afuera en otros países este tipo de personas hacen que otros países te vean a ti como uno de ellos, pero yo no soy como ellos, yo soy diferente. Al menos siento que no soy un simple conjunto de aparatos y sistemas, cuya evolución menor son unas simples partículas subatómicas. A veces siento que nací para algo más. Mis padres al estar divorciados me dejaban mucho tiempo solo, siempre estaban peleando por los bienes compartidos, lo que me hizo sentir que era lo que sobraba y por supuesto, lo que estaba ahí para que se lo quedara el más miserable. Ahora mismo vivo con mi madre la cual ha tenido algunos problemas con el alcohol, mi padre por otro lado; no sé cómo está, mi madre no me deja ir a visitarlo, estamos atrapados en un pequeño mundo donde me siento indefenso y me siento por otro lado, apartado, me siento solo, mis amigos siempre están ahí pero me deprimo con relativa frecuencia al siempre tenerme que estar limitado por una pantalla para poder interactuar con ellos como es debido. A veces sólo quisiera que todo volviera a ser como antes, esperar el fútbol cada semana, salir con mis amigos, etc. Pero supongo que por lo pronto esa mierda nada más es una ilusión, realmente deseo cambiar las cosas. Pero no puedo hacer nada en encerrado. Pasaron los días, nada nuevo salvo una burda graduación en línea y nada más. Espero que enserio esto acabe estoy comenzando a hacer cosas diferentes. Comienzo a ver series horribles en Netflix con tal de no aburrirme, comienzo a ver cosas distintas. Un día en una cena con mi madre que efectivamente estaba algo ebria, le pregunté, Mamá, ¿Porqué dejaste a Papá?. Lo siguiente que me dijo me quitó el aliento, mi madre me contestó que hace unos meses mi papá le confesó que trató de ahogarla, ponerle encima un trapo, y ahogarla con gasolina, aquello me dejó en shock. Después prosiguió a contarme que mi padre sufría de esquizofrenia, pero hasta cierto punto pensó que era inofensiva, estaba claro que no era así. Me levanté del asiento, no quería saber nada, sólo quería irme a mi otra vida, me rehusaba a crecer en esta mierda de pandemia, estoy dispuesto a dar lo que sea por cambiar todo esto, sólo quiero mi vida de nuevo. El día 9 de Julio del 2020 a las 23 horas aproximadamente. Ocurrió uno de los eventos más raros que me han pasado, en mi ciudad, varios edificios colisionaron entre sí. Lo que ocurrió que varias casas en mi vecindario sintieran la colisión y varias de ellas entre la cual destaco la mía casi se desploman en el suelo, afortunadamente no hubo heridos, más que afortunado diría que fue un total milagro, no hay muchos casos donde ocurra algo así, ya que si no estuviera esa pandemia, quien sabe cuántas personas hubieran muerto, por un momento me alegré que esta enfermedad existiera, ya a las pocas horas volvió mi sentimiento de indiferencia. Mientras veía la noticia, notaba que alguien me veía. No logré distinguir quien era, pero por un lado me extraño que alguien saliera nada más para espiar a otra persona. Así que estuve viendo fijamente y noté la presencia de una persona sangrando de la cabeza, la rodilla y el torso. Su expresión era nula, estaba sólo ahí parado, como si esperara que yo le dijese algo, salí de la casa a confrontarlo, al salir pude ver que se iba caminando. Yo no sabía quién era él ni porqué ese era su aspecto, así que decidí seguirlo, fui corriendo por un cubre bocas, al regresar lo veía exageradamente más lejos, corrí detrás de él haciendo gestos para que se detuviera, pero parecía que conforme más me acercaba más aceleraba su paso. Esto no me pintaba nada bien. Y menos me pintó bien al ver que se dirigía hacia el cementerio local, donde di con el extraño hombre. Al fin se detuvo y le pregunté si todo estaba bien, qué le había ocurrido, entre otras cosas, sólo me miró, con esa inexpresiva cara y me dijo. Tienes poco tiempo, lo que estás viendo es a uno de los sobrevivientes del desastre que fue el 3 de septiembre del 2020. Necesito que restaures eso, necesito que salves a todos. Sino, esta será la casa de todos los que conoces. Tienes poco tiempo. Entonces ahí fue donde pregunté, quién eres. Me contestó, mi nombre es Sam, un gusto, no te preocupes. Ya nos conoceremos. Aquello me extrañó mucho fui a mi casa de regreso con esa fecha en mente, 3 de septiembre del 2020. Ese día no se ocurrirá, pero ese tal Sam, estaría delirando o me estaría advirtiendo de que algo muy malo va a ocurrir, no lo sé. Aquello me dejó bastante consternado, no me imaginaba que una persona me dijera algo así como que el mundo va a acabar en un mes. Es algo muy extraño de escuchar, más viniendo de una persona que posiblemente estuviera en un estado de agonía y de locura, al menos eso pensé. Más tarde mi madre llegó. Me dijo preguntó sobre qué hacía en el cementerio hablando solo. Yo estaba callado, cómo sabía que estuve allí, le hice esa pregunta y me dijo que vecinos y otras personas me vieron correr, me vieron en el cementerio como si hablara con alguien, pero en realidad no estaba nadie allí. Cosa que además de extrañarme, más bien me inquietaba. Si solamente yo había visto a esa persona significaba que, posiblemente era una especie de ente. No entiendo aún qué significado tiene la fecha del 3 de septiembre de 2020. Esa misma noche tuve un sueño, en ese sueño mi casa estaba en llamas, mis familiares estaban siendo calcinados totalmente por las llamas del fuego abrasador, ellos repetían seguidamente mi nombre, mi nombre, cada vez sonaba más fuerte hasta que literal resonaba en mis oídos de una manera totalmente insoportable. Estoy sumamente interesado en saber del porqué del suceso del día anterior, por lo que al día siguiente de haber tenido ese peculiar sueño, volví al cementerio. Y para sorpresa de nadie, no había nada. Salvo, una nueva lápida, decía Sam Crubier, nacido 12 de Mayo de 1985, muerto el 3 de septiembre del 2020. Aquello era una ridiculez. No tenía sentido, estamos en Agosto. De todas maneras, estaba decidido ver porqué está todo muy raro. Pregunté al enterrador y me dijo que fue un error de la funeraria, se equivocaron de fecha y nombre. Eso no resolvía nada tengo que saber que está ocurriendo en realidad. Al día siguiente comencé a buscar sobre hechos ocurridos en donde se presente un caso parecido, pero no encontré nada. Salvo una especie de travesía del viaje en el tiempo, un libro que nos dice cómo ocurre una travesía del viaje en el tiempo, la posible existencia de universos paralelos, me tomé la molestia de leerlo, vi explicaciones sobre el universo primario, el universo tangente, el artefacto, entre otros conceptos que se ven bastante extraños, como dije, no me gustan los videojuegos, menos la fantasía y ciencia ficción, y si esto en realidad está ocurriendo. Si de verdad se abrió una brecha en nuestra dimensión por algún suceso. Creo que debo estar perdiendo la cabeza para estar suponiendo que el universo colapsará, en vez de verlo de una manera más realista. En vez de tratar de ver que un loco accidentado me ha estado espiando y asustando con un supuesto fin del mundo. Creo que ya es mucho por ahora. Escribiré más tarde, posiblemente iniciando Agosto del 2020, quien sabe tal vez se haya equivocado con todo esto y no habrá fin del mundo. Al día siguiente estuve pensando sobre lo que estuve investigando el día anterior. En teoría un universo tangente es; todo y nada a la vez, imagina que todo lo que te rodea y piensas existe en un determinado espacio y tiempo, y que ese espacio determinado especio y tiempo coexiste con otra realidad que simultáneamente ocurren hechos que son potenciales y que necesitan de un acto o hecho para gatillarse. Lo sé suena rebuscado y más que diría un friki virgen fanático de Marvel. Pero por más que busco una explicación lógica no la encuentro, he estado buscando al hombre pero sólo encontré su perfil en diversas redes sociales. Pero tengo entendido que vive en Argentina, es decir; casi hasta el otro extremo del continente, no entiendo por qué lo vi, en su instagram no tiene nada de viajes a pesar de subir muchas historias. Comienzo a querer dejar esto en el olvido y recordarlo como una anécdota en los días lluviosos, pero en el fondo sé que eso no será posible, ya que todos tenemos un destino, al cual no podemos escapar, quizás atrasar pero no apartar por siempre. Estoy consciente que estoy siendo un poco egoísta al estar evitando decir este mensaje en redes sociales, lo he pensado pero que tal si me equivoco, es decir; hace poco una niña dijo que Dios le había encomendado que nadie saliera de sus casas un día y no pasó ni una mierda, en este país creemos en eso pero no en medios científicos, es extraño, pero siento como si todo esto ya hubiera pasado. Me desagrada totalmente la manera de pensar de las personas. Espero por una vez, salir de aquí. Estuve leyendo un poco más sobre los viajes en el tiempo, resulta hasta curioso ver cómo podemos hacerlo con un agujero de gusano, pero pues es algo que incluso para toda la humanidad le resulta imposible. Comienzo creer que ese tal Sam quiere que haga algo, algo que le dé una razón para haber venido, algo que me dé sentido del por qué vino a mí. Pero eso es algo que haré después tengo que prepararme para terminar las clases de verano, para ser honesto, comienzo a creer que este estúpido mensaje de copy-paste es una estupidez, pero bueno ya veremos el 3 de septiembre si algo ocurre o no, por lo pronto, me ausentaré un rato, no sé si actualizar esta mierda cuando me llegue un nuevo mensaje extraño, o cuando me ocurra algo más o menos interesante. Por lo pronto dejaré este blog en el olvido hasta un nuevo aviso, o una respuesta medianamente aceptable de internet, hasta entonces, me despido hasta mi próxima actualización.
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2020.10.08 21:20 LazyMoneey Hola amigos se que este Reddit no es para esto pero no encontré lugar más adecuado ya que soy nuevo en esta plataforma quería saber si alguien tiene alguna información o dato de que podría decir o qué significado tiene este collar de ante mano muchas gracias.

Hola amigos se que este Reddit no es para esto pero no encontré lugar más adecuado ya que soy nuevo en esta plataforma quería saber si alguien tiene alguna información o dato de que podría decir o qué significado tiene este collar de ante mano muchas gracias. submitted by LazyMoneey to Miedo [link] [comments]


2020.10.01 14:15 mbv1010 Streak 3 - Dibujos Animados o Anime

Hoy en día no veo muchos dibujos animados o anime, pero cuando era niña sí. Mi canál favorito era Nickelodeon y pasaba todos los días viendo Doug, Hey Arnold, Rugrats. Si no me gustaba qué tenía Nickelodeon, yo cambiaba el canál al Cartoon Network para ver Johnny Bravo, Dexter's Laboratory o The PowderPuff Girls.
Cuando yo era jóven, pensaba que solamente les gustaban las caricaturas a los niños, porque no les gustaban a los adultos en mi vida. Admito que hay dibujos animados que ya no me gusta que sí me gustaba como niña. Sin embargo, hay otros que me gustaban como niña que se han vuelto algo más especial como adulta.
El mejor ejemplo es Rocko's Modern Life. Como niña, yo pensaba que simplemente era sobre un wallaby australiano con amigos animales, viviendo sus vidas y ya. Ahora como adulta, entiendo que la serie tiene más significado-- es un comentario sobre los pruebas y tribulaciones de la vida diaria de adulto.
En un episodio, Rocko obtiene una tarjeta de crédito. Se pone demasiado entusiasta con su nuevo poder adquisitivo y compra muchas tonterías. Después no puede pagar la cuenta. Corta el tarjeta y lo tira en la basura, y eventualmente el banco toma todo lo que posee.
Cuando vi este episodio por primera vez como niña, no entendí la trama porque no conocía la idea de crédito, las tarjetas de crédito o la reposesión. Ahora lo entiendo todo. Es aun más chistoso cuando lo veo como adulta.
También he visto una serie de anime, Death Note, sobre un jóven que puede matar a alguien al escribir su nombre en un cuaderno malvado (o algo así.) Es oscuro y ciertamente no es para niños.
Así que los dibujos animados no son solamente para niños. Son un medio y se puede crear para cualquier público. A veces el contraste entre el estilo del dibujo y la trama de la historia hace más fuerte el impacto de la historia.

He escrito más que pensaba.... ¡gracias por leer y las correcciones!
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2020.09.26 19:05 solitarytoad Traducción y breve diccionario de «Chilanga Banda»

Con un poco de sobresalto al escuchar que se está haciendo difícil entender la hermosa letra de esta genialidad literaria del maestro Jaime López y en un afán de difundir y recordar una variedad de nuestro español mexicano junto con una insatisfacción por los esfuerzos de otros, me atrevo a ofrecer una traducción y breve análisis léxico de la «Chilanga Banda». Acepto toda corrección o aclaración, pues espero no tener la soberbia para creerme infalible.

Letra con traducción

Ya chole chango chilango Ya basta ciudadano capitalino Qué chafa chamba te chutas Qué mal empleo tienes No checa andar de tacuche No está bien andar de traje Y chale con la charola Y es una lástima la placa Tan choncho como una chinche Tan gordo como una chinche Más chueco que la fayuca Más corrupto que el mercado informal Con fusca y con cachiporra Con pistola y macana Te pasa andar de guarura Te gusta ser un guardaspaldas Mejor yo me echo una chela Mejor yo bebo una cerveza Y chance enchufo una chava Y tal vez enamoraré a una mujer joven Chambeando de chafirete Trabajando de taxista Me sobra chupe y pachanga Me sobra el alcohol y la fiesta Si choco saco chipote Si estrello mi auto tendré una abolladura en él La chota no es muy molacha La patrulla policiaca no es muy honesta Chiveando a los que machuca Intimidando a los que atropella Se ven morder su talacha Aceptar sobornos es su labor De noche caigo al congal De noche voy al burdel "No manches" dice la changa "Estoy sorprendida o disgustada" dice la mujerzuela Al choro del teporocho En habladurías de borracho En chifla pasa la pacha Con rapidez pasa la botella Pachucos, cholos y chundos Mexicanos al estilo chicano cincuentero, individuos del inframundo urbano, y gente indeseable Chichinflas y malafachas Sexoservidores masculinos y gente espeluznante Acá los chómpiras rifan Aquí los ladrones triunfan Y bailan tíbiri-tábara Y bailan ritmos tropicales Mi ñero mata la bacha Mi amigo se acaba el cigarro de marihuana Y canta la cucaracha Y canta una canción tradicional mexicana revolucionaria Su choya vive de chochos Su cabeza vive de drogas en forma de pequeños glóbulos blancos De chemo, churro, y garnachas De pegamento inhalable, de marihuana, y de fritangas callejeras Transando de arriba a abajo Engañando y estafando por doquier ¡Ahí va la chilanga banda! Observen al grupo de capitalinos mexicanos Chinchín si me la recuerdan, Cuidado si insultan a mi madre Carcacha y se les retacha. Rimando les devolveré el insulto 

Vocabulario

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2020.09.24 07:15 altovaliriano Septão Barth está sempre correto?

Septão Barth foi Mão de Jaehaerys I por 41 anos. Ele era um simples septão, filho de um ferreiro, entregue à Fé ainda jovem, que trabalhava na biblioteca da Fortaleza Vermelha e acabou se tornando amigo do rei.
Suas especulações são tratadas com ceticismo na Cidadela, mas os leitores sabem que elas têm fundo de verdade, podendo até que todas sejam verdadeiras.
De todo modo, há citações demais a Septão Barth nos livros principais e secundários para que possamos simplesmente ignorar suas idéias.

Irregularidade das estações tem fundamento mágico

A principal especulação que sabemos ser verdade é aquela que diz qie a irregularidade das estações em Westeros são resultado de magia em vez de um fenômeno natural:
O Septão Barth parece argumentar, em um tratado fragmentado, que a inconsistência das estações é um assunto para as artes mágicas, em vez de conhecimento confiável.
(TWOIAF, A Longa Noite)
Sabemos que esta será a solução apresentada por GRRM no final da saga:
Ele [GRRM] nos garantiu que um dia descobriremos como as estações funcionam em seu mundo, e que não será uma explicação científica porque, hello!, é um romance de fantasia. Ele disse que alguns fãs lhe escreveram apresentando explicações fantásticas envolvendo dois sóis, um dos quais é uma estrela negra anã, mas eles ficarão desapontados.
(SSM, 21/07/2006)
:::
As estações são "completamente baseadas em fantasia". Não há nenhum elemento tipo ficção científica nisso.
(SSM, 06/05/2005)

A Perdição de Valíria foi causada pela ganância e negligência

Aqui já começamos a entrar em terreno pantanoso, mas esta especulação de Barth já é tomada como verdadeira entre os fãs.
O septão teria influenciado o surgimento da noção de que a destruição de Valíria teria ocorrido porque os valirianos não conseguiram manter o controle mágico de seus catorze vulcões:
Um punhado de meistres, influenciados por fragmentos do trabalho do Septão Barth, asseguram que Valíria usou feitiços para domar as Catorze Chamas por mil anos, que seu apetite incessante por escravos e riquezas era tanto para sustentar esses feitiços quanto para expandir seu poder e que, quando finalmente os feitiços falharam, o cataclismo se tornou inevitável.
(TWOIAF, A Perdição de Valíria)

Dragões não têm sexo

Outra afirmação de Barth que têm muita repercussão entre personagens e leitores é a de que os dragões seriam uma espécie de hemafroditas sequenciais.
A crença de que os dragões podiam mudar de sexo se necessário é errônea, segundo a obra Verdade, do Meistre Anson, enraizada em uma má interpretação de uma metáfora esotérica que Barth proferiu enquanto discutia os mistérios mais elevados.
(TWOIAF, O Norte: Winterfell)
Essa metáfora de Barth é explicada por meistre Aemon a Samwell:
Os dragões não são nem machos nem fêmeas, Barth viu aí a verdade, mas ora uma coisa, ora outra, tão mutáveis como chamas.
(AFFC, Samwell IV)

Os valirianos criaram dragões com magia de sangue

Essa é uma afirmação mais controversa, mas é necessário observar que Barth pode estar se referindo a dragões de valíria, e não a todos os dragões em geral.
Em Dragões, Wyrms e Serpes, o Septão Barth especula que magos de sangue de Valíria costumavam usar caldo de serpes para criar dragões. Embora seja alegado que os magos de sangue experimentavam fortemente suas artes não naturais, essa afirmação é considerada absurda pela maioria dos meistres. Entre eles, o Meistre Vanyon, em Contra o não Natural, apresenta certas provas de que dragões existiam em Westeros até mesmo nos dias mais distantes, antes que Valíria ascendesse ao poder.
(TWOIAF, Sothoros)

Corvos falavam as mensagens dos Filhos da Floresta

Esta é uma especulação de Barth que tem algum suporte em texto.
Embora considerado desonroso nos dias atuais, um fragmento de História Antinatural do Septão Barth provou ser uma fonte de controvérsia nos salões da Cidadela. Alegando ter consultado textos preservados no Castelo Negro, o Septão Barth diz que os filhos da floresta podiam falar com corvos e fazê-los repetir suas palavras. Segundo Barth, este alto mistério foi ensinado aos Primeiros Homens pelos filhos da floresta, para que os corvos pudessem levar mensagens a longas distâncias. Isso foi passado, de forma “degradada”, aos meistres de hoje, que não sabem mais como falar com as aves. [...] Alguns meistres, devotados ao elo de aço valiriano, argumentaram que Barth estava certo, mas nenhum foi capaz de provar suas afirmações conseguindo uma conversa entre homens e corvos.
(TWOIAF, A Era da Aurora)
Aparentemente, a capacidade se perdeu porque os Filhos falavam com os corvos na Língua Verdadeira, que os humanos atuais não sabem falar:
[…] aqueles que cantam a canção da terra era o nome que eles mesmos se davam, na Língua Verdadeira que nenhum humano podia falar. Mas os corvos podiam.
(ADWD, Bran III)
Segundo uma canção nortenha, os Filhos teriam ensinado sua língua a Brandon o Cosntrutor, que possivelmente foi quem ensinou a outros primeiros homens (e meistres):
Ele foi levado a um lugar secreto para se encontrar com eles, mas, no início, não entendeu seu idioma, descrito como algo parecido com a canção das pedras em um riacho, do vento através das folhas ou da chuva sobre a água. O modo como Brandon aprendeu a linguagem dos filhos é um relato à parte, e não vale a pena ser repetido aqui.
(TWOIAF, A Era da Aurora)

O ouro de Rochedo Casterly destruiria os valirianos

Outra especulação de Barth controvertida, mas que os leitores atribuem um significado metafórico a fim de tornar verdadeira:
A riqueza das terras ocidentais combinava, em tempos antigos, com a fome da Cidade Franca de Valíria por metais preciosos. Mesmo assim, parece não haver evidências de que os senhores de dragões chegaram a fazer contato com os senhores do Rochedo, Casterly ou Lannister. O Septão Barth especulou o assunto, referindo-se a um texto valiriano já perdido, sugerindo que os feiticeiros da Cidade Franca haviam previsto que o ouro de Rochedo Casterly os destruiria.
(TWOIAF, As Terras Ocidentais)
Os leitores geralmente alegam que esta profecia teria sido mal interpretada, pois na verdade se referia a derrocada da Casa Targaryen pelas mãos de Tywin e Jaime.

A Perdição do Homem viria de Westeros

Em O Mundo de Gelo e Fogo, meistre Yandel está explorando a suposição de que a fortaleza na base da Torralta era de origem valiriana, quando cita Barth sobre estes visitantes que ali apareceram em tempos longíquos:
A afirmação do Septão Barth, de que os valirianos vieram a Westeros por causa das profecias de seus sacerdotes de que a Perdição do Homem viria da terra além do mar estreito, pode ser deixada de lado com segurança, como muitas das estranhas crenças e suposições de Barth.
(TWOIAF, A Campina: Vilavelha)
Muitos leitores encaram estas profecias estudada por Barth como sendo uma referência aos Outros e à Longa Noite.

Algo mágico mata os animais em Asshai

Barth acredita que a razão por que todos os animais levados a Asshai morrem tem relação com magia e não a fenômenos naturais do rio Cinzas:
Não há cavalos em Asshai, nem elefantes, mulas, burros, zebralos, camelos ou cachorros. Tais animais, quando levados para lá por navios, logo morrem. A influência maligna do Cinzas e suas águas poluídas têm sido implicadas nisso, já que é bem compreendido em Sobre Miasmas, de Harmon, que animais são mais sensíveis à impureza que emana dessas águas, mesmo sem bebê-las. Os escritos do Septão Barth especulam de maneira mais descontrolada, referindo-se a mistérios superiores com poucas evidências.
(TWOIAF, Asshai da Sombra)
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Em quais destas especulações de Barth vocês acreditam?
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2020.09.11 06:11 Mysterious_hunter_24 la Orden Secreta de los Doggos.

la Orden Secreta de los Doggos.
Para finales del siglo pasado me encontraba haciendo una investigación sobre herejías en la Biblioteca Nacional. Ocupaba mis mañanas en un vaivén de documentos, y las tarde en la lectura de novelas. Un día de esos rutinarios en los que parece nada va a acontecer encontré un documento titulado: “Autos y papeles de un acto criminal eclesiástico en la Ciudad de México”, mi curiosidad no pudo más, ahogado por el morbo leí el papel. Se trataba de un proceso seguido por la Santa Inquisición de la Nueva España en 1693 contra la religiosa Jesús Concepción Lorravaquio por haber tenido trato ilícito con una “sociedad que trabaja en las tinieblas”. Sin embargo, la historia se cortaba abruptamente aunado a los tiempos de mi investigación, me fue imposible detenerme en cuestiones que parecían marginales al tema de mi interés. Pese al intento de enterrar el “caso criminal” en el olvido en aquellas noches de insomnio el drama perturbó mi cabeza.

Un par de años después durante una estadía en Sevilla otra pista saltó a mi vista. En el Archivo General de Indias, nuevos datos completaban el rompecabezas de una forma fascinante. Resulta que Jesús Concepción Lorravaquio fue enjuiciada por haber roto la clausura monacal, pero no fue la única persona en ser procesada. El resto era una notable colección de estratos sociales y estamentos que habían “participado en ritos heréticos”. Otra vez, el texto no explicaba cuáles eran estos “ritos”, ni mucho menos de que sociedad se trataba. Los nuevos hallazgos arrojaron incógnitas que me llevaron a más noches de desvelo. Como si se tratara de un virus la trama y los silencios se apoderaron de mi cuerpo. Con los años descubrí una serie de pistas de una “órden” a la que estaban afiliados la mayoría de los juzgados, a la sociedad se le llamaba indiscriminadamente: Doggos, la órden de cinocéfalos, los auténticos, los puros, seguidores del corpus mundi, discípulos de docta ignorantia, y demás.

Una década después al revisar libros antiguos en la Bibliothèque Nationale de Francia un libelo salió a mi encuentro. Cuyo frontispicio está decorado con una grabado de una especie de autómata con cabeza canina, en el margen superior solo aparecen las letras S y D, y en el costado izquierdo la frase “quo nihil maius ese potest” (aquello mayor que lo cual nada puede ser), finalmente al margen inferior se lee secretum canem noctibus 1. El contenido era sumamente interesante. Dividido en tres partes, la primera habla sobre la historia de esta logia, entendida como un círculo en la cual “no todos los hermanos pueden ser amigos, pero todos los amigos son siempre serán hermanos”, según se narra aquí la órden de los Doggos ha existido desde siglo XII. No se trata de una secta herética como tal, más bien es un club exclusivo en el que no importa la religión no la política. Un espacio libre en que la fraternidad puede tratar cualquier tema sin temor. Delimitó teóricamente a esta órden entre los Cataros y la filosofía hermética.
Los iniciados deben cumplir una serie de valores como la lealtad, la belleza, la verdad y el sabor; distinguiéndose en dos tipos los “creyentes” y los “perfectos”. Los primeros son los miembros que practican sus ritos sin llegar a una disciplina total. Mientras los segundos, son sumamente estrictos en su forma de vida. El secretum canes noctinus parece moverse al margen de la historia, jugando a las escondidillas de ella. Si ritos en torno a la creación y perfección de sabores. Basados en los jeroglíficos egipcios, la calaba y la alquimia. Tal vez, es de allí donde retoman de los dioses Anubis, Upuaut y Duamutef, el uso de máscaras de perros. Estos cinocéfalos modernos entienden dos perspectivas posibles de vida: la máxima y la mínima. En el terreno de la oposición desbordan la dualidad de lo sagrado y lo profano, del arriba y del abajo, del mundo sublunar y del supralunar. Se obtiene lo infinito que desborda lo finito y que, por consiguiente, no admite el tratamiento lógico que la tradición había venido utilizando para analizar el mundo.

De este modo el mundo del hombre y el mundo de la naturaleza, el procedimiento espontaneo de la naturaleza y el procedimiento reflexivo del arte humano se complementa y no se contradice. La similitud se practicaba a través de la creación de pequeños perros. La experimentación de sabores debía repercutir en la experiencia sensorial de la fraternidad regidos bajo una única regla: “la imitación de la naturaleza se convierte en una experiencia intelectual que toma como punto de partida la imaginación.” El secreto ha sido revelado para una nueva generación de hermanos dispuestos a romper la tradición y dejar volar la imaginación. Una nueva logia ni sagrada no profana en la se dignifique “el deseo de conocer, deseamos verdaderamente saber que somo ignorantes. Si logramos alcanzar esto plenamente, habríamos alcanzado la docta ignorantia”.
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1 La frase es complicada de traducir, por lo vulgar del latín. Esto nos permite discernir en que el libelo corresponde al siglo XVII o XVIII. Entonces tenemos en primera instancia la palabra secretum cuyo significado es lugar de retiro o soledad. Pero parece que en realidad (por el contenido del libro), se refiere a sin testigos, audiencia secreta o misterio, por lo que debería ser: in secreto. La segunda no contiene menor duda se refiere a “perro”, en latín seria canis, pero en su plural se convierte en canes. Como en infernae canes (los canes infernales). Finalmente, noche en latín se dice nox o noctis, sin embargo, creo que se refiere a que la orden de “de la noche” por lo tanto debería ser nocturnus. También podría referir a que comienzan en la noche, pero están presentan de “día y de noche” en tal caso tenemos: die noctuque. Sin embargo, si se refiere a que los integrantes de la órden salen de noche, en una especie de aquelarre debería decir noctuabundus.
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2020.09.07 19:39 Sukuh1029 ⏤ ⏤ ✎ .ೃ ˗ˏˋ 🍉 ˎˊ˗ Real Nini: Es argentina, Escribe canciones en "Coreañol" y Representa el K-Pop Latino ˗ˏˋ 🍉 ˎˊ˗ !↴

⏤ ⏤ ✎ .ೃ ˗ˏˋ 🍉 ˎˊ˗ Real Nini: Es argentina, Escribe canciones en
Post : 🥑 : ᴀʀɢᴇɴᴛɪɴᴀ 🥑 : 1O:43 ᴘᴍ 🥑 : 07 / O9 / 2020 ¡Hola gente! Bienvenidos a mi nueva publicación. ¿De qué se trata? Esta publicación trata sobre Nini Fernández, más conocida como Real Nini, es una cantautora argentina de K-Pop latino. Nini Fernández Lisazo, más conocida por su nombre artístico, Real Nini, tiene 27 años y la palabra que más la define es "Artista". No solo canta, sino que también baila, compone, produce y es pionera en el género que eligió: "Latin K-Pop".
Nació en Buenos Aires, pero desde los 2 años vivió en la ciudad de Cutral Có, ubicada en la provincia argentina de Neuquén. Fue allí, durante su infancia, que comenzó a bailar frente a los árboles e imaginar que eran un público masivo. Hoy Nini es un crisol de culturas: su madre es uruguaya, amante del candombe y las murgas del vecino país; Su padre, natural de Chivilcoy, es un enamorado del tango y el folclore. La música nunca faltaba en casa, siempre sonaba algo diferente y no podía evitar bailar cada vez que escuchaba una canción.
"Me influyó toda esa conjunción de géneros musicales tan distintos, y al mismo tiempo, desde niña me gustaba el Pop; por eso me costaba identificar por dónde iría mi camino", dice en un diálogo telefónico con LA NACION. Fue en esa búsqueda que comenzó a estudiar ballet a los 6 años. Su espíritu era tan inquieto que con el tiempo también tomó clases de Flamenco, Jazz y Comedia Musical. El baile ya formaba parte de su día a día, y cuando cumplió 15 años surgió su otra faceta: cantar. Una maestra la animó a conocer el potencial de su voz y ella se animó tímidamente a cantar "Luna tucumana" de Atahualpa Yupanqui. Poco después, ingresó al Coro Inicial Plaza Huincul, donde permaneció como soprano.
"Aprendí a conocer mi voz y descubrí cómo podía usarla. Entendí que el talento muchas veces se construye a base de esfuerzo, y no siempre se nace con el don", reflexiona al recordar sus primeros pasos en el mundo del arte.
A aquella adolescente también le atraían los instrumentos, y aunque una de sus hermanas eligió la batería, su pasión se definió en primer lugar por las cuerdas de la guitarra. Con el tiempo se fueron sumando la flauta traversa, el cajón peruano y el piano.
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Nini se volvió multifacética y mientras seguía acumulando conocimientos empezaba a convertirse en una verdadera "artista". Su vida siempre fue muy agitada y llena de contrastes. Por aquel entonces todavía estaba en la secundaria, y mientras la mayoría de las chicas de su edad se decidían por un bachiller comercial o humanístico, ella optó por la escuela industrial; así que a la mañana revocaba paredes y a la tarde se ponía sus zapatillas de ballet y posaba en "palomita".
Volar del nido : de vuelta en la gran ciudad
Después de recibirse de Maestro mayor de obras, -así como se oye- decidió viajar a Buenos Aires para estudiar la Licenciatura en Música en la Universidad de La Plata. La chica que dibujaba planos y cavaba zanjas colgó el guardapolvo y se puso los tacos con la intención de bailar y agarrar un micrófono.
Una vez más, sintió que podía combinar todas sus pasiones y apostó a tener un ingreso económico dando clases de baile: a estas alturas ya no sólo era bailarina de danza clásica, sino también de salsa y bachata.
"El estudio te da herramientas", ese es el lema de Nini. Siempre apostó a seguir formándose y hasta dio clases gratuitas para compartir sus conocimientos. Sin embargo, la vida del artista independiente tiene sus vaivenes, y el dinero no le alcanzaba, así que también se animó a llevar su arte a los subtes, trenes, y algunas reconocidas esquinas porteñas. A sus 19 años andaba de aquí para allá con su guitarra al hombro, cantando esos mismos temas que la enamoraron cuando era pequeña.
"Saber que la persona que se quedó a escucharme, lo hizo por pura elección tiene un significado muy valioso para mí", confiesa. Y agrega: "No hay nada que la obligue a quedarse, no hay una entrada comprada, y es gratificante que alguien se conmueva con tu voz y te ponga unos pesos en la gorra".
De día en la universidad, de tarde en el transporte público, y de noche el regreso a casa. Esa era su rutina, y al analizarlo a la distancia siente que no fue nada sencillo independizarse: "En esta profesión, como en muchas otras, mantener una economía estable no es fácil porque invertimos lo poco que tenemos en cumplir nuestros sueños, y a veces parece que todo estuviera en contra".
Fue justo cuando estaba en tercer año de la carrera que fue diagnosticada como paciente inmunodeprimida. Como si esto fuera poco, también en la misma época supo que era celíaca y tuvo que cambiar su régimen alimenticio por completo.
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La dieta libre de gluten no era la primera dificultad que le tocaba afrontar: desde los 11 años padece de "llagas crónicas", y llegó a tener hasta doce úlceras por semana en la boca y en la garganta, lo que le impedía comer por el dolor.
"Todavía no tengo un diagnóstico certero del porqué convivo con estas lesiones en mi día a día. Me hice muchos estudios y aún no saben si tiene que ver con una falla en mi sistema inmunológico o con otro aspecto", revela Nini.
Aunque su salud mejoró gracias al cambio en la alimentación, y se pudo reducir la aparición de aftas a cinco por semana, lo cierto es que las secuelas del dolor siguen presentes:"Fue un arduo proceso de análisis e internaciones, tuve que dejar mis estudios y volverme a Neuquén durante un tiempo para recuperarme".
Conmovida, recuerda lo difícil que fue hacer una pausa y dejar de hacer lo que ama: "No podía cantar por lo dolorosas que eran esas úlceras, una especie de cráteres que me impidieron seguir entonando melodías".
Sin límites , el ansiado primer disco
Nini confiesa que escribir canciones fue su gran terapia para afrontar cada obstáculo, y fue justamente así como nació su primer disco, Sin límites. Volvió a pensar en la pregunta que siempre le hacían y le costaba responder: "¿Vos qué música hacés?".
"Creé las canciones empezando por la letra, y después le agregué la música según como me iba surgiendo. Confié en que primero llegaría la canción y después identificaría el género que le correspondía", cuenta.

Gracias a su persistencia y la ayuda de algunos amigos, cuando recuperó fuerzas finalmente tuvo en sus manos su primer álbum independiente: ocho canciones y cuatro idiomas diferentes representaron el concepto de que en su música no existen barreras de ningún tipo.
Inglés, portugués, español y coreano fueron las lenguas presentes en el disco. También hubo un despliegue de géneros: desde el pop hasta un carnavalito norteño que compuso especialmente para representar el amor hacia su familia.
Para Nini la decisión estaba tomada, pero no siempre se encontró con personas que la apoyaran. "El camino del arte es muy juzgado, porque si estudiás contabilidad o arquitectura, te llevas una materia y todos te apoyan; pero si te decidís por el arte, te hacen sentir que es únicamente tu responsabilidad que te vaya mal", cuestiona.
"¿Por qué haces esto Nini? Esa es una pregunta que me hacen muchas veces, y la verdad yo siento que es como preguntarme por qué tomo mate", bromea, y no puede evitar reírse cuando se da cuenta de lo natural que es para ella elegir la música como parte fundamental de su existencia.
Contra todo prejuicio, persiguió su sueño, y descubrió que el amor por la cultura asiática seguía muy presente en su vida. Empezó escuchando referentes del K-Pop como Super Junior, Girls Generation, 2NE1, Wonder Girls, entre muchos otros, y eso la inspiró a repensar el pop coreano.
Componer en coreano: todo un desafío
En 2018 tuvo otra de sus ideas innovadoras: fusionar el tango con una canción de la reconocida banda surcoreanaBTS. Lo bautizó como "K-Pop en Caminito", y esta vez no prestó su voz, pero sí su faceta de productora y bailarina.
La banda sonora que acompañó los icónicos paisajes de La Boca fue "Airplane Pt.2", y ella se lookeó para la ocasión con un vestido rojo tanguero en la primera parte del videoclip, y en la segunda lució un estilo urbano, donde bailó al ritmo del pop.
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Contrario a lo que cualquiera podría sospechar, Nini no tiene ningún familiar asiático. Sí comparte con sus dos hermanas la pasión por la música coreana, y también por los animes, pero su amor por este estilo musical no tiene ningún componente genético.
"Estudio coreano hace cuatro años, y también incursioné en el japonés. Una vez que aprendí más el idioma me sentí mucho más segura para fusionarlo con el español", relata.
EXO, Blackpink, Mamamoo,Chung Ha, son algunos de las bandas surcoreanas que siempre están en la lista de influencias artísticas de Nini. Pero lo curioso es que una vez más fue más allá y decidió no sólo hacer "covers" de canciones, sino también crear las suyas, aportando su toque argentino a cada melodía.
Casi como un pulpo que despliega todos sus talentos a la vez, apostó por una "composición integral": escribió un nuevo single, lo musicalizó, y grabó un videoclip para el que también creó el guión y la coreografía de baile.
"Cumanhe" -que en español significa algo similar a las expresión "Basta", o "No va más"- fue su primera canción en "coreañol", y también su primer contenido representativo del "K-Pop latino".
A pesar del conocimiento avanzado que tiene del idioma coreano, no es sencillo combinarlo con el español, y Nini enfrenta este desafío cada vez que deja fluir su creatividad: "Puedo componer oraciones completas, pero no siempre las palabras van con la melodía, porque tiene que representar la idea general de la canción".
El K-Pop latino, una fusión de culturas
"El K-Pop latino ya existe, y se está expandiendo a nivel mundial, pero a veces pasa inadvertido y darle ese nombre sirve para identificarlo claramente como un género", sostiene.
Incluso revela que lo eligió como objeto de estudio en su tesis de grado, y en eso también fue pionera, porque la temática no había sido explorada hasta el momento en la casa de altos estudios y ni siquiera a nivel académico existe tanta profundización sobre este tipo de fusión de culturas musicales.
"El pop coreano se alió con la música latina y muchas bandas tienen el gesto de incluir palabras en español en sus canciones como un guiño para su público latinoamericano", señala.
Este nuevo "formato" de productos musicales, tal como cuenta Nini, combina varios géneros, y hasta el reggaetón está presente en la vestimenta y los escenarios urbanos de los videos musicales: "Es un fenómeno que involucra a mucha población joven y ya hay concursos internacionales de K-Pop, eventos latinoamericanos que son hits en diferentes países, y hasta radios de pop coreano".
Los logros de Nini en el mundo del K-Pop
Hace ya más de ocho años que lleva como bandera su deseo de difundir el pop coreano fusionado con los ritmos latinos, y en ese tiempo pudo recoger varios frutos de su cosecha artística.
En febrero de 2018 interpretó el himno nacional japonés durante el mundial de boxeo femenino, transmitido en vivo por TyC Sports. Luego, principios de 2019 llegó otra gratificante experiencia: fue la representante argentina en la semifinal del concurso "Stage K" en la Ciudad de México, patrocinado por la cadena de televisión coreana JTBC.
En septiembre del año pasado formó parte del equipo de trabajo de la película coreana New Year Blues, protagonizada por Yoo Yeon Seok y Lee Yoon Hee. En una de las escenas más destacadas del film, grabada en el puerto de Buenos Aires, los actores bailaron al ritmo del "2x4", y fue Nini quien ofició como instructora coreográfica de tango junto a la directora, Hong Jiyoung.
El 2020 tuvo como principal traspié la pandemia de coronavirus, que la limitó a producir contenidos desde su casa, pero antes de la cuarentena obligatoria participó de Todo puede pasar (elnueve), el programa conducido por Nicolás Occhiato, donde se coronó como una de las finalistas, y actualmente sigue a la espera del final del concurso cuando sea posible retomarlo.
Durante el confinamiento las redes sociales tuvieron un rol clave para Nini, ya que también formó parte del primer festival mundial online "Unidxs por la música", producido por Billboard Argentina.
"Es un evento muy importante con llegada internacional, y que la Argentina haya generado un festival solidario fue un grandioso. Luciano Pereyra y Marcela Morelo fueron algunos de los grandes artistas que también participaron, y poder conectarme con ellos en un mismo espacio era impensado para mí", confiesa emocionada.
Real Nini, un nombre artístico con simbolismo
En febrero último lanzó su nuevo single, "Es mi vida", que también cuenta con un videoclip. El mensaje detrás de esta canción es una metáfora de los obstáculos que atravesó en su carrera artística, y una forma de expresar que sólo ella sabe cuánto le costó dar cada pequeño gran paso.
Así surgió su alterego, "Real Nini", un nuevo nombre artístico que deja atrás a Nini Fernández, como solía llamarse antes. La conexión con la cultura asiática fue notoria una vez más cuando descubrió que ese adjetivo en inglés que tanto le gusta, "real", también lo utiliza otro cantante de K-Pop a quien admira: se trata de Park Chanyeol, integrante de EXO, y conocido en sus redes como Real PCY.
Además siente que existe una vocación de servicio en su interior, y por eso mantiene en su lista de aspiraciones un gran sueño al que ella llamó "K-Project School": "Es un proyecto de escuela. Sería una de las primeras empresas productoras de K-Pop en Argentina porque aunque existen algunas que traen bailarines y cantantes del exterior, yo tengo ganas de ayudar a los artistas de nuestro país".
Su intención es generar exponentes nacionales del K-pop latino, y utilizar su experiencia como productora musical para brindar herramientas. Justamente las posibilidades que desea ofrecer son aquellas que no existían cuando ella se lanzó al mundo artístico.
Los primeros pasos hacia la concreción de este sueño fueron algunas charlas informativas que pudo brindar en Ushuaia, y los encuentros virtuales organizados en colaboración con el Centro Cultural Coreano: "Me gusta la idea de que sea una escuela itinerante, no con una sede fija solamente, sino que se puedan repartir conocimientos en distintos lugares del país".
La historia de Real Nini es la de una mujer valiente, que eligió un género relativamente desconocido para muchos, y lo estudió hasta el punto de convertirse en una experta. Incluso hoy es fuente de consulta recurrente y una gran exponente del género por su calidez a la hora de explicar de qué se trata y la pasión que transmite cuando cuenta el porqué de su amor hacia la cultura asiática.
Nunca conoció Corea del Sur y es un gran pendiente en su vida. Su mayor anhelo era viajar a finales de este año para el estreno de la película New Year Blues, de la que participó en el equipo de producción, pero la pandemia puso todo en pausa y la incertidumbre acerca de cuándo podrá pisar suelo coreano reina en sus días.
"Lento, pero seguro", repite cuando piensa en los logros que ya tiene en su haber. Firme en sus convicciones, resiliente ante las dificultades y las miradas de incomprensión, Nini deja en claro que cuando se trata del K-Pop, ella es como su primer disco: No tiene límites.
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2020.08.31 23:14 jesaes100 Consejos para hablar inglés con fluidez en poco tiempo

Seguramente cuando estás aprendiendo un nuevo idioma, como el inglés, lo primero que quieras hacer sea hablarlo con fluidez. Y puede que cuentes con todas las herramientas para hacerlo, como las formas gramaticales, pero a la hora de hablar en inglés, te atascas pensando en cuál palabra utilizar para expresarte, o en qué tiempo va el verbo que querés decir, y hasta quizás te pongas nervioso por no estar seguro de si estás pronunciando correctamente las palabras.

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Si buscas un método gratuito y realmente efectivo para aprender ingles, aca te dejo el mejor al día de hoy... http://habla-ingles-facil.blogspot.com/2016/11/descarga-el-mejor-curso-de-ingles-2017.html
¿Por dónde empezar?

Armá una rutina de estudio

Uno de los aspectos más importantes a la hora de aprender a hablar inglés es la organización. Con una rutina de estudio te encontrarás hablando en inglés más rápido de lo que imaginas. Establece un horario para practicar diariamente y mantenerte enfocado en los objetivos que querés alcanzar. La disciplina es otras de las cosas que debes tomar en cuenta, ya que la constancia es primordial si querés hablar inglés rápido.

Escuchá audios diariamente

Familiarizar el oído con el idioma es una de las mejores maneras para practicar. Escuchá tus canciones favoritas, mirá películas o programas y si tenés la oportunidad de hablar inglés con un nativo, mucho mejor.
Cuando escuchas el idioma frecuentemente acostumbras tu oído a distinguir nuevas palabras e intuir sus significados, y a modelar la pronunciación enfocándote en las entonaciones apropiadas. Aplicá este consejo al menos una hora diaria y anota cualquier palabra que no logres entender para buscarla luego en el diccionario. Intenta utilizarla en una conversación en inglés cuando puedas.

Leé en inglés

Leer diariamente te dará la oportunidad de integrar nuevas palabras a tu vocabulario, que luego podrás usar para hablar en inglés. Además, es una herramienta muy importante para mejorar la comprensión lectora y entender el significado de las palabras mediante su asociación con el contexto. Otra recomendación para hablar inglés con fluidez a través de la lectura es leer en voz alta y practicar la pronunciación de las palabras. Así podrás internalizar el vocabulario y mejorar la capacidad de expresión. Poco a poco iras perdiendo tu miedo de hablar en inglés. Otra recomendación para hablar inglés con fluidez a través de la lectura es leer en voz alta y practicar la pronunciación de las palabras. Así podrás internalizar el vocabulario y mejorar la capacidad de expresión. Poco a poco iras perdiendo tu miedo de hablar en inglés. ¿No sabés qué leer? Mirá esta lista de libros en inglés para ampliar tu vocabulario. Si puedes combinar la lectura con un audio sería muchísimo mejor para relacionar más rápido la pronunciación con la escritura de la palabra.

Evitá traducir

Un error común que las personas suelen cometer es traducir las palabras a su propia lengua. ¡No cometas ese error! Cuando traducís le cambias el sentido a la oración o hasta se lo quitas. Aprende las palabras por contexto. Otra razón para evitar la traducción es que, cuando estás envuelto en una conversación en inglés, traducir en tu cabeza cada palabra que queres decir te puede bloquear y hacerte perder el hilo de la charla.

Pensá en inglés

Esta es la clave para hablar fluidamente en inglés. Quizás te parezca una tarea complicada, pero es más fácil de lo que parece. No importa si no conocés suficiente vocabulario, podés trabajar con el que ya manejás e incluso eso te ayudará a aprender nuevas palabras poco a poco. Comenzá por incorporar como rutina pensar en lo que vas a hacer en el día como si se lo contarás a un amigo, así podrás practicar frases para hablar en inglés.
Repasá las palabras nuevas A medida que aprendes inglés, conocerás nuevas palabras, expresiones idiomáticas y/o slangs que no dominas. Lo mejor que puedes hacer para expandir tu vocabulario es usar estas palabras y frases desconocidas en tus conversaciones en inglés. La práctica hace al maestro. Repasa estas palabras una y otra vez para ampliar tu vocabulario y hablar inglés con fluidez en poco tiempo.
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2020.08.29 19:03 Emilioedit MADRE CON DERECHO HOMOFÓBICA QUIERE MIS ZAPATOS

Esto pasó un año antes de la cuarentena en mi cumpleaños mi mama me habían regalado unos zapatos Nike rojos muy lindos el día siguiente fui con mi novio (soy gay) y mis amigos a un centro comercial cercano ahí fue donde Los problemas empezaron
Elenco
MD madre con derecho
HD hijo con derecho
N mi novio
Am 1 mejor amiga (que ella es muy ruda y protectora y es la hermana de N así que es mi cuñada)
Am 2 mejor amiga (ella no es ruda es linda y tranquila pero su papá es policía)
Am 3 mejor amigo (defensor)
Am 4 mejor amiga (ella grita muy fuerte y su voz es muy aguda por lo que aveces aturde
Yo (como un wey que iba por ahí)
P1 (policía uno padre de Am 2)
P2 (compañero de P1)
Una pareja de 25 o 26 años
Gs(guardia de seguridad)
La historia comienza así yo estaba con mi novio y mis amigos en el centro comercial y fuimos a un lugar donde venden comida estábamos esperando nuestra orden cuñado de repente llega HD y me dice
HD: lindos zapatos dámelos (y ni digo por favor el duende verde)
Yo: lo siento Niño no te los puedo dar fue un regalo de mis padres
ND se va triste y enojado
Am 1: que Niño tan raro
Am 2: si nada más vino así como así y quiere que le des tus zapatos y ni Dijo por favor
En eso llega MD con HD atrás y dijo
MD: QUE LE HICISTE A MI HIJO MALDITO MARICON DE MIERDA (yo llevaba un pantalón de mezclilla y una camisa rosa par chico y una pulsera de arcoíris Que decía LGBT)
Yo:S-Señora yo n-No hice nada su hijo quiso mis zapatos y le dije que no (yo cuando me encuero en este tipo de situación empiezo a tartamudear)
MD toma mi camisa con fuerza y empiezo a asustarme
MD:DALE TUS ESTUPIDOS ZAPATOS A MI HIJO EL SE LOS MERECE MAS QUE TU UN GAY COMO TU NO PUEDE TENER ESTO ZAPA-
En eso es interrumpida por Am 1
Am 1: Que acabas de decirle a mi cuñado maldita perra ( Am 1 se veía enojada y amenazante y daba miedo)
MD se sorprende con lo que dijo Am 1 me suelta y empiezo a llorar mi novio intenta tranquilizarme y me besa Am 1 me mira y luego voltea a ver a MD Y con cara de: AHORA SI TE VAS A MORIR PERRA
MD retrocede y dice
MD: t-tu no te metas niña Yo tengo 15 ese día cumplí 14 Am 1 Am 2 y Am 4 tienen 13 N y Am 3 tienen 15 ahora N tiene 16
Am 1:te arrepentirás de haberme insultado Maldita
Am 2 detiene a Am 1 y intenta calmarla en eso MD va hacia mi y me araña con su uñas de bruja grito y N la empuja diciendo
N: NO VUELVAS A TOCAR A MI NOVIO VIEJA DE MIERDA
N va hacia mi y me dice
N: Esta bien
Yo:S-Si
En eso Am 2 Le dice a la señora que se vaya pero MD Dice
MD:TI CÁLLATE MALDITA GUERA (Am 2 es rubia) MD jala el pelo de Am 2 y la empuja luego Am 1 es enoja por eso ya que Am 1 es una buena amiga suya es como su hermana y Am 2 le da una fuerte cachetada a MD que cae al suelo en eso una pareja que había visto todo sale a nuestra defensa y Am 1 se levanta y le dice a MD
Am 1: Mi papá es policía haré que te vayas directo al Bote ( soy de médico y el significado bote significa prison) MD se ríe y dice
MD: Ja de seguro te lo inventas niña imbecil
Am 3 que no había hecho nada se para enfrente de MD y le grita
Am 3: CÁLLESE SEÑORA NOSOTROS NO LE HICIMOS NADA VIEJA PENDEJA SOLO LLEGÓ Y NOS INSULTO Y AGREDIO A MI AMIGO Y ASÍ QUE SERÁ MEJOR QUE SE CALLE MD se asusta y se enoja y le da una cachetada a Am 3 y Am 4 viene y dice
Am 4: Señora si no se va voy a gritar
MD:Grita no me importa yo no me iré sin obtener esos zapatos para mi bebé
En eso HD va hacia mi e intenta quitarme los zapatos lo empujo y llora y MD se levanta y dice
MD: QUE LE HICISTE A MI HIJO MARICON
MD intenta pegarme pero Am 4 grita cúbranse los oídos
Yo am 1 am 2 am 3 N y la pareja no tapamos los oídos
Y am 4 Grita tan Fuerte que todo el centro comercial se dio cuenta de ello y se nos quedaban viendo En eso Am 1 llama a su papá Su papa estaba cerca y no tardó sólo Tardo unos 5 minutos él estaba con un compañero y estaban vestido de policía llegan hacia nosotros y dice
P1: aquí pasó aquí
MD iba a hablar pero Am 2 la interrumpe
Am 2: está mujer nos golpeó y intentó robarle a (instara mi nombre)
P1 le pregunta a MD
P1: ¿es cierto señora?
MD:Claro que no esa mocosa es una mentirosa ese par de maricones y esos banda los nos asaltaron a mi y a mi y a mi hijo le robaron a mi hijo esos zapatos (apunta a mis zapatos)
P1: está diciendo que mi hija es una mentirosa
MD:se queda callada al ver que Am 2 no bromeaba de que su papá es policía y La pareja eran testigos y el Gs también y le dice a P1 si quiere ver las cámaras quedo todo grabado y las cámaras tenían audio
P1 y P2 ven las grabaciones y arrestan a MD y a su hijo se lo llevan en la patrulla nos preguntar si queríamos presentar cargos y dijimos que si MD fue a Prision durante 5 Años y su hijo y ella fueron betados de la tienda permanentemente
Aun conservo los zapatos y Siguo hablando con Mis amigos por línea y con N también nunca había tenido una experiencia con una madre con derecho
Fin
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2020.08.02 05:16 maticl Significado, comunidad y satisfacción en la nueva vida secular pos-industrial capitalista

Prólogo:
En el pasado, el mundo espiritual provenía de la religión, y esta parte de la religión principalmente satisfacía la necesidad de significado. En el mundo laico supuestamente no hay espiritualidad al no haber religión, y al significado se le podría llamar tan sólo eso: significado. No obstante, en el texto utilizo un término que Marx utilizó: "el mundo humano"*1, uno que no definió con exactitud, pero que para el propósito del texto engloba todo elemento que nos entrega significado pero que no es religioso: una comunidad, una familia, un país, amistades, valores, etc. Lo menciono pues uso mucho este término en el texto y al haberlo usado sólo Marx y sin darle definición exacta, seguro habría confusión. Es mejor que hablar escuetamente de "significado", pues con este término podemos englobar todas las fuentes de significado posibles en el mundo laico. Comienza:
Pasamos de la religión monoteísta, de ser "controlados" por un Dios al cual servíamos y obedecíamos que nos entregaba una comunidad, un paraíso y unos valores, a en nosotros los jóvenes un mundo laico donde en teoría finalmente somos libres del dogma y podemos obtener una verdadera felicidad, pero en la práctica parece que ahora sí que sí somos plenamente controlados... por las drogas y unas pantallas de alta tecnología que nos entregan una satisfacción momentánea pero inmediata. Por una parte de nuestra naturaleza, generamos una dependencia a ellas, pero una parte mayor de nuestra naturaleza sufre con esto. Ciertamente no estamos hechos para nada en específico más que sobrevivir, y estamos sobreviviendo muy bien, pero respecto a nuestra felicidad/satisfacción en esta sociedad pos-industrial, las cosas están peor de lo que deberían. Somos sedentarios, con fácil acceso a la comida y una infinidad de otros placeres inmediatos, muchas veces gastando enormes cantidades de tiempo en los loops de satisfacción sin esfuerzo de las redes sociales y la supuesta validación que estas nos entregan en forma de likes y seguidores, valorando el mundo material por sobre el humano. En consecuencia tenemos una buena dosis de placer instántaneo, a costa del potenciales mayores satisfacciones en la vida: ¿qué nos dará más felicidad/significado/satisfacción, ver 70 horas de series en Netflix o, con ese tiempo, intentar crear un nuevo hábito de ejercicio? Y así con todo. Es un entretenimiento tecnológico que apela éxitosamente a hacer el menor esfuerzo lo que en teoría es más satisfactorio, pero que en la práctica acaba entregando una satisfacción menor, en seguramente la mayoría de casos.
"Ya basta de música extranjerizante, o de música que no nos ayuda a vivir, que no nos dice nada, que nos entretiene un momento y nos deja tan huecos como siempre"
Víctor Jara*2
Podemos tener un mundo espiritual laico*3: una comunidad, un país, una familia, un grupo de amigos, un amor al estudio/trabajo, cosas que nos entreguen significado y seguridad, pero pasamos a literalmente pensar en drogas, sexo, y mirar una serie de pantallas que nos llenan de satisfacción inmediata no obstante dejándonos vacíos en espiritualidad. No es sólo la satisfacción inmediata, sino que la falta de comunidad y gente, que se reemplaza con drogas*4, tecnología y bienes materiales. ¿Satisfacen nuestra naturaleza? Sin duda, pero, ¿satisface nuestra naturaleza más el tener más y mejores amigos, y una comunidad? Tras ver los datos al respecto... sin duda.
Un gran ejemplo estadístico de esto es que en EEUU los blancos que tienen mucha mayor riqueza que los otros grupos étnicos relevantes, pero tienen una tasa de suicidio 3 veces mayor que casi todos los otros grupos. No puede haber otro motivo que sus valores son más individualistas y todo lo que ello conlleva, lo que supone que el mayor significado y comunidad (espiritualidad, mundo humano) en la vida de los latinos y negros es superior a los mayores recursos materiales de los blancos; concluyo que esto es así en cada situación, pues la naturaleza humana no se basa en esta satisfacción instantánea sino en las relaciones con otras personas.
Otro gran ejemplo prueba del cambio de valores —en este caso de diferencia de valores— es la cada vez más baja natalidad, producto directo en gran medida no sólo por los métodos anticonceptivos, sino que como han mencionado diversos textos por una diferencia de valores: al valorarse más entre los laicos nuestra vida "terrenal" y con ello todo goce que podamos obtener en ella, los hijos se ponen en medio del camino del placer al tener que educarlos y gastar nuestro tiempo y dinero en ellos. Hay datos de parejas en Israel por ejemplo, donde los judíos seculares tienen tan sólo 2 hijos y los religiosos 7 en promedio.
También esto tiene que ver con el capitalismo. Si otro sistema hubiere prevalecido en la historia, la valoración del mundo material no hubiese jamás llegado tan lejos.
No estamos hechos para estar plenamente satisfechos, pero hay diversos estilos de vida, y con los estilos de vida correctos podemos obtener la ambiguamente definida felicidad, aquello que nos deja satisfechos. Me atrevo a decir que la mayoría de los jóvenes podemos sin duda obtener nuestra propia satisfacción en este sistema actual, pero se nos hace más difícil de obtener cuando las ideas predominantes carecen de un significado o narrativa mayor; ello distorsiona el proceso. Puede decirse que todo se reduce a decisiones personales, pero no es tan simple y si lo fuera, ¿por qué deberíamos dejar que ideas mejores a las actuales estén tan sólo en manos de unos pocos que sólo por chance puedan descubrirlas? Además de que algunas de estas ideas, como la de tener una comunidad, requieren de antemano que haya muchas personas creyendo en ellas.
¿Es necesario darle más significado y comunidad a la vida secular? ¿Cuánto importa el predominio de la satisfacción instantánea y su sobrevalorización? ¿Qué opinan?
*1 "La desvalorización del mundo humano crece en razón directa de la valorización del mundo de las cosas".
*2 En la media, mi profesor de música nos preguntó cuántos habíamos escuchado a Víctor Jara, Violeta Parra u otro cantautor nacional de la nueva canción chilena. De unos 40 alumnos sólo unos 3 levantamos la mano. Me fijé que pos 18O las visitas a la música chilena, de ese época y la actual, aumentaron enormemente. Quizá sea por algo que podemos concluir de lo que nos dijo Víctor Jara: la música extranjera nos podrá entretener un rato y más que la nacional, pero sólo la nacional nos reafirma nuestra identidad en la comunidad nacional, qué es algo no material sino "humano" o espiritual como vengo diciendo.
*3 Marx hablaba del mundo humano y me suena que se refiere a eso. Me parece un buen término para hablar de una "espiritualidad" laica, de valores que nos entreguen una comunidad y un significado que, personalmente comprendo, superiores a buscar una satisfacción instantánea permanente mediante la tecnología y drogas.
*4 Hay ciertas drogas que nos conectan con un mundo humano/espiritual, pero las predominantes no son aquellas y al tener poca relevancia, uso el término drogas sin más.
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2020.07.19 03:26 always_questioning_ Planes

Querido Cesar,
Hoy me hicieron esta pregunta, “Cuales son sus planes para su vida??” y umm LOL. Pensé mucho en qué significaba y cómo debería responder... pensé y pensé un poco más y al final no supe que responder. Dije que no tenía planes y es cierto. Nunca pensé en eso así que, ¿cómo podría responder? Me insistió una vez más y respondí que en serio no tenía ningún plan y pregunté si él sí. Me respondió que casarse, tener hijos y terminar de estudiar y preguntó que si yo no quería nada de eso. Seguía sin entender qué significaba tener planes de vida así que me metí a Google y le busqué significado. Busqué también la diferencia entre metas y objetivos. También le mensajee a mi amigo y le pregunté cuales eran sus planes de vida. Necesitaba alguna perspectiva. Seguía sin saber. Pero finalmente le respondí que terminar de estudiar era una meta que tenía pero que lo demás no era algo que me interesara. Y es cierto. Por lo menos por ahora. Y tal vez de por vida pero eso no lo sé.
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